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Este é o streaming mais cancelado nos EUA – e isso fala muito sobre o futuro do setor no Brasil

Existe uma manchete circulando por aí que parece um obituário: o Paramount+ é o streaming que os usuários mais querem cancelar. A pesquisa é de setembro de 2026, foi conduzida pela agência de marketing Searchbloom e cruzou volume de buscas por “cancelar” e “assinar” nos Estados Unidos. O serviço da Paramount ficou em primeiro lugar, com 17,9% de “exit share” — a maior proporção de buscas de saída em relação ao total de buscas de entrada e saída entre sete grandes streamings analisados.

Até aí, tudo bem.

O problema é que a mesma empresa que lidera essa lista adicionou 2 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2026 e chegou a 81,6 milhões de assinantes globais. Ou seja: o serviço está crescendo, mas também aparece no topo de uma lista de buscas relacionadas a cancelamento. Isso não é contradição. É um retrato de um mercado que amadureceu de um jeito que ninguém estava preparado para explicar.

E é justamente aí que a história fica interessante.

 

O que a pesquisa mede (e o que ela não mede)

Vamos começar pelo básico, porque a maioria dos sites que noticiou essa pesquisa pulou essa parte.

A Searchbloom não perguntou a ninguém “qual streaming você quer cancelar?”. Ela fez algo mais indireto e, ao mesmo tempo, mais revelador: usou dados de volume de busca no Google, via Ahrefs e Google Trends, para termos como “cancelar [streaming]” e “assinar [streaming]”. Depois, calculou o que chamou de exit share:

Exit share = buscas de cancelamento ÷ (buscas de cancelamento + buscas de assinatura)

Em português claro: a métrica não mede quantos cancelaram. Mede qual streaming gera mais buscas relacionadas à intenção de saída em relação ao interesse de entrada, usando o comportamento de busca como termômetro.

Isso muda tudo. Primeiro, porque intenção não é ação. Alguém pode buscar “como cancelar Paramount+” e, no fim, decidir ficar. Da mesma forma, muita gente cancela direto no aplicativo, sem nunca passar pelo Google. Segundo, porque a métrica considera a proporção entre buscas de saída e de entrada, não o tamanho real da base de assinantes. Um streaming pode ter milhares de buscas de cancelamento em números absolutos e, ainda assim, apresentar uma exit share baixa, caso o volume de buscas por assinatura seja muito maior.

Portanto, quando você lê “Paramount+ é o streaming que os usuários mais querem cancelar”, a tradução correta é: “Paramount+ é o streaming com maior proporção de buscas relacionadas a cancelamento entre os serviços analisados”. Não é “maior taxa real de cancelamento”.

São coisas diferentes.

 

O ranking completo da Searchbloom

O estudo analisou sete serviços: Paramount+, Apple TV, Disney+, Netflix, Hulu, Peacock e HBO Max. O ranking de exit share ficou assim:

Posição Serviço Exit share Buscas/mês para cancelar Buscas/mês para assinar
1º Paramount+ 17,9% ~15.000 ~68.800
2º Apple TV 17,5% ~11.000 ~51.700
3º Disney+ 17,3% ~15.000 ~71.700
4º Netflix 11,7% ~9.200 ~69.400
5º Hulu 10,0% ~15.000 ~135.600
6º Peacock 8,9% ~11.000 ~112.800
7º HBO Max 5,2% ~6.800 ~124.300

Dois pontos chamam atenção imediatamente.

O primeiro: preço, isoladamente, não explica o ranking. Paramount+ e Netflix aparecem com a mesma mensalidade de entrada de US$ 8,99 nos Estados Unidos, segundo os valores considerados na pesquisa. Mesmo assim, a exit share do Paramount+ foi mais de 6 pontos percentuais maior. Apple TV, com preço superior e sem plano com anúncios na modalidade comparada, ficou em segundo lugar. Isso sugere que a mensalidade, por si só, não explica a diferença entre os serviços.

