
A Apple prepara mudanças importantes para a próxima geração de iPhones, e um dos destaques é a possível ampliação da memória RAM no iPhone 18, que deve saltar dos atuais 8 GB do iPhone 17 para 12 GB no modelo base.
Segundo previsões divulgadas pelo fundo sul-coreano KB Security, esse aumento seria necessário para suportar as novas funções da Siri com IA local, anunciadas na WWDC 2026. A assistente deve operar de forma mais integrada ao sistema, exigindo maior capacidade de processamento diretamente no dispositivo.
Como estamos falando de uma nova plataforma de inteligência artificial (que conta com a parceria com o Google, o que deve demandar recursos de hardware), igualar a experiência de uso é algo mais do que obrigatório.
E a melhor parte disso é que, se tudo der certo, o usuário não vai pagar absolutamente nada a mais por isso.
Upgrade com o mesmo preço (pelo menos para o modelo base)
A Apple não deve alterar o preço do modelo base, apesar do upgrade de memória. O iPhone 17 chegou ao mercado por R$ 7.999, embora já possa ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no varejo online.
A manutenção do preço seria possível graças a acordos da Apple para adquirir memórias DRAM por valores abaixo do mercado, reduzindo custos mesmo diante da demanda crescente por RAM na indústria.
Até porque a própria Apple precisa redistribuir esse estoque de memórias adquiridas. Foi para essa finalidade específica que a empresa basicamente esvaziou o mercado de memórias, atacando diretamente o fornecimento para a concorrência.
Um movimento já esperado

Rumores sobre o aumento de memória já circulavam desde 2025, quando o site coreano The Bell apontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM. As encomendas envolveriam chips no padrão LPDDR5X, comuns em dispositivos móveis de alto desempenho.
Analistas como Jeff Pu também sugeriram que a Apple adotaria uma estratégia agressiva de preços, especialmente para os modelos Pro, mesmo com a escassez global de componentes.
Ainda não há informações sobre possíveis expansões de RAM nos demais modelos da linha. Atualmente, iPhone 17 Pro, 17 Pro Max e iPhone Air já contam com 12 GB. Logo, o objetivo aqui é melhorar a relação custo-benefício do modelo base do iPhone, para impulsionar ainda mais as suas vendas.
Janelas de lançamento alteradas
Outra mudança relevante é o cronograma de lançamento dos novos modelos de smartphones.
A Apple deve adotar uma estratégia dividida: os modelos Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável chegariam em setembro de 2026, enquanto o iPhone 18, o 18e e o iPhone Air 2 seriam lançados apenas na primeira metade de 2027.
O que faz mais sentido do que lançar todos os smartphones juntos. Até porque a Apple está segmentando os produtos de forma mais clara.
Os modelos mais caros (e com maior margem de capitalização) chegam na janela do início do ano fiscal da Apple (setembro). Já os modelos mais baratos chegam no primeiro trimestre do ano seguinte (março), para equilibrar as contas (e bater de frente com os concorrentes, como a Samsung e a linha Galaxy S).
Por enquanto, tudo está na zona de rumores. Vamos esperar pacientemente pelo mês de setembro para confirmações ou decepções.
