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iPad Pro (2025): as características técnicas

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Decidi dissecar o iPad Pro (2025) em diferentes aspectos, apenas e tão somente para mostrar o produto da forma mais detalhada possível. Falei do grande protagonista do produto, que é o chip M5, abordei os diferenciais de sua tela e como o iPadOS 26 amadureceu para acompanhar essa potência toda.

Agora, chegou a hora de conversar sobre os diferentes aspectos técnicos do produto que complementam as suas configurações. Os elementos que podem ajudar a justificar o preço cobrado pelo produto, que passa bem longe de ser barato no Brasil (a partir de R$ 12.500).

Vamos conhecer as demais características técnicas do iPad Pro (2025), e como esses recursos ajudam a dar contexto ao produto, principalmente no seu novo conceito de funcionamento respaldado nos recursos de inteligência artificial.

 

Design e ergonomia (mas sem abrir mão do desempenho)

O desenho do novo iPad Pro segue a linguagem minimalista introduzida em 2024, mas o refinamento é evidente. A Apple conseguiu reduzir ainda mais a espessura e o peso, mantendo rigidez estrutural e acabamento premium.

O alumínio espacial, combinado às opções em preto ou prata, dá um aspecto futurista ao aparelho — discreto, mas sofisticado. É incrível perceber como um dispositivo tão fino e leve entrega desempenho comparável a máquinas robustas.

Essa é uma das principais vantagens em trabalhar com um processador que dispensa o uso de ventiladores para gerenciamento térmico, como é o caso do chip M5. É perfeitamente possível combinar o design com a alta performance, determinando neste caso uma vitória nos projetos ultrafinos de dispositivos eletrônicos.

A ergonomia foi pensada para quem vive em movimento. O equilíbrio entre leveza e poder torna possível editar vídeos ou ilustrar projetos em qualquer lugar.

A combinação com o Magic Keyboard amplia essa versatilidade, trazendo teclado retroiluminado e trackpad preciso, que simulam a sensação de usar um MacBook, mas com o benefício de desconectar e voltar ao modo tablet em segundos.

 

Conectividade, autonomia e câmeras

Outro destaque do iPad Pro (2025) é o suporte avançado para monitores externos via Thunderbolt e USB‑C 4.

O novo tablet agora reproduz conteúdos em 120 Hz em telas grandes, tornando-se uma ferramenta essencial para apresentações ou trabalhos visuais detalhados. Essa compatibilidade reforça sua vocação híbrida — o usuário pode transformá-lo em desktop de mesa ou em companheiro de bolso com a mesma fluidez.

Em termos de autonomia, o iPad Pro mantém as tradicionais dez horas de uso contínuo em navegação ou vídeo. Contudo, o carregamento rápido permite chegar a 50% da bateria em cerca de meia hora.

O ganho de eficiência atende bem profissionais que trabalham fora do escritório e precisam de recargas ágeis entre compromissos. Além disso, quando consideramos tudo o que o dispositivo é capaz de fazer (principalmente nas tarefas mais avançadas), entendemos que o ganho de autonomia de bateria foi expressivo neste caso.

O conjunto de câmera também foi revisto, muito mais para melhorar o uso em tarefas como chamadas de vídeo do que necessariamente em registrar fotos e vídeos com o dispositivo.

O sensor traseiro de 12 MP com Lidar entrega captação precisa de profundidade e brilho equilibrado, enquanto a frontal de 12 MP supera expectativas em videochamadas. Recursos como enquadramento centralizado dinamicamente ajustam a imagem para manter o foco perfeito, mesmo com movimentos.

Tudo reforça a ideia de um tablet que pode atuar em múltiplos papéis — criativo, profissional e pessoal — dependendo de como o usuário decide explorá-lo.

 


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