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Linux

 

Há pouco mais de dez anos, o mundo Linux surpreendia com uma arquitetura gráfica baseada em livrarias OpenGL, com um ambiente de escritório cheio de efeitos especiais. O Xgl formou parte dos gestores de composição visual da época, como o Compiz ou o Beryl.

Assim nasceu a febre os efeitos para áreas de trabalho. Janelas gelatinosas, trêmulas e divertidas, com efeitos que, na prática, não agregavam muito valor, mas ofereciam um resultado visual impressionante.

Um pequeno grupo de discussão no Reddit relembrou essa etapa, onde ter um aquário na área de trabalho era algo mais que normal.

 

 

 
As animações de aparição e desaparição de janelas eram surpreendentes, com efeitos que simulavam incêndios, explosões ou se minimizavam como se fossem absorvidas. A Novell reinventou o desktop em 2006, e aquela conquista fez com que o Linux fosse mais atraente para o usuário final.

 

 

Os efeitos se tornaram populares rapidamente, com a colaboração dos usuários que criaram vários tipos de animações ainda mais surpreendentes e impactantes visualmente.

 

 

Com o tempo, o projeto acabou perdendo relevância em favor de ambientes de escritório pensados na usabilidade. GNOME, KDE, Xfce e outros mais recentes como o Unity, MATE ou Cinnamon.

 

 

O tempo não impediu que o Compiz seguisse vivo. A última versão disponível no site oficial do projeto foi atualizada em julho de 2016, e é funcional. Algumas distribuições como a Fedora contam com versão especial baseada em MATE, que podem ser baixadas e testadas em vários equipamentos.

 

Via Reddit


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