O segundo: HBO Max tem a menor proporção de buscas relacionadas a cancelamento, mesmo não sendo o mais barato. Isso pode indicar uma relação diferente entre preço e valor percebido, mas a pesquisa não permite determinar quais fatores explicam esse resultado.

A conclusão dos autores da pesquisa é direta e merece ser repetida:

“As pessoas cancelam o app que pararam de abrir. O preço só decide quanto tempo elas levam para perceber.”

A frase resume uma interpretação de Cody C. Jensen, CEO e fundador da Searchbloom, sobre o comportamento dos consumidores. Ela não deve ser confundida com uma conclusão estatística demonstrada pelo levantamento, que não mediu diretamente a frequência de uso dos aplicativos.

 

Churn real versus intenção de busca: os dados da Antenna

Para entender o quadro completo, é preciso cruzar a Searchbloom com dados de churn efetivo — cancelamentos reais — como os da Antenna, empresa de analytics de assinaturas.

Em maio de 2026, a taxa mensal de churn entre nove serviços premium foi:

  • Netflix: 2% (menor da categoria, mantido por um ano).
  • Disney+: 3%.
  • Hulu: 4%.
  • Paramount+, Apple TV, Discovery+ e HBO Max: 5% cada.
  • Peacock: 7%.

Aqui a história fica mais nuanceada. Paramount+ tem churn de 5%, mais que o dobro do da Netflix, mas igual ao de Apple TV e HBO Max — que aparecem com exit share bem diferente na Searchbloom. HBO Max, que tem a menor proporção de buscas relacionadas a cancelamento (5,2%), registra o mesmo churn mensal (5%) que o Paramount+ nos dados da Antenna.

O que isso mostra? Que intenção de busca e churn real não são a mesma coisa. A Searchbloom capta buscas relacionadas à possibilidade de saída, enquanto a Antenna acompanha cancelamentos efetivos. Os indicadores medem fenômenos diferentes e não permitem concluir, por si só, quantas pessoas insatisfeitas efetivamente deixam cada serviço.

 

Por que o Paramount+ lidera a lista

A pesquisa não investiga motivos. Mas o contexto ajuda a montar algumas hipóteses.

O Paramount+ ofereceu promoções agressivas em 2026, incluindo planos Essential e Premium a US$ 0,99 por mês durante dois meses no verão americano, conforme as ofertas divulgadas para o período. Isso pode atrair assinantes interessados em aproveitar o preço promocional e que, posteriormente, avaliam se vale a pena continuar pagando a mensalidade integral. Mas não há evidência suficiente para afirmar que essas promoções explicam o resultado da Searchbloom.

O segundo fator é a dependência de eventos ao vivo. O Paramount+ oferece conteúdos esportivos como UFC, NFL e futebol universitário, que podem provocar picos de interesse e utilização em determinados períodos. Fora dessas janelas, parte dos assinantes pode avaliar se o serviço continua justificando a mensalidade. Ainda assim, a pesquisa não mediu engajamento ou frequência de uso e, portanto, não comprova que o consumo cai entre os eventos.

O terceiro fator é a percepção de catálogo. Apesar de ter franquias fortes como Yellowstone, South Park e filmes da Paramount, a sensação de profundidade contínua de catálogo e lançamentos imperdíveis pode ser diferente daquela oferecida por Netflix, Disney+ ou HBO Max — especialmente fora dos Estados Unidos. Essa é uma hipótese editorial, não uma conclusão demonstrada pelo levantamento.

Em resumo: uma possibilidade é que parte dos consumidores assine por promoção ou evento específico, use intensamente por um tempo e, quando a conta volta ao normal ou o calendário esportivo esfria, passe a avaliar se vale a pena continuar. Isso não significa que o serviço é ruim. Significa que a permanência pode depender de fatores como preço, programação e frequência de uso, algo que a pesquisa de buscas, sozinha, não consegue determinar.

