O desespero chegou de vez na Apple. A prova disso é que a empresa começou a vender novas unidades do (antes finado) iPhone SE, sem qualquer tipo de anúncio prévio, e com o menor preço de sua história: apenas US$ 249.

Apesar de Tim Cook se esforçar ao máximo que tem tudo sobre controle, fato é que tal movimento é um sinal claro que o sinal amarelo na Apple está mais que ligado e piscando, com uma sirene alta. Há quem diga que, internamente, está todo mundo em pânico na empresa.

Não dá para dizer se é verdade ou se é para tanto, mas é fato que a Apple está dando passos incomuns, que nos tempos das vacas gordas eram passos impensáveis. Tim Cook prometeu fazer alguma coisa, e está fazendo. Muito além dos desafios macroeconômicos e financeiros, a estratégia mais direta é mesmo reduzir o preço de uma linha de smartphones que, abaixo de qualquer perspectiva e atendimento a características, ainda é mais cara que os seus competidores diretos do Android.

Na semana passada, a Apple reduziu os preços dos iPhones na China, em um movimento que deve ser repetido no mercado internacional. Agora, o iPhone SE é ressuscitado com o preço mais baixo do seu catálogo, e com um desconto substancial em relação ao seu valor de lançamento. E estamos falando aqui de modelos completamente novos.

 

 

O iPhone SE é o menor iPhone do catálogo da Apple. Foi lançado em março de 2016 e descontinuado em setembro de 2018. Foi popular junto aos usuários que gostariam de ter um smartphone com tela de 4 polegadas mas com um hardware no nível do iPhone 6s, mas conservando características como o Touch ID e a última versão do iOS.

O modelo do iPhone SE que custa US$ 249 possui 32 GB de armazenamento, enquanto que a versão de 128 GB custa US$ 299. Não há informações se o modelo chegará ao mercado internacional, ou se a Apple vai relançar outras séries.

O ideal mesmo seria um modelo completamente novo para competir com os dispositivos de linha media premium Android que hoje custam entre US$ 400 e US$ 400, ou um iPhone SE 2 com hardware atualizado.

Vamos esperar para ver qual será o próximo movimento da Apple.

 

 

Via MacRumors