Arquivo para a cateoria: Eventos Que o TargetHD Participou

LG K10 | Primeiras Impressões

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Estive ontem (16) em São Paulo para o evento de lançamento da nova série de smartphones de linha média da LG. A série K é composta por três modelos: K10, K8 e K4, e nesse post, passo minhas primeiras impressões do modelo mais completo dessa série, o LG K10.

A LG destacou em seu evento que a maioria dos usuários brasileiros de smartphones nesse momento está concentrada entre o público jovem (13-20 anos). Logo, eles queriam focar nesse nicho de mercado, oferecendo produtos que contam com um preço menor, mas com qualidades pontuais nos itens que mais interessam a esse grupo de consumidor: tela, desempenho e câmera.

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Uma das coisas boas dessa nova série é que os smartphones contam com películas que protegem a tela no kit de compra do produto. Se levarmos em conta que o público alvo desse produto está entre os mais jovens, é mais do que razoável ter essa preocupação, aumentando a integridade da tela diante da rotina movimentada do seu usuário.

O design do LG K10 é bem cuidado, com cantos arredondados, e apesar da predominância do plástico ao longo de sua construção, o modelo é aparentemente bem construído. Outro detalhe bem vindo nesse modelo é a presença de uma tampa traseira com relevo, que oferece um melhor agarre durante o uso.

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A LG manteve a tendência de design dos seus últimos smartphones top de linha, ao deixar os botões de controle de volume e liga/desliga/bloqueio de tela na parte traseira do dispositivo. Isso curiosamente não é mantido no LG K4 (que ainda vou escrever as primeiras impressões hoje), talvez por conta das dimensões do dispositivo, e também pela estrutura técnica para implementar essa solução, o que pode (na teoria) encarecer o valor final do produto.

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Um dos pontos mais promissores do LG K10 é a sua câmera traseira de 13 megapixels. A LG fez um excelente trabalho no conjunto sensor + software no caso do LG G4. Resta saber o quanto que eles decidiram adotar dessa qualidade no seu novo smartphone intermediário.

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É um dispositivo com baixa espessura, bem ajustado para o perfil jovem, que vai levar o dispositivo no bolso para todos os lugares. Isso resulta em uma pegada agradável para o smartphone.

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Uma das boas novidades do LG K10 é essa capa protetora inteligente. Ela é capaz de exibir notificações importantes e até mesmo que o usuário receba ligações sem precisar abrir a tampa do dispositivo.

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É um recurso inteligente, adotado com inteligência, e um modelo de linha média.

Uma das preocupações dos leitores do TargetHD (e minha também, confesso) é a presença de apenas 1 GB de RAM no LG K10. Vale lembrar que esse smartphone conta com um processador MediaTek octa-core e o sistema operacional Android 6.0 Marshmallow, cuja otimização de software é um dos grandes pontos que a Google promove nessa versão. Resta saber se isso será o suficiente para entregar um desempenho final satisfatório, em virtude do seu conjunto de hardware.

O LG K10 já está aqui para testes, e vamos responder essas questões todas em um review que será publicado em breve. A seguir, o vídeo das primeiras impressões desse lançamento.

 

Eduardo Moreira viajou para São Paulo a convite da LG do Brasil.

Segunda edição do Fórum webOS debateu o consumo de conteúdo nas Smart TVs

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A LG realizou ontem (21) em São Paulo a segunda edição do Fórum webOS, um debate que reuniu alguns representantes do setor de imagem que visa apresentar ideias e avanços para que as tecnologias inteligentes estejam mais e mais presentes nas TVs dos brasileiros.

A LG aproveitou a oportunidade para apresentar as novidades do webOS 2.0, sistema utilizado em suas Smart TVs. Os compradores de uma Smart TV com webOS de 2014 receberão a nova versão de forma gradativa, e gratuita, com atualização do software pela internet.

O debate foi mediado pela jornalista e apresentadora Lorena Calabria, e participaram da discussão Renato Almeida, Gerente de Produto do segmento de TVs da LG Electronics do Brasil, Vinicius Losaco, vice-presidente de Marketing para a América Latina da Netflix, Leo Xavier, CEO e fundador da Pontomobi, e Cassiano Froes, Gerente de Tecnologia da Globosat.

