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Galaxy Note 10 consolida a morte do conector de áudio de 3.5 mm nos smartphones

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O lançamento do Galaxy Note 10 decretou o fim do conector de áudio de 3.5 mm para fones de ouvido nos smartphones top de linha da Samsung, algo que os coreanos estufaram o peito no passado para fazer marketing, chegando a fazer troça da Apple que retirou esse item do iPhone.

O motivo para a morte desse conector é bem válido: ele ocupa um grande espaço em um dispositivo que tem que lidar com a miniaturização. Paradoxalmente, esse foi o caminho adotado por Apple, Google ou OnePlus no passado, e o espaço economizado resultou em uma melhor resposta háptica e mais mAh de bateria.

 

 

O áudio sem fio é mais rentável

 

 

O progressivo desaparecimento do conector de fones de ouvido acontece nos modelos top de linha, onde o usuário está mais propenso a investir em fones de ouvido sem fio, evitando problemas na hora de recarregar a bateria do smartphone (por não contar com um adaptador ou portas livres para isso).

A curto prazo, vai ser difícil ver os modelos de linha média e de entrada abrindo mão do conector de 3.5 mm, mas no futuro… quem sabe? Nesse momento, o Galaxy M40 já é um modelo de baixo custo sem o citado conector, mas a sua presença de mercado é mínima.

Decisões de engenharia de lado, também influencia o fato que os clientes que usam os fones que acompanham o kit de venda não rendem dinheiro para os fabricantes. Logo, que comprem os fones sem fio para fazer o mercado girar.

Enquanto isso, fabricantes como Apple e Google já fecharam o ano de 2018 com 100% dos seus smartphones sem o conector de 3.5 mm, e a OnePlus também alcançou esta porcentagem.

LG, Xiaomi, Sony ou HTC já estão com uma porcentagem de produtos com tal característica acima dos 50% (dados de 2019, os dados de 2019 são provisórios, e podem variar com a chegada de novos modelos durante o segundo semestre do ano). E a Samsung passou de 4.17% em 2018 para quase 40% nos primeiros sete meses de 2019.

Talvez sirva esta tendência para que a indústria mobile de um modo geral e a Samsung em particular entendam que não se deve fazer marketing com as decisões da concorrência. Mais cedo ou mais tarde, as tendências podem se consolidar. Não importa se elas chegam pelas mãos da Apple ou da Nokia.


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