 

O paradoxo: mais vontade de cancelar, mas ainda crescendo

Aqui está o ponto que torna o resultado “surpreendente” só na manchete.

Mesmo liderando a exit share, o Paramount+ adicionou 2 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2026, chegando a 81,6 milhões globalmente, com ARPU em alta. O serviço vive um cenário em que o crescimento da base de assinantes convive com um volume proporcionalmente elevado de buscas relacionadas a cancelamento. Mas os dados não revelam quantos assinantes efetivamente saíram durante o período, nem permitem atribuir essas buscas a clientes que entraram por promoção, esporte ou lançamento.

Esse padrão pode ser compatível com serviços que usam preço promocional para acelerar o crescimento e registram picos de demanda ligados a eventos. Mas não há dados suficientes para afirmar que o Paramount+ ainda não construiu um hábito semanal de uso forte o bastante para segurar seus assinantes entre grandes lançamentos.

Não é um problema exclusivo do Paramount+. É uma das questões que o modelo de negócio de streaming precisa enfrentar em 2026.

 

Netflix: a mais cancelada em números absolutos, mas a menos “desejada” para sair

A Netflix merece um parágrafo à parte, porque o caso dela é emblemático.

Em pesquisas de opinião nos Estados Unidos, a Netflix aparece como a mais cancelada em números absolutos — 32% dos entrevistados relataram ter cancelado no último ano. Mas também é a mais desejada caso pudessem ficar com apenas uma: 42% escolheriam a Netflix se tivessem que manter só um serviço.

Na Searchbloom, tem exit share de 11,7%, bem abaixo de Paramount+, Apple TV e Disney+. Na Antenna, registra o menor churn mensal (2%), indicando uma taxa de cancelamento inferior à dos demais serviços premium analisados.

Tradução: a Netflix pode registrar mais cancelamentos em números absolutos simplesmente por ter uma base de assinantes maior. Mas, quando o assunto é “qual eu manteria se pudesse ter só uma”, ela aparece na liderança da pesquisa citada. É a diferença entre volume absoluto de cancelamentos, intenção declarada de permanência e taxa efetiva de saída — indicadores que não devem ser confundidos.

 

Disney+: alto interesse de cancelamento, mas ainda essencial para famílias

O Disney+ tem 17,3% de exit share na Searchbloom, quase igual ao Paramount+. Mas seu churn mensal na Antenna é de 3%, menor que o do Paramount+ e do Apple TV.

Para famílias com crianças pequenas, o serviço pode continuar sendo especialmente relevante por causa de franquias como Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e Bluey. Isso pode ajudar a explicar a permanência de parte dos assinantes, mesmo quando existe insatisfação pontual. Colunas de opinião em portais de tecnologia chegam a sugerir cancelar Disney+ em meses de grade fraca, como setembro de 2026, segundo a Tom’s Guide. A recomendação, porém, representa uma estratégia editorial de economia, não uma evidência sobre o comportamento geral dos assinantes. É a lógica do streaming rotativo aplicada até a um serviço que parecia intocável.

 

HBO Max: menor intenção de saída, conteúdo visto como “premium”

O HBO Max tem a menor exit share da lista: 5,2%. Mesmo tendo churn mensal de 5% na Antenna — igual ao do Paramount+ —, o serviço pode se beneficiar da percepção de valor associada aos originais HBO, ao catálogo Warner e aos filmes de cinema.

Isso pode indicar que, entre os usuários que pesquisam sobre o serviço, a proporção de buscas relacionadas a cancelamento é menor. Mas não é possível concluir, com esses dados, que a percepção de valor seja necessariamente mais alta ou que o conteúdo seja o responsável pelo resultado. É uma hipótese que exigiria pesquisas específicas sobre satisfação e comportamento dos assinantes.

