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Uma das melhores coisas presentes na linha Nexus (e agora na linha Pixel) é o fato de serem os primeiros smartphones do muindo a receber a mais recente versão das atualizações do sistema operacional Android. E isso é garantido por pelo menos três anos. Ou seja, a linha Pixel 3 será atualizada até 2021 (pelo menos).

Levando em conta a segmentação que existe no mundo Android, este é um dos fatores mais importantes na hora de investir em um dispositivo da linha Pixel. Porém, o Pixel é compatível com um outro sistema operacional da Google que muitos desconhecem, e que, se tudo der certo, vai ‘matar’ o Android.

O Fuchsia é o sistema operacional que representa o futuro dos smart devices, na visão do Google. É um sistema operacional cujo desenvolvimento começou do zero, e deve funcionar em várias plataformas diferentes, incluindo smartphones, tablets, notebooks, alto-falantes inteligentes, Internet das Coisas e outros gadgets. Já dá para dizer que a imaginação é o limite para esse sistema operacional.

 

 

Apesar da Google não ter anunciado oficialmente a plataforma, o Fuchsia deve substituir o Android e Chrome OS (repito, se tudo der certo), retendo completamente o suporte para os atuais aplicativos.

Alguns vazamentos anteciparam um preview de como será a interface do Fuchsia, onde o software já fez o processo de inicialização em vários dispositivos. Porém, ele ainda está muito ‘verde’ para ser utilizado no dia a dia. Logo, mesmo que o futuro pareça algo empolgante, principalmente quando está em execução no Google Pixel 3, ainda é muito cedo para abandonar o Android.

 

 

De acordo com o 9to5Google, um programador independente conseguiu instalar o Fuchsia no seu Pixel 3 XL, e ficou impressionado com o resultado. Mesmo em fase muito rudimentar, foi impressionante ver o que o sistema operacional é capaz de fazer, rodando sem problemas no Pixel 3 e Pixel 3 XL.

Curiosamente, isso também serve como prova que outros dispositivos Android também podem ser compatíveis com o sistema operacional, desde que os fabricantes queiram trabalhar nisso.

 

Via 9to5Google


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