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Prever a tecnologia do futuro é algo bem trivial para o francês Tom LeFench, que decidiu percorrer o caminho contrário e imaginar como seriam as tecnologias de hoje na década de 1980.

O resultado dessa viagem é a Re:Birth, uma exposição de gadgets de 30 anos de vida que fazem algo similar aos apps atuais, em uma combinação retrô singular.

 

 

Ainda que no caso do Instagram o produto pouco tem a ver com uma rede social de fotos, no seu início ela era orientada a ser um álbum de fotos digital e aberto para o mundo. Por isso foi escolhida uma c&amera fotográfica portátil (se bem que uma Polaroid seria melhor).

 

 

O pager era uma forma de comunicação rápida e direta entre as pessoas. É mais ou menos o que o Facebook fez desde que nasceu (e antes de começar a espiar os seus usuários).

 

 

O vício do videogames de bolso que a Nintendo implantou nos anos 80 é similar ao gerado pelo Snapchat. Mesmo sem ter muito a ver, ambos compartilham as centenas de horas dedicadas pelos jovens.

 

 

O Telesketch é uma peça de museu. Era uma espécie de lousa mágica que permitia o desenho através dos seus controles vertical e horizontal, em uma superfície que se apagava com um simples agitar. A Adobe, com os seus programas de ilustração, é o seu equivalente.

 

 

O WhatsApp usa textos e voz, e o seu equivalente no passado seria o walkie talkie, que oferecia a comunicação pessoal sempre à mão para compartilhar segredos.

 

 

Os primeiros computadores de brinquedos só contavam com funções primitivas, como dicionários. Traduzindo para a nossa realidade, ele seria o Google Search dos anos 80.

 

 

Ainda que a Netflix dos anos 80 fossem as locadoras, esta é uma interpretação muito mais pessoal e simpática. O visor de imagens 3D que recebia discos de cartão com mini transparências de fotos de locais exóticos também flerta com os visores de realidade virtual atuais.

 

 

Por fim, o walkman marcou época, e milhões de pessoas poderiam ouvir música em qualquer lugar. E parece que o Spotify é o herdeiro mais popular daquela ideia.

 

Via Tom French


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