Entre os temas abordados, muito foi dito sobre o novo papel da TV no consumo de entretenimento com a ajuda das TVs inteligentes, a produção de conteúdos em 4K e o aumento do consumo on demand. Não só apresentar as soluções adotadas por cada um desses grupos de mídia, mas principalmente em como a TV se reinventou ao longo desse processo, no lugar de ser substituída por outras ferramentas.

Durante o debate, alguns pontos muito interessantes foram discutidos. Um deles foi sobre a qualidade da internet brasileira, onde apesar da proposta do 4K ser uma das mais ofertadas pelos produtores de conteúdo (ou, nesse caso, pela Netflix), o Brasil ainda tem uma média de conexão muito abaixo daquela proposta como mínima para a reprodução dos conteúdos nesse formato (média do Brasil é de 3 Mbps, e velocidade mínima exigida pela Netflix para o 4K é de 25 Mbps).

Outro ponto abordado foi sobre a distribuição desses conteúdos nas plataformas inteligentes. A Globosat já se posiciona, afirmando que os seus conteúdos só estarão disponíveis nos formatos on demand para os assinantes da TV tradicional, sem uma oferta individual para quem só quer assistir aos seus canais.

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Para falar sobre a liderança em oferecer conteúdo 4K aos seus consumidores ao redor do mundo, o Vice-Presidente de Marketing da Netflix para América Latina, Vinicius Lossaco, mostrou a crescente demanda no consumo de séries e filmes em plataformas como a Smart TV e o pioneirismo em disponibilizar conteúdos em 4K.

A Globosat trouxe Cassiano Froes, Gerente de Tecnologia da empresa, que destacou os desafios do setor de TV por assinatura e como a indústria está se preparando para esse crescente aumento de conteúdo on demand e em alta resolução. Froes ressaltou os novos investimentos do setor e do novo aplicativo da empresa na plataforma smart webOS da LG.

A Pontomobi completou a mesa redonda com Leo Xavier, CEO e fundador da empresa, que destacou as novas oportunidades de negócios e os serviços que podem ser disponíveis. Leo também mostrou o quanto é fácil desenvolver aplicativos para Smart TVs e colocou essa plataforma como uma mídia a ser explorada por desenvolvedores.

Renato Almeida, gerente de produto-TV da LG Electronics do Brasil, foi a ponte dessas grandes empresas, destacando a importância do fabricante como educador neste cenário e a disseminação de uma plataforma como a webOS da LG, que está ainda mais rápida e fácil na versão 2.0, permitindo de maneira intuitiva a alternância entre a programação convencional de TV, aplicativos e navegação na internet.

Para finalizar, o gerente apresentou ao mercado o concurso “webOS Contest” que a LG está promovendo para desenvolvedores e programadores de aplicações. O objetivo é fomentar a criação de novos aplicativos e conteúdos para smart TVs, além de demonstrar a facilidade de trabalhar com essa plataforma.  As inscrições vão até o dia 13 de setembro.

Os interessados podem candidatar seus projetos para as Smart TVs webOS da LG no site www.concursowebosapp.com.br.  Um júri especializado vai escolher as 15 melhores ideias para serem desenvolvidas até o dia 30 de novembro com o suporte do time de R&D (Research & Development) da LG. Dos projetos desenvolvidos serão escolhidos três vencedores.

Os ganhadores do concurso serão anunciados em 15 de dezembro e terão seus aplicativos publicados nas Smart TVs da LG com webOS em 2016, além de ganhar mais de R$ 60 mil em prêmios. O primeiro colocado leva R$ 30 mil e uma TV com tecnologia orgânica OLED, o segundo R$10 mil e uma TV Super UHD 4K e o terceiro lugar, R$ 5 mil e uma TV LED Full HD.

Eduardo Moreira viajou para São Paulo a convite da LG do Brasil

LG apresenta a sua nova geração de TVs OLED com tecnologia orgânica

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Em evento realizado hoje (15) em São Paulo, a LG Electronics do Brasil apresentou a chegada ao mercado nacional dos seus novos modelos de Smart TV com tecnologia orgânica.

