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Isso ficou tão evidente, que até a audiência do TargetHD.net respondeu (indiretamente) sobre isso. A CES 2019 foi a CES da volta em definitivo do PC gaming no mercado de computadores.

Na verdade, essa volta estava se desenhando nos últimos dois anos, com um crescimento de mercado evidente e impulsionado pela maior popularidade dos eSports. Não estou dizendo que todos aqueles que se interessaram pelo mercado gaming vão se tornar profissionais, mas é inegável que muita gente se interessou em turbinar o seu computador ou comprar um notebook mais potente para rodar os jogos mais exigentes em casa ou no escritório.

 

 

Foram vários lançamentos centrados no mercado gaming, e não apenas em monitores e acessórios (aliás, vários dos produtos apresentados entregaram design final simplesmente excelente). O que realmente chamou a atenção nesse movimento claro para o mercado de PCs gaming foi nos notebooks, onde praticamente todos os grandes fabricantes do mercado apresentaram soluções muito interessantes.

Interessantes o suficiente para chamar a atenção dos produtores de conteúdo, inclusive. Afinal de contas, se um notebook é potente o suficiente para rodar os jogos mais exigentes do mercado, ele é potente o suficiente também para rodar os softwares de edição de vídeo e áudio com competência e fluidez.

 

 

O grande problema para nós brasileiros é que todos esses produtos apresentados na CES 2019 vão demorar um pouco para chegar ao nosso mercado. Isso é, se é que algum dia esses produtos vão desembarcar por aqui. Acredito que alguns fabricantes vão entregar algumas dessas soluções por aqui, mas é quase certo afirmar que esses potentes notebooks gaming contarão com preços proibitivos no Brasil.

De qualquer forma, é bom ver uma CES 2019 mostrando uma clara aposta nos games. Não apenas para diversificar os temas principais do evento (que estava muito monopolizado nas TVs nos últimos anos), mas também para mostrar que os fabricantes tentam impulsionar um novo segmento de mercado que pode vingar com um grupo considerável de usuários.

 

 

Não devemos esquecer que, nesse momento, o mercado de games é mais lucrativo que o do cinema. Ou seja, tem muita gente investindo dinheiro nisso.


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