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Cinco avanços tecnológicos que representaram um enorme salto no mundo dos games no PC

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Quando eu comecei a jogar videogames, era tudo mato. Ou melhor, tudo em verde. Monitores verdes. E com o passar do tempo, passamos para telas coloridas, saltamos dos 8 bits para os 16 bits e, depois, para os 32 bits… e hoje temos um cenário consolidado, com jogos incríveis e muito bem elaborados.

Neste post, vamos comentar sobre cinco avanços tecnológicos que foram decisivos na evolução dos videogames para computadores. Escolher apenas cinco tecnologias é algo muito redutivo e, muito provavelmente, vamos produzir mais de um post sobre o assunto.

Por isso, estamos colocando apenas esses avanços para começar uma discussão que pode ser muito mais ampla com o passar do tempo.

 

 

 

O uso das cores nas telas

Hoje, contar com videogames com telas coloridas e milhões de cores em exibição simultaneamente pode parecer algo absolutamente normal. Porém, nem sempre foi assim.

No passado, todo mundo tinha que aceitar executar os seus jogos em uma tela monocromática, sem cores. E quando o salto aconteceu para as 16 cores, tudo começou a mudar drasticamente.

Com a chegada do padrão VGA, que possui suporte para até 256 cores, o salto evolutivo nos videogames foi enorme, mudando por completo o gaming no PC. Outras evoluções vieram, mas esses primeiros passos foram fascinantes.

 

 

 

A democratização e estandardização dos gráficos em 3D

No começo da década de 1990, alguns jogos ousaram apresentar gráficos em 3D. Porém, como tudo estava em estágio embrionário, os resultados eram bem pobres.

Tudo começou a mudar neste aspecto quando começaram a chegar ao mercado as aceleradoras gráficas em 3D. Com elas, vieram jogos como Quake GL, Quake II, as duas primeiras edições de Tomb Raider, Resident Evil 1 e 2 e Half-Life, mostrando todo o potencial dos gráficos 3D.

A partir desse ponto, apareceram jogos com cenários mais abertos, uma geometria mais complexa e um acabamento mais realista, colocando os jogos de videogames em outro patamar, e impulsionando uma evolução que hoje está mais que consolidada.

 

 

 

O 3D foi domado pelos programadores

Os desenvolvedores de jogos de videogames tiveram que passar de mundos planos e pouco definidos para mundos orgânicos e ricos em detalhes. E esse processo exigiu um período de adaptação considerável.

Para chegarmos ao ponto onde nos encontramos hoje, a potência bruta de hardware não bastava. Vários outros avanços tecnológicos precisaram ser alcançados para adicionar uma maior cota de realismo aos jogos, com melhor manejo de luzes e sombras, e melhor representação visual desses elementos dentro dos novos mundos.

E tudo isso é resultado de um excepcional trabalho de desenvolvedores muito habilidosos.

 

 

 

Processadores de dois núcleos, para jogos mais complexos

Outro passo importante para a evolução dos videogames nos computadores aconteceu com os respectivos lançamentos da Intel com o processador Pentium 4 com tecnologia HT e, principalmente, com a chegada do chip AMD Athlon 64 X2. Ambos são os primeiros processadores com núcleo duplo voltados para o mercado de consumo geral.

Esse salto tecnológico muito importante, pois permitiu o desenvolvimento para jogos de computador mais complexos e ricos, tanto nas físicas como na inteligência artificial.

 

 

 

Placas de som dedicadas

No começo (no meu tempo, o que mostra que sou velho), alguns apitos e sinais sonoros sintetizados estimulavam a nossa criatividade, pois todos tinham que imaginar o que aquele som representava.

Desde a segunda metade da primeira década de 2000, as placas de som dedicadas iniciaram uma ascensão e o auge das soluções de som integradas, o que fez com que os jogos abandonassem de vez os alto-falantes do PC para receber caixas de som potentes e sequências de áudio mais elaboradas.

A limitação dos 8 Bits nos jogos de videogames resultava nos sons esquisitos que mencionei um pouco acima. Com as novas tecnologias de áudio, é possível hoje reproduzir músicas originais, efeitos sonoros incríveis e sons que deixam a experiência nos jogos algo muito mais imersivo.


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