A ideia da LG é fazer com que o consumidor brasileiro compreenda que o OLED é uma tecnologia diferente da LED, e não uma evolução, como normalmente se confunde. Para isso, eles assumem a denominação ‘Organic LED’ para melhor definir essa nova linha de Smart TVs.

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A tecnologia da LG compreende na técnica onde cada pixel emite uma luz própria e se apaga completamente nas cenas escuras, alcançando um tom de preto considerado puro. O seu contraste se torna mais elevado e as cores são mais vivas. Combinando essa tecnologia com a resolução Ultra HD 4K, as novas OLED TVs prometem uma experiência mais enriquecedora na visualização de conteúdos.

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Outro destaque dessas novas OLED TVs da LG estão na baixa espessura, sendo consideradas as mais finas do mercado, com apenas 5.9 mm de espessura. Ou seja, consegue ser mais fina que um smartphone (na comparação deles, o LG G4), e estarão disponíveis nas versões com 65 e 55 polegadas de tela.

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Para comprovar essa alta qualidade de imagem, uma pesquisa inédita realizada pelo engenheiro e professor da Escola Politécnica da USP, Marcelo Zuffo, compara a TV OLED K4 com uma LED com nano tecnologia e uma LED convencional. Todos os modelos funcionaram durante 60 dias, e os resultados mostram um desempenho superior da Organic LED, que obteve resultados melhores do que as demais em sete dos oito parâmetros analisados (gama, fidelidade de cor, contraste, reflexo à luz ambiente, etc).

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Os novos modelos de OLED TVs da LG contam também com uma película especial, que reduz a reflexão da luz ambiente, além de permitir a sua fixação na parede, realçando ainda mais um design minimalista e ultrafino. Também contam com certificação Greengard de baixo uso de componentes tóxicos no processo de fabricação e emissão de CO2.

As novas TVs OLED 4K da LG também contam com a tecnologia de som desenvolvida em parceria com a Harman/Kardon, oferecendo assim um som mais puro e de alta qualidade. Todas as novas TVs contam com o sistema webOS, plataforma para as Smart TVs da casa, reforçando uma experiência simples, fácil e intuitiva, com uma interface moderna e recursos interativos.

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Os novos modelos já disponíveis no mercado são 55EC9300 e 55EG9600, com Ultra HD 4K. E o modelo de 65 polegadas (65EG9600) está previsto para chegar ao mercado no último trimestre do ano. A LG também oferece instalação das TVs gratuitamente, facilitando o manuseio para os seus consumidores.

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Conceito Orgânico

A LG quer entregar ao consumidor a ideia da natureza orgânica dos componentes da tecnologia OLED através da palavra chave ‘Orgânico’. Com isso, a marca explica de forma mais intuitiva o que é OLED, e diferencia essa tecnologia das propostas convencionais.

Além disso, a LG fechou uma parceria com a Pandora, e na compra de uma TV OLED, o consumidor recebe um bracelete da marca. A promoção é válida até o dia 2 de agosto.

Preço sugerido
• OLED 55EC9300 – R$ 9.999,00
• OLED 55EG9600 – R$ 15.999,00
• OLED 65EG9600 – Sob Consulta

 

Eduardo Moreira representou o TargetHD no evento, e viajou para São Paulo a convite da LG Electronics do Brasil. 

Especial | LG do Brasil mostra como funciona (e bem) o webOS nas suas Smart TVs

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Ontem (06), eu participei em São Paulo do Fórum webOS, promovido pela LG do Brasil, que teve como principal objetivo apresentar de forma efetiva a sua proposta de Smart TVs com o software da Palm (que depois foi comprado pela HP, e depois, comprado pela LG). No evento mediado pela jornalista e apresentadora Astrid Fontenelle, executivos da LG e de diferentes parceiros da empresa nessa empreitada debateram temas como oferta de conteúdo em TVs inteligentes, tecnologias que viabilizam essa oferta, formatos de produto, entre outros assuntos relacionados.

