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Comprou 300 unidades do iPhone e teve metade da carga roubada tão logo saiu da Apple Store

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Algumas notícias rompem com muita facilidade a fronteira do crível, e a suspensão de descrença se faz mais do que necessária para entender de forma objetiva o que acontece. Por outro lado, fica mais fácil compreender a situação quando utilizamos da empatia.

Por exemplo, pense como seria chato sair de uma unidade da Apple Store e ter o seu iPhone recém comprado roubado por um meliante qualquer no meio da rua. É o tipo de situação que ninguém quer passar, e não deseja isso para o próximo.

Agora, como se sente alguém que tem metade dos seus 300 iPhones recém comprados roubados por uma dupla de meliantes em Nova York, tão logo saiu de uma Apple Store?

 

O que é mais inusitado: o roubo ou a compra em si?

Foi exatamente isso o que aconteceu recentemente em Nova York (Estados Unidos), na unidade da Apple Store mais conhecida do mundo, localizada na Quinta Avenida.

Um homem de 27 anos de idade que não foi identificado se deslocou até a unidade da Apple na Quinta Avenida durante a madrugada da última terça-feira (29) para retirar o seu pedido de nada menos que 300 unidades do iPhone 13.

A estratégia do horário faz um certo sentido. Para quem não sabe, essa unidade da Apple Store localizada na Quinta Avenida em Nova York funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. E (em teoria) é mais seguro retirar de madrugada (em um horário com muito menos movimento) um pedido avaliado em mais de US$ 200 mil.

Acontece que estamos falando de uma cidade como Nova York, tão perigosa quanto São Paulo.

A loja dividiu essa remessa de iPhones em duas bolsas, para facilitar o transporte dos telefones. Mas tão logo o cidadão colocou o pé fora da Apple Store, dois homens o abordaram para o assalto.

A ideia inicial dos criminosos era levar as duas bolsas, mas a vítima teve uma ideia ainda mais imbecil do que levar tantos iPhones ao mesmo tempo: reagiu ao assalto para defender os produtos que estavam nas bolsas.

Depois de levar um soco no rosto (saiu barato), os ladrões conseguiram ficar com uma das bolsas que ele estava transportando. Nessa brincadeira, 125 iPhones em um valor estimado de US$ 95 mil foram furtados.

Se é que dá para olhar para o lado cheio dessa história, a vítima recusou o atendimento médico porque não sofreu ferimentos mais graves, e ainda conseguiu manter a maioria dos iPhones que comprou, ficando com 175 unidades do iPhone 13.

De qualquer forma, não dá para dizer que o prejuízo foi menor. Perder US$ 95 mil dessa forma não é algo que qualquer pessoa consegue absorver ou recuperar com facilidade, e certamente o proprietário dos iPhones vai ter que passar um tempo convivendo com a culpa e o rótulo da burrice.

 

O que vai acontecer agora?

Todo esse incidente resultou no início de uma investigação por parte da Polícia de Nova York para obter maiores detalhes sobre o crime ocorrido na Apple Store da Quinta Avenida. Por enquanto, os ladrões não foram presos, já que nem mesmo a possível descrição fisionômica dos suspeitos foi relevada.

E a grande pergunta que não quer calar é: por que alguém compraria 300 unidades do iPhone 13 de uma única vez?

O que muitos especialistas afirmam é que essa não é uma prática considerada incomum. Muitas pessoas que contam com um pequeno negócio acabam comprando com frequência muitas unidades do iPhone para revenda. Se a pessoa comprova que é um profissional da área de vendas, a Apple não faz muitas objeções para a venda do produto neste formato.

De qualquer forma, eu até lamento pelo incidente ocorrido, mas levanto dúvidas se essa é a melhor forma de comprar um lote do iPhone. E muito pior foi saber que o comprador reagiu ao assalto, algo que você jamais deve fazer.


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