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Como usar o “nano banana”, o novo modo de imagens do Google Gemini

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O Google deu mais um passo importante no campo da inteligência artificial ao lançar o modelo Gemini 2.5 Flash Image, conhecido inicialmente pelo codinome interno “nano banana” (nome no mínimo interessante, para não dizer sugestivo).

A nova ferramenta chega em um momento estratégico, em que a OpenAI enfrenta críticas pela recepção morna ao GPT-5, o que abriu espaço para o Google acelerar seus avanços e conquistar mais usuários interessados em recursos de IA acessíveis e eficientes. Afinal de contas, nada melhor do que aproveitar o momento de fraqueza de sua principal adversária.

O modelo, agora disponível gradualmente no aplicativo e site do Gemini, promete revolucionar a forma como qualquer pessoa pode gerar e editar imagens diretamente a partir de textos e fotos, sem a necessidade de softwares complexos ou conhecimento técnico aprofundado.

E neste artigo, mostramos como você pode utilizar o modelo “nano banana” no Gemini 2.5.

 

Sobre o Gemini 2.5 Flash Image

O Gemini 2.5 Flash Image é, por essência, muito simples de usar.

O modelo está sendo integrado ao site gemini.google.com e ao aplicativo oficial, permitindo que usuários comuns possam testar os recursos assim que a atualização for liberada para suas contas.

A implementação está acontecendo em fases, mas o processo para começar a utilizar a ferramenta já é de conhecimento público. Basta acessar a plataforma, escolher o modelo Gemini 2.5 Flash na seção “Ferramentas” e selecionar a opção de criação ou edição de imagens.

A abordagem amigável torna a experiência acessível mesmo para quem nunca utilizou IA para design ou edição visual.

Outro aspecto interessante do Gemini 2.5 Flash Image é a flexibilidade oferecida pelo modelo.

Os usuários podem inserir prompts detalhados para gerar imagens originais — por exemplo, criando uma arte futurista com poucos cliques — ou enviar imagens existentes para edição, seja para alterar pequenos detalhes, seja para realizar mudanças mais complexas.

Além disso, o modelo suporta múltiplas rodadas de edição, possibilitando ajustes contínuos até que o resultado final atenda exatamente às expectativas do usuário e, ao mesmo tempo, aproximando a ferramenta de soluções profissionais, mas com uma curva de aprendizado muito mais suave.

 

Como testar o “nano banana” no Gemini 2.5 Flash Image

Para quem deseja experimentar o modelo de forma mais técnica, o Google também disponibilizou o Gemini 2.5 Flash Image por meio do Google AI Studio, sua plataforma para desenvolvedores.

Nela, é possível acessar diretamente o modelo “gemini-2.5-flash-image-preview” e testar comandos variados sem precisar instalar nada localmente. A única exigência é ter uma conta Google, dispensando conhecimentos avançados em programação.

E não precisa ser uma conta Pro ou Ultra. Na verdade, você não precisa pagar absolutamente nada para ter acesso ao Google AI Studio, o que é a melhor parte.

O passo a passo do procedimento é o seguinte:

  • Faça login no Google AI Studio.
  • Selecione o modelo gemini-2.5-flash-image-preview na lista suspensa.
  • Insira seus prompts de texto e/ou faça upload de imagens para ver as respostas do modelo.

Durante os testes, o modelo mostrou eficiência tanto para tarefas simples, como remover elementos de fundos monocromáticos, quanto para edições mais elaboradas, garantindo resultados rápidos e visualmente satisfatórios.

Muitos entendem que o novo modo dentro do Gemini 2.5 Flash Image pode simplesmente eliminar a necessidade de uso do Photoshop da Adobe, representando uma economia direta para usuários amadores ou com necessidades mais básicas, pois o recurso oferece rapidez e facilidade na edição de imagens.

Na pior das hipóteses, o “nano banana” vai democratizar o acesso à criação e edição de imagens com inteligência artificial, se tornando uma peça-chave na estratégia do Google para liderar a inovação do setor de inteligência artificial visual.

 


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