A Microsoft vai dar um fim em todas as contas inativas em seus serviços, abandonando à própria sorte uma série de dados relvantes de seus usuários. A partir do dia 30 de agosto, a gigante de Redmond vai eliminar todas as contas que estão inativas por mais de dois anos. E se você tem informações relevantes que não quer perder, vale a pena ler esse post e saber um pouco mais sobre o que pode acontecer.

A decisão foi anunciada na política de serviços da Microsoft, e a empresa começou a avisar os usuários sobre a eliminação das contas que não fizeram login nos serviços nos últimos dois anos. E para manter essa conta Microsoft ativa, basta então iniciar a sessão nela uma vez a cada dois anos, pelo menos.

 

 

Nem todas as contas vão desaparecer, e é fácil evitar o desastre

 

 

Existem algumas exceções. As contas pagas profissionais ou que contam com algum tipo de assinatura ou produto vigente estão isentas da eliminação. Também não são afetadas as contas que publicaram conteúdos na loja Microsoft. Caso uma conta seja eliminada por inatividade, é possível evitar que uma nova conta seja criada com o mesmo endereço de e-mail associada, evitando assim suplantações de identidade.

Vale a pena repetir: para evitar a morte da sua conta Microsoft, basta iniciar a sessão com ela. Verifique a senha e recupere a mesma caso você não saiba, mas basta fazer login e assim evitar a remoção da conta por mais dois anos. Agora, se você quer que a conta vá para outro mundo porque não usa mais, não precisa fazer nada: ignore tudo isso e espere até o dia 30 de agosto, e a sua conta será eliminada.

Chama a atenção o fato da Microsoft pedir um lapso de tempo tão longo para manter as suas contas, e é até normal: esse tipo de conta existe basicamente para ver e-mails, iniciar sessão em vários serviços da empresa ou serviços de terceiros, como jogos e aplicativos. Uma vez utilizadas para essas finalidades, essas contas caem no esquecimento.

Cabe a você decidir se vale a pena manter uma conta assim, ou deixar que ela pereça e seja esquecida pelo tempo.

 

Via Microsoft