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Com smartphones premium cada vez mais resistentes, ainda vale a pena comprar um telefone mais robusto?

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Os fabricantes de smartphones estão se esforçando para lançar dispositivos com melhor qualidade e mais resistentes, com preocupações na durabilidade indo além da longevidade nas atualizações, nas memórias rápida e processador potente.

Hoje, os smartphones estão indiscutivelmente mais robustos, com o uso de cristais mais resistentes como o Corning Gorilla Glass (Victus, nos modelos mais recentes e completos), e a promessa de longos períodos de atualização de software, alcançando até sete anos para marcas como Samsung e Google.

Com tudo o que está disponível no mercado hoje, ainda precisamos de smartphones resistentes ou preparados para os cenários inóspitos e hostis?

 

Por que ainda precisamos de smartphones resistentes?

A justificativa não recai apenas nos ombros dos usuários mais desastrados.

Com o aumento dos preços dos smartphones, tornou-se essencial justificar esses valores oferecendo aparelhos que resistam a quedas e ao desgaste diário. Logo, a qualidade dos dispositivos aumenta em proporção direta aos preços cobrados por esses telefones.

Não adianta ter o melhor processador se o telefone se quebra na primeira queda, e a durabilidade de telefones top de linha e premium “ajuda” a justificar os preços mais elevados dos dispositivos premium.

Mesmo com muitos smartphones modernos contarem com resistência à água e materiais de alta qualidade, os modelos reforçados se destacam por oferecer uma opção mais acessível e durável para quem precisa de resistência extra.

Profissionais que trabalham em ambientes perigosos ou aqueles que frequentemente derrubam seus telefones encontram nesses modelos uma solução mais econômica e eficaz. E esse grupo de usuários não necessariamente precisa ter o smartphone mais potente para as suas atividades nesses locais onde um caro dispositivo é pouco recomendado.

 

Os benefícios dos smartphones resistentes

Esses aparelhos não apenas são duráveis, mas também geralmente possuem grandes baterias e certificação militar, garantindo desempenho em ambientes extremos. A autonomia de uso é (quase) sempre generosa, e não será qualquer queda que fará o dispositivo parar de funcionar.

São ideais para uso em trabalhos ao ar livre, construção, e outras situações onde a resistência do telefone é a prioridade. Além disso, podem ser adquiridos por preços bem mais baixos que os smartphones de marcas mais conhecidas.

Não é de hoje que marcas como OUKITEL, CUBOT e FOSSIBOT entregam modelos de smartphones resistentes que, em comum, contam com enorme bateria e baixo custo. Em alguns casos, é possível combinar esses elementos com boas câmeras para fotos casuais ou chamadas de vídeo com uma qualidade um pouco melhor do que o esperado para um dispositivo com preço mais acessível.

Nos últimos anos, até mesmo os smartphones resistentes melhoraram a qualidade dos seus componentes e especificações. Alguns modelos já recebem processadores intermediários ou top de linha, unidades de armazenamento de alta performance e sensores de câmeras de maior qualidade de captação de imagens.

E falando de forma mais específica sobre a bateria desses telefones… alguns podem ser confundidos com autênticas powerbanks com a participação especial de um smartphone Android, principalmente os modelos com 10.000 mAh ou mais de bateria.

Logo, se o que você prioriza é a resistência do dispositivo, mesmo que ele não entregue o melhor desempenho, ainda vale a pena investir em smartphones reforçados. São dispositivos que oferecem a durabilidade e as funcionalidades esperadas por muitos usuários.

A relação custo-benefício é excelente para os propósitos aplicados aqui, e são dispositivos que representam uma escolha prática para quem não quer colocar um Galaxy S24 Ultra para uso em plena construção civil ou esportes extremos de final de semana.


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