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É um post meio óbvio, mas eu ainda aposto na audiência rotativa. Dito isso, mais uma vez, é altamente recomendado para as pessoas que querem um pouco mais de paz de espírito e felicidade em suas vidas que abandone o Facebook o quanto antes.

Um novo estudo realizado pela Universidade de Stanford concluiu que as pessoas que decidem fazer uma espécie de ‘detox digital’ e abandonam o Facebook durante um mês são mais felizes.

O estudo selecionou 2.488 usuários da rede social de propriedade de Mark Zuckerberg, que passava em média uma hora por dia visitando os seus perfis. Para medir o impacto do estudo de forma mais crível, separaram os usuários em dois grupos.

Um grupo teve como objetivo desativar a sua conta no Facebook, e outro grupo de controle seguiu com as suas atividades na rede social, sem qualquer tipo de alteração. Depois de um mês de testes e análise de diversos fatores, eles concluíram que o grupo que desativou o Facebook apresentou níveis de felicidade mais elevados.

É claro que temos de considerar a relativa impossibilidade de medir a felicidade. Mesmo porque o conceito de felicidade é variável e relativo, pois varia de pessoa para pessoa. Sem falar que felicidade aparece de tempos em tempos, e não é uma constante na condição humana.

Ainda assim, não é difícil imaginar como é que as distrações e influências negativas da rede social de Mark Zuckerberg podem alterar a forma em como olhamos para a vida.

 

 

Durante o estudo, os pesquisadores utilizaram várias medidas quantitativas em tempo real para analisar o nível de felicidade de cada participante. Mesmo que não sejam medidas de controle absoluto, elas tornaram possível a comparação entre os dois grupos criados.

Os resultados foram evidentes. De acordo com os investigadores, o grupo que desativou o Facebook começou desde cedo a demonstrar níveis mais elevados de bem estar e felicidade. A vasta maioria das pessoas desse grupo naturalmente passou muito menos tempo nas demais redes sociais, investinndo mais do seu tempo livre em atividades offline.

Um dos detalhes pontuais do estudo é que os usuários foram autorizados a seguir usando o Facebook Messenger, apenas para manter o contato esporádico com os seus amigos e familiares. Não foram calculados os possíveis impactos dessa condicionante.

Por fim, embora o estudo não seja irrefutável na garantia da afirmação do Facebook ser um sinônimo de infelicidade, com certeza fará com que você olhe para essa possibilidade com outros olhos. Fato é que não fazemos ideia do impacto que os nossos hábitos online acabam por ter em nosso comportamento.

E você não tem nada a perder se fizer um pequeno teste deixando o Facebook de lado por algum tempo.

Desafio lançado.

 

Via TechCrunch


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