 

Apple TV: caro, pequeno catálogo, mas fiel

O Apple TV aparece em segundo lugar na exit share (17,5%), apesar de ter uma base menor. O preço considerado na comparação da pesquisa é de US$ 12,99, sem plano com anúncios, e o catálogo é menor que o dos concorrentes em quantidade de títulos. Mas os originais de prestígio podem contribuir para a retenção de parte dos assinantes.

O que os números sugerem é que, entre quem pesquisa sobre o serviço, há uma proporção significativa de buscas relacionadas a cancelamento em relação às buscas por assinatura. Isso pode estar associado à percepção de que não há conteúdo suficiente para justificar o uso contínuo, mas a pesquisa não mediu essa relação. É um serviço que pode depender de títulos específicos para atrair ou manter assinantes — e, quando esses títulos acabam, parte dos consumidores pode reconsiderar a assinatura.

 

O que isso diz sobre o comportamento do assinante em 2026

O panorama geral aponta para um consumidor de streaming potencialmente mais criterioso, rotativo e sensível a valor. Alguns números ajudam a dimensionar esse comportamento, embora cada pesquisa precise ser interpretada de acordo com sua própria metodologia:

  • 41% dos consumidores cancelaram pelo menos um serviço nos últimos seis meses; 22% fizeram churn (cancelaram e reassinaram depois).
  • 48% assinaram um serviço por causa de uma série específica e cancelaram depois.
  • 55% já reassinaram algum serviço que tinham cancelado antes.
  • 43% disseram que é provável cancelar pelo menos um streaming nos próximos três meses.
  • 80% já cancelaram uma assinatura após aumento de preço, segundo pesquisa brasileira da Vindi/Opinion Box.

Esses indicadores, desde que considerados dentro dos respectivos universos pesquisados, são compatíveis com a ideia de que parte dos consumidores alterna entre serviços de streaming. O comportamento conhecido como streaming cycling consiste em assinar para assistir a uma temporada, cancelar, migrar para outro serviço e eventualmente reassinar. É uma estratégia que pode reduzir os gastos do consumidor e criar desafios de retenção para as empresas, embora os dados apresentados não permitam afirmar que esse já seja o modelo dominante entre todos os assinantes.

 

Preço, valor percebido e a ilusão do “barato”

A Searchbloom encontrou algo contraintuitivo: preço explica apenas 0,5% da variação na intenção de cancelamento entre os serviços analisados.

Esse resultado, se interpretado dentro da metodologia utilizada pelo estudo, sugere que o preço isolado teve pouca associação com as diferenças de exit share observadas entre as plataformas. Isso não significa que o preço não influencie decisões individuais de cancelamento, nem comprova que o valor percebido seja a causa principal das diferenças.

Ao mesmo tempo, o custo total do pacote de streaming pode subir consideravelmente quando o consumidor assina diversos serviços simultaneamente. Oito grandes serviços, todos sem anúncios, somam 139,41 dólares por mês em setembro de 2026 — praticamente o mesmo que uma conta de TV a cabo de 2016 ajustada pela inflação, segundo a comparação apresentada. Mesmo a versão com anúncios do mesmo pacote, de 89,92 dólares por mês, representa um gasto significativo para o consumidor. A comparação depende, porém, dos serviços e planos incluídos na cesta e da metodologia usada para atualizar o preço histórico da TV a cabo.

Resultado: cortar o cabo deixou de ser sinônimo de economia automática. Agora, economizar pode exigir gestão ativa: rotacionar serviços, caçar promoções, aceitar anúncios ou viver em modo de assinatura intermitente.

