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IPv6: o que é, e para que serve?

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O IPv6 (ou Internet Protocol Ver. 6) foi anunciado em 6 de junho de 2012, e é o principal substituto do IPv4, já que os endereços desse tipo estavam escassos. Hoje, o IPv6 tem pouco mais de 25% dos endereços da web. Vamos conhecer nesse post mais detalhes sobre o novo padrão, e suas vantagens em relação ao padrão anterior.

 

 

Por que o IPv6 nasceu, e quais foram as melhorias com ele?

 

 

Em 2011, os endereços IPv4 estavam chegando ao fim. O protocolo, que oferece espaços de endereços de 32 bits, teve como sucessor o IPv6, que contava com um espaço de 128 bits. Lembrando que um protocolo de segurança IP permite garantir o envio e recepção de pacotes em forma bidirecional, através de diferentes redes.

Em 2010, já restavam apenas 10% de IPs para serem associados, e em 2011 o último bloco de endereços disponíveis foi entregue. No total, o IPv4 possibilitou 4.294.967.296 endereços, um número insuficiente para abastecer todos os usuários que solicitavam um endereço IP.

O IPv6 veio principalmente para resolver o problema, já que com o seu espaço de 128 bits, ele era capaz de abrigar 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456 endereços (isso mesmo… 340 sextilhões).

Além de oferecer mais espaço para endereços na rede, o IPv6 é um protocolo mais seguro e eficiente em relação ao seu predecessor. Com as limitações eliminadas, o gerenciamento de pacote se tornou mais prático, sendo encabeçado pelos mesmos endereços, mas em formato mais simples que o IPv4, sem qualquer tipo de fragmentação. Sem falar que este é um protocolo ainda mais seguro.

De um modo geral, os dois protocolos são “incompatíveis” por conta de suas grandes diferenças, mas a convivência entre os dois é possível, já que os roteadores são capazes de gerenciar os dois tipos de protocolos, e os usuários mais leigos não notarão absolutamente nada.

 

 

Estado de adoção do IPv6

 

 

Em agosto de 2019, a adoção do IPv6 mal superou os 25%. Se o ritmo de adoção for o mesmo, em 2022 essa porcentagem será de 28,3%, e depois disso a adoção será ainda mais lenta, com um estancamento que vai oscilar acima dessa porcentagem.

Vale destacar que, apesar dos endereços IPv4 se esgotarem no papel, na prática atual os pacotes de endereços ainda são revendidos, nas unidades que não são mais usadas por empresas e órgãos que necessitam desses endereços para os seus usuários.

A chegada do IPv6 era necessária pelas limitações a serem superadas, melhorando assim a segurança e a eficiência. Porém, o futuro sobre a sua adoção segue incerto, com dados que indicam um estancamento em curto prazo.


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