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Instagram está certo em banir influencers que promovem armas de fogo

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Não é a primeira vez que eu escrevo sobre isso. O Instagram é a rede social que mais se esforça para ser um ambiente seguro e saudável para os seus usuários (mesmo sendo um serviço do Facebook, que não entrega o mesmo empenho nesse aspecto), e suas ações até agora são eficientes e bem elogiadas.

Agora, a plataforma pode tomar medidas extremas para melhorar a forma em que o grande público vê o Instagram. Um exemplo disso é o banimento de conteúdo de influencers que realizam postagens que podem não ser bem vistos pelo grande coletivo.

 

 

E tá errado?

Bom, uma coisa que é preciso deixar bem claro é que o Facebook (e, por tabela, o Instagram) precisa melhorar com urgência a política de publicação de nudez artística nas plataformas. A ideia em banir o conteúdo de arte que apresenta corpos desnudos dá a entender que essas políticas foram criadas por ultra conservadores.

Se bem que o norte-americano nunca soube lidar direito com com o sexo. Mas essa é outra história.

Por outro lado, a decisão em banir conteúdos pagos que violam as suas regras mais emblemáticas indica que ao menos o Instagram está segundo para a direção correta, com mais chances de acertos em um sentido mais amplo.

A seguir, o que o Instagram comenta sobre as suas novas políticas de banimento de conteúdos que violam esse bom senso:

“Conteúdo pago que promove o vaping, o tabaco e as armas não serão permitidos. As nossas políticas há muito que proíbem a promoção destes produtos e vamos começar a tomar medidas sobre esta questão nas próximas semanas.”

Ou seja, os produtores de conteúdo que enviarem de forma constante para o Instagram imagens e vídeos sobre armas de fogo, tabaco ou vaping, terão os seus conteúdos eliminados. Não foram revelados detalhes sobre outras consequências a serem aplicadas aos casos reincidentes na plataforma, mas tudo indica que a punição mais severa pode ser a eliminação por completo dos perfis.

A decisão acontece porque recentemente aconteceram tiroteios em escolas e locais públicos, principalmente nos Estados Unidos, e o fato de algumas entidades (e alguns políticos em países específicos que bem conhecemos) promoverem e estimularem o uso de armas de fogo não só ajuda as pessoas a terem a oportunidade para conseguir uma arma, mas também facilita a todos a conseguirem uma.

Não está especificado onde entram os perfis que promovem teases elétricos, gás de pimenta ou outros tipos de armas. Mas não podemos descartar que os demais formatos de armamentos também possam receber algum tipo de sanção por parte do Instagram. E isso é possível deduzir porque a rede social fala sobre “publicações pagas sobre armas”, mas não fala especificamente sobre armas de fogo.

 

 

Errado não está!

O Instagram é uma comunidade fechada, e para participar dela você precisa aceitar os seus termos de uso. É como a nossa casa: para entrar nela, é preciso respeitar e cumprir as regras. Logo, nem dá para alegar aqui que a plataforma está censurando os produtores de conteúdo, pois seria o mesmo de você visitar a minha casa e eu não querer assistir ao filme A Lagoa Azul na Sessão da Tarde e você querer.

Quem manda na minha casa sou eu. Quem manda na sua casa é você. Quem manda no Instagram é o Instagram.

Além disso, o desejo de disseminar a cultura da violência ganhou proporções absurdas nos últimos tempos, e alguém precisa parar com isso. E bem sabemos como as redes sociais contam com papel importante nesse processo. Logo, qualquer iniciativa que tem como objetivo abaixar a bolinha dos extremistas está valendo.

Principalmente os extremistas que ganham dinheiro com a sede de justiça de outros extremistas.


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