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O evento também teve como objetivo apresentar as novas opções de Smart TVs do portfólio da LG para o mercado brasileiro. Alguns dos modelos chegam de imediato no mercado, enquanto que outros serão lançados ao longo dos próximos meses. Entre os modelos apresentados, além do tamanho de tela (algo evidente), alguns pequenos diferenciais nas especificações técnicas podem ser detectadas, como portas disponíveis e especificações dos alto-falantes.

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Durante o evento, muitos temas foram abordados, e muitos números foram apresentados. Toda essa informação converge em um único dado: o comportamento do telespectador mudou. Radicalmente. E não só por conta da internet, que oferece outras alternativas de consumo de informação e entretenimento (e por conta disso, executivos do Spotify, do YouTube, da GVT e do UOL estavam presentes no evento), mas também por causa das novas tecnologias na própria televisão, como alta definição, portas HDMI (para receptores de TV por assinatura), recursos de gravação e replay em tempo real, entre outras.

Hoje, temos uma nova ‘geração C’, que não tem uma idade definida, mas tem em mente o consumo e produção de conteúdo, utilizando as tecnologias disponíveis hoje. Para essa geração, é mais do que normal e aceitável mandar fotos em tempo real, ouvir músicas pela TV via streaming, ver suas séries em serviços online, conversar nas redes sociais enquanto assiste um filme, entre outras atividades conectadas e multitarefa.

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A ideia da LG é combinar essas tecnologias, conteúdos e recursos de tal forma, que a TV voltará a ser o centro das atenções da sala de sua casa. Essa nova ‘geração C’ já ouve mais músicas pela TV, assiste vídeos por streaming, monta a sua grade de programação, e quer obter o conteúdo que quer na tela de TV, na hora que desejar. A única coisa que realmente complica é que, para a maioria dos consumidores, a Smart TV ainda é algo muito complicado.

O webOS promete mudar isso.

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A adaptação do webOS realizada pela LG merece ser elogiada principalmente pelo conceito principal proposto pelo fabricante coreano: ser algo rápido e, principalmente, simples. Ser um software acessível para qualquer tipo de pessoa, da criança ao idoso, com uma interface intuitiva, que não faça o usuário esperar por muito tempo pelo acesso ao conteúdo selecionado.

Além disso, alguns pontos do software concentram parte dessa oferta de conteúdo em uma única tela, como é o caso da LG Store, que não é uma loja de conteúdos de vídeo, mas combina os resultados da busca a partir de diferentes fontes, mostrando ao consumidor como uma interface única, o que facilita não só a localização mas o reconhecimento desse conteúdo para o usuário, em uma proposta mais intuitiva e objetiva.

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Na degustação realizada no local do evento, as unidades das Smart TVs contavam com links de internet da GVT e um sinal de TV digital aberto. Mas tais fatores não interferiram nas boas impressões sobre o sistema como um todo. Na qualidade de imagem, não há o que comentar: é algo impecável, quase perfeito. Logo, vamos nos focar no sistema da Smart TV de forma um pouco mais aprofundada.

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Toda a interface principal se resume às essas tarjas, que você pode navegar, adicionar, remover ou organizar a seu gosto, com simples comandos do controle remoto inteligente. O que mais chama a atenção é que, para um produto que (teoricamente) está na sua primeira versão final e definitiva, possui uma precisão muito boa. Se você utilizar o controle  com a sua mão “boa” (no meu caso, a direita), você não terá muitos problemas na hora de inserir informações ou acessar os elementos na interface.

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O controle remoto é bem compacto, e conta com recursos específicos para as funcionalidades em 3D, para os recursos de Smart TV e até comandos de voz. De fato, a LG adicionou boa parte dos seus recursos já apresentados nas versões anteriores de suas TVs inteligentes, e combinou essas funcionalidades na nova TV com webOS. Ou seja, para quem já conhece como uma Smart da LG funciona, vai se familiarizar com esses recursos. O grande “desafio” (se é que ele existe) é aprender como a interface webOS funciona.

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O navegador web também funciona muito bem, como vocês podem perceber. Abriu a página do TargetHD sem maiores problemas ou imperfeições (sem falar no bom gosto na escolha do site a ser exibido).

