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Como dar uma sobrevida ao notebook antigo com pouco dinheiro

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Um bom computador nas mãos de usuários preocupados com o bom uso podem funcionar bem por muito tempo (em alguns casos, até 10 anos). Hoje, bem sabemos que é possível melhorar o PC ou notebook com um investimento relativamente baixo. E um item é essencial para receber um melhor desempenho e ampliar a longevidade do equipamento: um SSD.

Hoje, o SSD está com um preço acessível (mas é melhor correr, pois vai subir), reforçando a afirmação que dá título para esse post. E um upgrade de um HD tradicional para um SSD de 120 GB ou 240 GB vai representar uma sobrevida ao equipamento antigo, e com um investimento muito menor em comparação a um equipamento novo.

Porém, para aqueles que só querem ter um computador um pouco mais rápido, fica a pergunta: quais são os benefícios reais que a inclusão de um SSD pode oferecer?

 

 

Dois temas essenciais: velocidade de carga de dados e swap

Todo computador com um sistema operacional moderno precisa de uma boa quantidade de RAM para oferecer um bom desempenho, mas a maioria dos equipamentos de entrada e linha média chegaram ao mercado com 2 GB ou 4 GB de RAM, que são insuficientes para um desempenho minimamente decente com o Windows 10, e apenas são funcionais com o Linux (e, ainda assim, é preciso escolher muito bem a distribuição) e com o Windows 7, que deixou de receber suporte oficial da Microsoft.

Para resolver esse problema, os sistemas operacionais armazenavam em disco um arquivo swap, que é uma memória adicional para melhor gerenciar esses dados. Porém, discos rígidos são muito lentos, e esse paliativo mais parecia um placebo que não servia para muita coisa, uma vez que você tinha que esperar uma eternidade para os dados serem carregados.

Você consegue notar melhor os efeitos colaterais quando se abre muitas abas em um navegador, ou até mesmo no início de sessão em qualquer sistema operacional. Essa demora sentida é culpa do HD mecânico e do swap que não dá conta de tudo.

O SSD é muito mais rápido que um HD, já que são chips de memória contra um disco físico magnético. E, independente do tipo de SSD que você vai usar, tanto a velocidade de carga de dados como o swap vão se beneficiar dele.

No mundo perfeito, você também amplia a quantidade de RAM do equipamento junto com a troca do HD pelo SSD. Porém, existem alguns inconvenientes nesse aspecto.

Primeiro, a RAM é muito mais cara que um SSD. Segundo, a maioria dos notebooks de baixo custo contam com limitações (artificialmente provocadas pelo fabricante) na quantidade de RAM que ele pode suportar. Alguns fabricantes acabam capando o upgrade configurando a BIOS e/ou o hardware com um limite máximo, mesmo que a placa-mãe possa suportar outros módulos com tranquilidade.

Porém, a solução do SSD não pode ser limitada pelos fabricantes (ou pelo menos nenhum deles pensou nisso no passado), de modo que segue a opção válida mais barata para melhorar o desempenho desses equipamentos.

Além disso, é possível clonar todas as informações de um disco para outro, para você não precisar instalar tudo de novo. Mas leve em consideração que o seu computador precisa ter dois slots e conectores SATA para clonar o disco (ou pelo menos usar um case externo para a tarefa), e o tamanho do disco de destino (se você tem um HD de 500 GB e vai usar um SSD de 120 GB, ou você vai precisar trabalhar com a compactação de espaço no novo disco, ou você não vai poder transferir todos os seus dados no novo SSD).

De qualquer forma, fica a dica: um SSD é o melhor upgrade que você pode fazer em um computador antigo. O melhor, o mais barato e o mais eficiente.


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