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Os rumores se confirmaram. O Google adquiriu a Fitbit por US$ 2.1 bilhões. A informação foi confirmada em um comunicado conjunto das duas empresas.

A Fitbit tem longa experiência no setor de wearables, e assim o Google pode impulsionar a sua divisão de smartwatches com um WearOS que jamais conseguiu rivalizar com outras alternativas, principalmente com o watchOS da Apple.

 

 

Uma compra para melhorar o WearOS e o Google Fit

 

 

A compra também se reflete no segmento de software e dados relacionados com a saúde. A Fitbit conta com 28 milhões de usuários, e recentemente investiu uma grande quantidade de recursos no Fitbit Premium. O destino da ferramenta é incerto, mas ela se encaixa como uma luva no Google Fit.

Por outro lado, a Fitbit informa que os usuários continuam com o controle sobre os seus dados, e que jamais vai vender as informações pessoais ou dados sensíveis, além de garantir que esses dados não serão utilizados para anúncios do Google.

Os produtos da Fitbit continuam disponíveis, e a empresa revela que o suporte para Android e iOS continua, de forma equivalente.

O negócio foi concluído com um valor de venda de US$ 2.1 bilhões, ou US$ 7.35 por ação em efetivo. A compra está prevista para se materializar ou se tornar efetiva em 2020, e está sujeita a diversas regulamentações norte-americanas.

A compra da Fitbit se encaixa perfeitamente na estratégia do Google em se reforçar em um setor onde não teve sucesso diante de marcas como Apple, Samsung ou Xiaomi. No começo de 2019, a gigante de Mountain View realizou um importante movimento nesse sentido, ao adquirir a divisão da Fossil destinada ao WearOS por US$ 40 milhões.

Com a compra da Fitbit, o Google também se reforça nos aspectos de hardware. Um terreno onde por muito tempo aposta em produtos “made by Google”, mas que ainda conta com uma margem a ser superada em relação aos seus principais concorrentes.

 

Via Google, Fitbit


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