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Google Pixel 4 terá reconhecimento facial avançado e controle de movimento

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O Google Pixel 4 ainda será anunciado (deve acontecer em algum momento antes do final de 2019), mas diferente de outros fabricantes, o Google parece não ter pudores em apresentar as particularidades e qualidades do seu smartphone. A última novidade (que é oficial, já que a fonte é a própria gigante de Mountain View) tem a ver com o projeto Soli.

Não é comum ver uma empresa como o Google antecipar coisas importantes sobre os seus futuros produtos, mas como o que a empresa quer fazer marketing antecipado com o futuro lançamento, as informações são bem vindas. A empresa destaca agora a parte superior do telefone, que não entrega uma tela infinita para apresentar uma série de sensores muito particulares.

 

 

Muitos sensores para funções diferenciadas

 

 

A quantidade de sensores a mais é incomum para um smartphone, mas está diretamente relacionada com várias funções. A primeira é para o desbloqueio facial, mas utilizando dois sensores infravermelhos e um iluminador, para que esse desbloqueio funcione em qualquer posição e apenas com um registro realizar o desbloqueio do smartphone.

Os dados registrados pela identificação do rosto ficam armazenados no chip seguro Titan M e todo é processado no telefone. Ainda fica um pouco atrás para competir com o nível de segurança do Face ID da Apple, mas sem dúvida é bem mais seguro que os sistemas de desbloqueio facial de outros sistemas.

Mas o sensor mais interessante do Google Pixel 4 é mesmo o Soli, que é uma espécie de ‘radar’ que detecta os movimentos, e não apenas pela imagem. Ele possui um componente volumétrico, trabalhando na banda de 57 a 64 GHz, e este é o diferencial mais forte do telefone, pois permite medir de forma milimétrica o que está diante do telefone.

O radar permite detectar em detalhes os gestos, a direção e intenção dos mesmos, e isso é mais avançado do que contar apenas com a identificação com as câmeras. Por outro lado, isso tem um preço: operar tais frequências exige uma autorização em cada país, de modo que no Brasil vai depender da Anatel determinar qual é a frequência que o Soli vai funcionar.

 

 

O Google faz muita ênfase que os dados de desbloqueio e reconhecimento facial não vão ficar na nuvem, mas sim no telefone. Isso é muito importante sobre os temas de privacidade, e veremos quais outros detalhes vão reforçar esse aspecto no dispositivo nos próximos meses.

 

https://youtu.be/KnRbXWojW7c

 

Via Google


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