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Google diz adeus para o mercado de tablets

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Nem com Android, nem com Chrome OS. O Google não quer fazer novos tablets. Ou seja, aqueles que esperavam por um Pixel Slate 2 ou um Pixel C 2 terão que recorrer a outras empresas na hora de adquirir um novo dispositivo nesse segmento.

A notícia pode parecer surpreendente, mas não é tanto se levarmos em consideração o escasso sucesso dos últimos lançamentos de tablets do Google. Muito longe do esperado pela empresa, nem o Pixel Slate nem o Pixel C alcançaram as suas metas de venda.

Além disso, diferente das boas impressões entregues com a sua nova linha de smartphones e notebooks com com Chrome OS, os tablets se mostraram nos últimos anos uma divisão desprestigiada, que não recebeu a devida atenção do grande público.

 

 

Suporte para parceiros continua (ou os parceiros que sobrarem…)

 

 

Logo, um porta-voz do Google declarou declarou que “o Chrome OS cresceu em popularidade em uma ampla gama de dispositivos. Seguiremos trabalhando com o nosso ecossistema de parceiros na apresentação de notebooks e tablets. Nossos esforços de hardware se centrarão nos próximos notebooks Chrome OS, mas seguiremos sendo compatível com o Pixel Slate”.

Em outras palavras: o Google reconheceu que fracassou na hora de produzir os seus tablets próprios e deixa nas mãos dos seus parceiros que vão seguir adaptando os últimos desenvolvimentos da empresa nesse segmento.

Fato é que, como parte de sua própria natureza e em parte pelo desinteresse dos desenvolvedores, o Android nunca foi um rival a altura do iOS no mercado de tablets. Por outro lado, o Chrome OS demonstrou ter muito mais sentido nos notebooks, e não encontrou o seu lugar no mercado tablet.

Alguns rumores apontam que o Google estaria se preparando para lançar dois novos dispositivos em 2019. Estamos falando de um novo Pixelbook top de linha, além de outro portátil baseado no Chrome OS, destinado a marcar presença forte no segmento de linha média.

E temos mais um sinal claro que o mercado de tablets está cada vez mais segmentado. Não digo “em extinção”, mas claramente voltado para segmentos específicos de consumo.

 

Via Computer World


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