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Pois é! O 5G mal começou lá fora (aqui no Brasil nem teve leilão do 5G ainda, e o padrão deve demorar para começar a operar por aqui), e já estão falando do 6G.

E isso é algo relativamente normal, já que o mundo tecnológico continua a avançar. E essa realidade permite o desenvolvimento de uma tecnologia futura durante a implantação de uma outra tecnologia que ainda não está consolidada no mercado. É o que mais ou menos está acontecendo com o 4K, que só agora está se popularizando, mas com o 8K como uma realidade inicial (com transmissão dos Jogos Olímpicos de Tóquio, inclusive).

 

 

 

5G só começando, mas já estão planejando o 6G

 

 

Como o nosso amigo leitor do blog bem sabe, o 5G está passando por uma adoção gradual, com gigantes como Samsung e Huawei lançando os primeiros dispositivos com essa tecnologia de rede. Porém, a decolagem do 5G só vai acontecer no meio de 2020.

Esse impulsionar do 5G será possível pelos investimentos dos governos dos principais mercados globais, mas também pelos fornecedores asiáticos de smartphones, que preparam uma verdadeira avalanche de dispositivos compatíveis com essa tecnologia de rede até o final de 2020. A promessa é que muitos desses telefones serão na faixa de preços “econômicos”.

O 5G estava em desenvolvimento há muito tempo, mas o seu estágio de adoção no mundo ainda é muito oficial. Esse detalhe é importante, pois muitos podem achar que o 6G vai chegar em poucos anos, o que é um erro de interpretação desse texto. Muito pelo contrário: vale lembrar que o desenvolvimento do 5G começou em 2008, o que nos leva a crer que não veremos o 6G no mercado antes de 2030, pelo menos.

Especialistas que estão trabalhando no desenvolvimento do 6G acreditam que esse padrão será capaz de atingir velocidades de até 1 TB/s. Isso mesmo: um terabyte por segundo. Um valor simplesmente vertiginoso que, por outro lado, seria a máxima velocidade teórica, no melhor cenário possível, e não uma velocidade média real em cenários normais de uso.

É esperado que o padrão 5G impulsione todo um mercado de Internet das Coisas, enquanto que o padrão 6G pode oferecer um salto de geração de dispositivos significativo, com a implementação de hologramas e novas tecnologias que podem aproveitar a maior largura de banda e menor latência para criar experiências únicas para o usuário.

O caminho a ser percorrido é longo, mas não resta dúvidas que o futuro das conexões sem fio será brilhante. E, de novo, é a China que está tomando as rédeas do negócio para mais uma vez vencer a corrida das novas tecnologias de rede.

 

 

Via GizChina


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