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Chromebook Enterprise, ou quando o Google julga ser a Microsoft

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A Microsoft domina o mercado corporativo, e não existem muitas dúvidas disso. Mas o Google quer roubar uma fatia desse bolo, e pretende alcançar esse objetivo através dos Chromebooks.

Particularmente, eu adoro os Chromebooks. Utilizo um Acer Chromebook R13 como segundo computador, apesar de ter ciência dos riscos que eu corro ao manter todos os meus dados na nuvem do Google. Tem muita gente que não gosta dessa super-dependência, mas isso particularmente não me incomoda.

O Chromebook Enterprise é uma forma de oferecer um maior controle ao sysadmin das empresas, coexistindo com os equipamentos Windows, com tudo sendo administrado a partir das plataformas WMWare Workspace One ou similares.

Assim, o Google agrega o Chrome Admin Console para competir com as ferramentas de administração da MSFT, que são diversas, existem há muito tempo e já conta com muitos administradores certificados.

 

 

Notebook potentes e com muito armazenamento para o uso com a nuvem

 

 

São várias opções de hardware que chegam pelas mãos da Dell com os modelos Latitude 5400 e 5300 (2 em 1), que custam US$ 699 e US$ 819, respectivamente. Eles contam com processadores Intel Core i7, até 32 GB de RAM e 1 TB de SSD.

Enquanto alguns entendem que essa é uma forma das empresas dependerem do Google (assim como a Microsoft já fez um dia), por outro lado, outros enxergam essa como uma alternativa a mais, e isso é algo sempre positivo, mostrando uma maior flexibilidade no uso dos serviços corporativos.

E, mesmo assim, isso não quer dizer que o uso do Cloud será algo mais barato que usando softwares pagos. Normalmente a cobrança aqui é anual, e pagar para milhares de funcionários ainda pode ser um negócio relativamente caro.

Além disso, a tarefa do Google na parte de software é difícil, mas que pode ser facilitada pelo sonho de outros tantos que desejam trabalhar exclusivamente na nuvem para os entornos corporativos, especialmente para quem quer se livrar de velhos softwares. Ter equipamentos novos que não podem executar tal software é inútil, e esse é um dos motivos pelos quais o Windows fazia sucesso: a dependência da plataforma.

 

 

Já a Microsoft também quer reverter um pouco o efeito dos Chromebooks com o Windows S, mas… realmente precisamos disso? O Office 365 por si é superior ao Google Docs em todos os sentidos, funciona bem em qualquer equipamento, em qualquer navegador, e oferece um pacote que é exigido em nível global.

Porém, é o poder do dinheiro que vai definir para onde o o mercado vai para o futuro.

 

Via The VergeEngadget


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