O Facebook alterou mais uma vez a sua política de privacidade, agora com o objetivo de impedir que fake news que incitam o ódio se propaguem na rede social.

Agora, o Facebook vai levar em conta textos e posts que contam apenas com fotos, estratégia normalmente utilizada para a propagação de atitudes violentas contra minorias e promoção de notícias falsas.

Em alguns países, as redes sociais chegaram ter o seu acesso bloqueado para tentar reverter o cenário que resulta em mortes nos casos mais críticos.

Por conta dessa situação limite, o Facebook vai utilizar o seu sistema de reconhecimento de imagem para detectar textos em fotos e ilustrações, trabalhando em parceria com organizações locais e internacionais para verificar a veracidade das informações.

Mark Zuckerberg garante que não vai remover postagens que são fake news, mas que não representam uma ameaça para algum grupo, ou seja, as pessoas podem seguir argumentando sobre qualquer assunto, mesmo que seja uma mentira ou baseada em uma verdade manipulada.

O que, na minha modesta opinião, continua a ser um problema que é o próprio Facebook precisa resolver. Deixar nas mãos dos usuários a decisão de indicar o que é uma notícia verdadeira e o que é fake news é um perigo, levando em consideração que a grande massa crítica não tem bom senso.

A medida complementa a decisão tomada pelo Facebook em março de 2018, que passou a verificar links externos, publicações compartilhadas e imagens em vídeos, na tentativa de detectar notícias falsas compartilhadas pelos usuários.

 

Via CNBC