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armazenamento

 

As coisas mudam constantemente no mundo da telefonia móvel. Temos aplicativos mais pesados e softwares mais complexos. E a consequência direta disso é um maior volume de dados no armazenamento local.

Nesse aspecto os cartões microSD são a salvação. Porém, flexibilizar o armazenamento interno está deixando de ser uma opção. A maioria dos fabricantes apostam em versões únicas para armazenamento dos seus dispositivos.

Antes, o armazenamento externo só servia para salvar os conteúdos do usuário. Agora, podem suportar os aplicativos, o que fez com que sua durabilidade e eficiência aumentasse. Sem falar que nossos arquivos pessoais hoje estão armazenados na nuvem.

Nem todos os fabricantes exploram o potencial das unidades externas, e hoje a tendência é o lançamento de versões únicas de dispositivos, evitando assim que um modelo com 32 GB canibalize o modelo com 16 GB de armazenamento. Mas todas as versões seguem recebendo slot para microSD.

Isso tudo simplifica a escolha do usuário: uma memória, um preço.

 

 

2017 começou e isso se tornou mais evidente. O Sony Xperia XZ Premium possui versão única de 64 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de 256 GB). O LG G6 tem 32 GB, mas também com SD. O Galaxy S8 conta com 64 GB, assim como o Huawei P10.

Os modelos intermediários seguem a mesma regra, como o Huawei P10 Lite, o Samsung Galaxy A5 2017 e o Xperia XA1.

Ou seja, é uma politica unificada dos gigantes do setor. Apesar de algumas empresas agirem como “ovelhas desgarradas”.

 

 

A linha Google Pixel (com memória expansível) ou os iPhones (sem expansão de memória) contam com pelo menos duas opções de armazenamento. Os modelos da Xiaomi e da HTC também seguem essa política.

Vários fabricantes seguem oferecendo múltiplas opções de armazenamento, mas os gigantes do setor estão mudando seu foco. Maior quantidade de armazenamento nativo, mas em opção única, e todos com expansão de armazenamento, que o usuário pode escolher a quantidade, ou se quer usar ou não.

Cada caso possui regras próprias.

Podemos sim discutir se ter informações salvas no microSD é ou não seguro. Mas o fato é que é o usuário que decide quanto ter ter de espaço livre para armazenar seus dados.

Com exceções de modelos específicos para determinados mercados, os fabricantes estão unidos nesse aspecto. Samsung, Sony, LG  e Huawei são os exemplos mais claros. Outros chegarão depois, e apesar de muitos chegarem a afirmar que os cartões microSD estavam em extinção, eles estão cada vez mais integrados no nosso dia a dia.

Se assim a gente desejar.


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