 

Limitações da pesquisa: o que ela não mostra

É fundamental não extrapolar os dados. A pesquisa da Searchbloom tem limites claros:

  • Não mede cancelamentos reais, apenas buscas relacionadas a cancelamento.
  • Não inclui o Prime Video, cujas assinaturas podem ocorrer por meio do Amazon Prime, o que dificulta uma comparação direta com serviços contratados individualmente.
  • Pode captar ruído: no caso da Apple TV, parte das buscas por “cancelar” pode estar relacionada a dúvidas sobre dispositivos Apple TV, embora não haja evidência suficiente para quantificar esse possível efeito.
  • Foco nos Estados Unidos: a Searchbloom analisou buscas americanas; o comportamento pode ser diferente em outros mercados, incluindo o Brasil.

No Brasil, pesquisas locais indicam que a Netflix lidera a penetração entre os assinantes de vídeo (87%), seguida por Prime Video (58%), Globoplay (43%), Disney+ (37%) e HBO (33%). E 80% já cancelaram alguma assinatura após aumento de preço, segundo levantamento da Vindi/Opinion Box. Esses números dependem da metodologia e do universo pesquisado, e não devem ser interpretados como participação de mercado ou como proporção de toda a população brasileira sem essa confirmação. Não há, até agora, estudo equivalente ao da Searchbloom por serviço no país identificado nesta análise.

Portanto, o ranking da Searchbloom não deve ser lido como “Paramount+ é o pior streaming do mundo”. Deve ser lido como um sinal de que, nos Estados Unidos, o serviço apresenta a maior proporção de buscas relacionadas a cancelamento entre os sete streamings analisados.

 

O que o usuário final deve tirar disso

Se você é assinante e quer otimizar sua conta de streaming, a lição central é: pense em streaming como serviço rotativo, não necessariamente como assinatura fixa.

Cancele nos meses de grade fraca e reassine quando houver lançamentos que você realmente quer ver.

Avalie valor percebido, não só preço: quantas horas você realmente assiste por mês? Quantas séries ou filmes “imperdíveis” o serviço tem para você nos próximos 30 a 60 dias?

No caso específico do Paramount+:

Se você assina principalmente por esportes (NFL, UFC) ou por uma série específica, pode fazer sentido manter o serviço apenas nas janelas relevantes e cancelar nos períodos em que não pretende utilizá-lo.

Se você está em promoção de 0,99 dólar, aproveite, mas já planeje mentalmente se vai valer a pena a migração para preço cheio.

Para o Disney+:

Famílias com crianças pequenas podem considerar o serviço especialmente relevante, mas meses de grade fraca podem ser bons momentos para avaliar uma pausa ou um cancelamento temporário.

Quem tem bundle Hulu/Disney+ deve avaliar o pacote como um todo, já que o Hulu pode oferecer lançamentos mensais relevantes para determinados perfis de público.

 

Por que o resultado é “surpreendente” só na superfície

A manchete “streaming que os usuários mais querem cancelar” soa dramática. Mas o que os dados mostram é algo mais nuanceado.

O Paramount+ é, ao mesmo tempo, o serviço com maior proporção de buscas relacionadas a cancelamento e uma plataforma que cresceu em número de assinantes no segundo trimestre de 2026. O crescimento foi impulsionado por diferentes fatores, mas os dados disponíveis não permitem atribuí-lo especificamente a promoções e esportes. Isso não é contradição. É um retrato de um mercado em que o crescimento da base e o interesse por cancelamento podem coexistir, sem que um indicador explique diretamente o outro.

O verdadeiro recado da pesquisa não é “fuja do Paramount+”. É: nenhum streaming está imune ao julgamento mensal do assinante. Quem não entregar valor contínuo — seja por conteúdo, esporte, preço ou experiência — pode enfrentar dificuldades para manter seus clientes. Mas o ranking da Searchbloom, isoladamente, não permite prever quais serviços terão problemas de retenção.

E, convenhamos, isso não é necessariamente uma má notícia. A possibilidade de alternar entre serviços pode ampliar o poder de escolha do consumidor em um mercado que, por anos, funcionou também na base da inércia.

 

Via: Fortune, Cord Cutters News, Forbes, Tom’s Guide, Mundo do Marketing