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Diferenças entre smartphones chineses e norte-americanos

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China e Estados Unidos são os dois países que contam com o maior número de fabricantes de smartphones no mercado. Coreia do Sul e Índia também contam com participação neste mercado, mas querermos fazer esse comparativo colocando lado a lado as duas gigantes globais que já competem em vários segmentos.

Pode não parecer, mas existem diferenças significativas entre os smartphones norte-americanos (de marcas como Apple, Google e Motorola) para os telefones chineses (Xiaomi, OPPO e OnePlus, entre outras). E é importante que o usuário fique por dentro dessas diferenças para realizar a escolha do dispositivo que se alinha melhor com o seu perfil de uso.

Neste post, vamos apresentar as principais diferenças entre os smartphones chineses e os telefones norte-americanos. Essas diferenças são essenciais para que muitos usuários determinem qual é a marca ou o modelo que vão escolher para chamar de seu no futuro.

São características específicas, que podem determinar inclusive como será a experiência de uso em cada dispositivo.

 

Preços e catálogos muito diferentes

Começamos logo por um dos fatores que podem ser considerados decisivos ou determinantes para a escolha de um usuário, principalmente no Brasil: o preço do telefone.

Por regra, os fabricantes chineses oferecem um amplo leque de possibilidades de modelos no seu portfólio de telefones, o que pode resultar na oferta de produtos que são muito mais baratos que os modelos da concorrência norte-americana.

De um modo geral, a relação custo-benefício de um telefone chinês chega a ser algo fascinante para os usuários brasileiros que procuram economizar no valor final o produto o que podem e o que não podem. A maior prova do que eu estou falando está em toda a enorme popularidade da Xiaomi e dos seus telefones ao longo dos últimos 10 anos.

No final, os produtos da Xiaomi entregam (em regra) uma ótima qualidade por um preço muito convidativo. E é justamente a combinação dos dois fatores tudo o que a maioria dos usuários brasileiros mais deseja encontrar em um smartphone.

Por outro lado, Apple e Google contam com uma seleção de smartphones premium muito limitados, contando basicamente com o iPhone e o Pixel respectivamente. São poucos modelos com variações entre os modelos, e isso pode resultar em preços elevados para os seus consumidores.

Normalmente resultam em telefones mais caros, mas como gosto de dizer: “teoria é uma coisa, prática é outra”. Quem sabe uma das duas decide lançar um telefone mais barato para agradar aos seus usuários menos endinheirados.

 

Inovação em hardware

As empresas chinesas adoram colocar nos seus smartphones top de linha ou premium o hardware mais avançado que está disponível no mercado de grande consumo naquele momento, o que faz com que os seus produtos sejam absurdamente poderosos e, ao mesmo tempo, menos caros que os telefones da concorrência norte-americana.

E isso faz com que a teoria da Apple caia por terra, já que a empresa afirmou em algumas oportunidades que parte dos valores elevados de alguns dos seus telefones era justamente para ajudar a cobrir despesas de I+D.

Vamos pegar como exemplos o Xiaomi 11T Pro, que conta com modo de recarga rápida de 120W, e o Xiaomi 12T Pro, que possui um sensor fotográfico com nada menos que 200 MP. Ou seja, é normal ver os fabricantes chineses inovando nas especificações para atrair usuários e futuros consumidores, pois números inflados sempre chamara a atenção de praticamente qualquer pessoa.

Tudo bem, alguns fabricantes chineses se valem dos números mais inflados nas especificações para aproveitar a oportunidade e inflar os preços dos produtos também. Faz parte do jogo, mas não é uma regra estabelecida pelo mercado.

Por outro lado, os smartphones norte-americanos ficam bem longe da aposta dos recursos mais avançados e sensores fotográficos que podem registrar as crateras da Lua por um maior equilíbrio entre hardware e software nem sempre são encontrados.

Só agora (em 2022) que a Apple decidiu trocar o sensor principal de 12 MP por uma câmera de 48 MP no modelo Pro, mas manteve nos modelos básicos a recarga padrão. Aqui, bate um certo conservadorismo da gigante de Cupertino, que já deveria ter trocado a porta Lightning pela USB.

 

Predileção pelo sistema operacional

Tanto Google como Apple colocam um esforço enorme para entregar uma excelente qualidade final no sistema operacional puro e estável. Não ter uma capa de personalização no Android é algo incrível que todos os usuários convictos desse sistema operacional precisam (e merecem) passar por essa experiência.

A Apple faz o mesmo com o iOS, que se transforma em um software único em um iPhone, o que torna praticamente impossível que algum outro sistema operacional o iguale, incluindo nos aspectos de segurança e ferramentas disponíveis.

As duas empresas se retroalimentam para que novas funcionalidades apareçam, mesmo que sejam recicladas de gerações anteriores, como foi o caso do Dynamic Island, algo que existe no Android desde a versão Android 5.0.

Vários recursos do Android já foram para o iPhone e vice-versa. Porque os idealizadores dos dois sistemas estão mais preocupados em criar softwares cada vez melhores do que se meter na briga eterna entre os usuários mais fanboys.


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