Vamos admitir: a Google facilitou e muito a nossa forma de buscar conteúdos na web. A ponto de criar uma nova piada: “se não está na Google, é sinal que não existe”. Por outro lado, toda essa praticidade também transformou a ferramenta de busca em uma plataforma quase infalível para a busca de pirataria.

Isso deixava muita gente feliz e contente. Mas é sempre importante recordar aos mais espertinhos que isso é um ato ilegal (depois não venha aqui pedir por políticos honestos, ok?). E esse é um fenômeno que preocupa e muito a Google, ainda mais com as novas legislações que estão sendo adotadas na Europa.

Por isso, para mostrar uma certa boa vontade para combater a pirataria, a Google publicou o relatório How Google Fights Piracy, onde a empresa detalha as suas últimas iniciativas para combater esse mal.

De forma resumida, a distribuição de pirataria digital diminuiu na internet, muito em parte graças ao veto que a Google adotou para os links com esses conteúdos considerados ilegais. A empresa destaca cinco fatores primordiais nas suas ações e investimentos de recursos:

1. Mais de 3 bilhões de URLs foram eliminadas do seu buscador desde o lançamento de sua última ferramenta de denúncia de violações de direitos.
2. Mais de 10 milhões de anúncios não aprovados pela Google apenas em 2017, por serem considerados suspeitos de infringir direitos de autor.
3. Mais de US$ 3 bilhões que o YouTube pagou para os titulares de direitos autorais em sua plataforma, graças ao Content ID.
4. Mais de US$ 100 milhões investidos na criação do Content ID.
5. Mais de US$ 1.8 bilhão pagos pelo YouTube para a indústria musical, apenas em publicidade (entre outubro de 2017 e setembro de 2018).

No final do relatório, a Google garante que vai seguir investindo dinheiro na sua luta contra a pirataria, dividindo as regalias e o dinheiro correspondente aos donos dos direitos autorais.

 

Via Google