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Latência negativa, ou como o Google Stadia vai prever movimentos

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O Google Stadia ainda levanta muitas dúvidas. Entre elas, se ele vai funcionar bem com a nossa conexão de internet. O tema do lag é um dos mais debatidos, ainda que o Google afirme que a plataforma vai funcionar sem maiores problemas.

Com uma conexão de 35 Mbps, será suficiente para jogar em 4K HDR a 60 fps. Mas isso, na teoria. Como isso será possível?

Em partes, por causa dos incríveis 10.7 TeraFLOPS de processamento. Porém, o machine learning do Google terá um papel importante.

Madj Bakar, VP de engenharia do Stadia, explicou que uma das técnicas para reduzir o lag na hora de jogar por streaming é o que eles chamam de “latência negativa”, uma solução engenhosa que pode ser essencial para entregar um jogo fluído e sem um ‘imput lag’ apreciável

 

 

Google Stadia vai tentar prever os nossos movimentos

 

 

Latência é a diferença do tempo em que pressionamos um botão de ação e o movimento em que o jogo exibe o resultado dessa ação. Um intervalo de tempo praticamente imperceptível, mas que em algumas condições pode ser muito relevante, já que com o lag perdemos a sensação de fluidez e oferecemos uma vantagem para o nosso adversário.

Com uma latência muito alta, a experiência de jogo se perde. E isso é algo que o Google, que tem no Google Stadia uma plataforma baseada na nuvem, está estudando ao máximo.

Para resolver o problema da latência, o Google Stadia quer simplesmente prever o que o jogador vai fazer. Bakar explica que “em último caso, acreditamos que em um ou dois anos teremos jogos que serão executados mais rápido e mais fluídos na nuvem do que localmente, independentemente da potência do equipamento”. É uma promessa que, sinceramente, está bem difícil de acreditar que será cumprida nesse momento, mas muito chamativa para atrair olhares interessados no Google Stadia.

Para obter a tal “latência negativa”, o Google Stadia vai antecipar os movimentos do jogador, baseado na antecipação das ações mais comuns entre os gamers. Ou seja, carregando a ação um instante antes, para que quando o jogador pressionar o botão, o resultado já está a caminho.

No futuro, a previsibilidade nos jogos será muito melhor, ajudando a reduzir o lag de forma significativa, a ponto de oferecer uma experiência mais fluída que os jogos instalados no hardware, que não contam com essa “ajuda”.

 

 

No papel, com uma conexão de internet de 35 Mbps, teremos o suficiente para usar o Stadia na configuração máxima e sem maiores problemas. Porém, as análises preliminares mostram dados de latência similares ao de outras plataformas.

Mas novembro é logo ali, de modo que todos poderemos eliminar as dúvidas pendentes.

 

Via PCGames


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