O iPhone deveria ser o smartphone mais seguro do mercado, de acordo com todas as medidas de segurança que são implementadas no produto. Deveria.

Apesar de sempre ser o dispositivo mais caro do mercado e contar com incontáveis tipos de bloqueios, os ladrões e cibercriminosos sempre encontram alguma forma de acessar os dados de um iPhone roubado.

Uma das técnicas utilizadas para desbloquear iPhones roubados é a mais direta possível, e não precisa nem mesmo ser um gênio ou um grande hacker para executá-la. Qualquer pessoa pode realizar essa ação, desde que tenha… uma arma!

Isso mesmo: o Bolsonaro facilitou a vida de muita gente também na hora de roubar um iPhone.

Na hora de assaltar a vítima, basta solicitar gentilmente para a pessoa ameaçada com uma arma na cabeça que ela mesma desative as telas de bloqueio e os modos de rastreamento do smartphone. Simples, rápido e eficiente.

Agora, se o iPhone foi retirado de uma bolsa ou da mochila, ou se o ladrão esqueceu de pedir o desbloqueio, as técnicas para destravar o dispositivo são mais complicadas.

 

 

Através de um e-mail onde o larápio se passa pela Apple, ele entra em contato com a vítima e induz a mesma a clicar em um site que é basicamente idêntico ao oficial da Apple. Ali, a vítima inicia a sessão com a sua conta ou Apple ID, e quando o usuário fizer isso, o nome de usuário e a senha vão direto para as mãos dos ladrões, que acabam obtendo o acesso ao seu iPhone sem maiores problemas.

Caso as tentativas de phishing por e-mail não funcionarem, os criminosos falsificam notas ficais, e vão para as lojas da Apple, buscando ajuda dos funcionários para desbloquear o dispositivo de forma legal.

Independente do caso, há maneiras de poder enganar o sistema operacional da Apple. E nenhum sistema operacional é perfeito. Mesmo que a Apple diga o contrário.

 

Via Motherboard