james damore

Em agosto de 2017, o escândalo do manifesto sobre diversidade criado por James Damore veio à tona. Damore acabou demitido pela Google por “perpetuar estereótipos de gênero”.

Agora, Damore e um ex-engenheiro estão processando a Google, sob a acusação de discriminar os homens de raça branca com opiniões conservadores em matéria política.

A Google foi processada por três ex-funcionários pouco depois do manifesto surgir, mas o novo ataque retoma a batalha legal de Damore contra a gigante de tecnologia.

No processo, Damore quer representar a todos os funcionários que a Google discriminou “pela percepção da empresa sobre as ideias políticas conservadoras, seu gênero masculino e sua raça caucásica”.

O processo vai além, e indica que a Google maltrata, castiga e despede funcionários que “expressam opiniões que se desviam da opinião majoritária da Google em temas políticos que surgem no ambiente de trabalho, e que som relevantes para as políticas e negócios da empresa, tais como as políticas de contratação e diversidade, ou da justiça social”.

 

 

As acusações de Damore seguem detalhando que a empresa contrata de forma ilegal para “obter as porcentagens desejadas de mulheres e de minorias favorecidas, e critica abertamente os chefes de divisão que não conseguem cumprir com essas cotas” o que, segundo o autor do processo, faz com que se “denigra abertamente aos funcionários varões e caucásicos como menos favorecidos do que outros”.

No documento de 161 páginas, 86 delas contam com capturas de fóruns de discussão internos da Google que pretendem servir como evidência dessa suposta animosidade da Google contra homens da raça branca com ideias conservadores, mas também do teórico respaldo que a Google oferece à violência (física) na política.

 

Via TechCrunch