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Péssimo sinal para o futuro dos usuários da Vivo.

O novo CEO da operadora é Christian Gebara, antes vice-presidente, e não dá para imaginar o seu nome como algo tão promissor. E não demorou muito para ver os sinais que apontam para a turbulência.

A missão de Gebara é manter os bons resultados obtidos em 2018 (160% de crescimento no terceiro trimestre) e gerenciar com sabedoria os US$ 26,2 bilhões que serão investidos na empresa nos próximos dois anos.

A aposta da Vivo está na expansão do 4G e e da fibra ótica. O negócio de TV via satélite deve ser descontinuado com o passar do tempo. Porém, não são esses desafios pontuais que devem preocupar os clientes da Vivo

 

 

Ele quer limite no uso da banda larga fixa

Christian Gebara comandou a fusão da Vivo com a GVT, e em 2016 ele afirmou ao Tecnoblog que as franquias de banda larga fixa era um ‘caminho sem volta’, com interrupção na conexão para os clientes que ultrapassarem o limite mensal de dados.

Os usuários se manifestaram contra essa visão de mundo limitada, e a Vivo fez de tudo para empurrar esse conceito ao consumidor. Até agora, o tema ainda é discutido na esfera federal, mas nenhum projeto que proíbe a franquia de internet fixa foi aprovada até agora. Por enquanto, as operadoras não podem impor limites por conta de uma liminar da Anatel.

Ah, sim… tem outro indício que Gebara pode representar momentos turbulentos para os usuários da Vivo.

Ou melhor… dos palmeirenses como um todo.

Os torcedores do Palmeiras ameaçam boicotar a Vivo por causa de uma piada envolvendo o número de títulos do time. Um vídeo onde um executivo da operadora (que não é Christian Gebara, mas é ele quem segura esse forninho a partir de 1 de janeiro de 2019) demonstra as funcionalidades do assistente virtual Aura, ele pergunta sobre quantos títulos brasileiros tem o Palmeiras.

E a resposta do assistente foi: “desculpe, eu não consigo te responder. Há casos em que a matemática não parece fazer sentido”.

A hashtag #BoicoteVivo subiu rápido nas redes sociais, e os torcedores do Palmeiras exigiam uma posição oficial da Vivo. E a operadora respondeu rápido:

“A Vivo informa que o vídeo em questão, retirado de uma apresentação interna da companhia e reproduzido fora de seu contexto, não representa a opinião de seu presidente ou da empresa. A Vivo pede desculpas àqueles que se sentiram ofendidos e reitera seu respeito pela Sociedade Esportiva Palmeiras e seus torcedores.”

Vale lembrar que Christian Gebara apresentou a assistente virtual Aura pela primeira vez em fevereiro de 2018, durante a MWC em Barcelona. Porém, o assistente não foi desenvolvido para responder perguntas gerais, mas sim ajudar em tarefas específicas.

De acordo com a Vivo, o homem no vídeo não é Gebara. Porém, de novo: é ele quem tem que apagar esses incêndios a partir de 2019.

 

Via Mobile Time, Tecnoblog


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