Algumas questões técnicas foram levantadas durante o evento. Por exemplo, quando questionados sobre a velocidade mínima necessária para o acesso do conteúdo online, a resposta do representante da LG no debate foi “nenhuma”. Mas isso, “com grandes aspas” (pois o mesmo contava com uma conexão de 50 Mbps em sua casa). Subentende-se que, como provedores como Netflix e YouTube exigem o mínimo de 2 Mbps de velocidade de conexão para uma experiência razoável, já podemos dizer que uma conexão inferior à essa torna a experiência algo impraticável.

Porem, convenhamos: quem compra uma TV como essas não tem uma internet com apenas 2 Mbps. Com certeza possui velocidades ainda maiores.

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Os modelos também foram preparados tecnicamente para oferecerem uma performance otimizada com o seu hardware. Modelos de TVs com dual-core e 8 GB de armazenamento (não disponíveis para o usuário, que pode utilizar pendrives e/ou HDs) foram capazes de realizar de forma plena as principais atividades propostas. Não foram observados arrastos, travamentos ou lags durante a degustação. Porém, entendo que são necessários testes mais intensos com o produto (esperamos que isso possa acontecer em breve).

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Antes de encerrar, os preços. São três novas séries (UB8500, UB9500 e UB9800), com preços sugeridos de R$ 5.999 (UB8500, de 49 polegadas), R$ 8.999 (UB8500, de 55 polegadas), R$ 13.499 (UB9500 de 65 polegadas), R$ 34.799 (UB9800, de 79 polegadas), e R$ 44.999 (UB9800, de 84 polegadas).

A seguir, uma breve demonstração em vídeo do webOS em ação.

 

Agradeço à assessoria da LG do Brasil pelo convite para mais um evento.

Especial | Ford apresenta a assistência de emergência via Sync, presente no Novo Ka

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A Ford do Brasil realizou ontem (25) em São Paulo o evento de apresentação da sua tecnologia de assistência de emergência, que será lançada em conjunto com o Novo Ka. Fui convidado pela montadora para o evento, e nesse post, vou passar as minhas impressões e algumas das principais características desse novo sistema.

O recurso funciona em conjunto com a conectividade SYNC (desenvolvida em parceria com a Microsoft), e é capaz de realizar uma chamada automática para o serviço SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), pelo telefone 192 quando um acidente ocorre com o veículo, enviando a localização do carro através de coordenadas, permitindo que ou o passageiro entre em contato com o resgate por voz (caso ele não consiga se mover no veículo por qualquer motivo), ou o sistema de voz alerta o SAMU sobre o incidente automaticamente (se o passageiro estiver inconsciente).

Esse recurso já está disponível nos veículos da Ford nos Estados Unidos e Europa, e estreia no Brasil com o Novo Ka, apresentado em um evento no dia anterior (24). O recurso de assistência de emergência reforça o compromisso da Ford na inovação e democratização da tecnologia a serviço das pessoas, uma vez que o sistema está presente em um modelo considerado de entrada pela montadora. A ideia é que, no futuro, o recurso esteja disponível em outros veículos da Ford.

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Para que tudo funcione, o motorista precisa parear o seu smartphone com o SYNC no veículo através da conectividade Bluetooth. Quando o acidente ocorre, o airbag é acionado automaticamente, e o sistema de combustível é cortado. Nesse momento, o SYNC realiza uma chamada automática via celular pareado para o SAMU.

Uma primeira mensagem é enviada, informando sobre o acidente e as coordenadas de localização do carro via GPS. Depois, o microfone é aberto, oferecendo a comunicação entre o atendente do SAMU com os ocupantes do carro. Se não houver resposta (por inconsciência dos ocupantes ou impossibilidade por qualquer outro motivo), os principais dados sobre o acidente são enviados para o atendente, que por sua vez pode acionar uma equipe de resgate para o local.

O sistema é oferecido de forma vitalícia no veículo, sem cobranças adicionais. O sistema não é ativado manualmente, evitando assim a realização de chamadas falsas ou acidentais.

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No Brasil, a Ford tem como parceira o Ministério da Saúde, e o sistema passou por um período de testes e validação em algumas unidades do SAMU, incluindo as simulações de chamadas. Para quem quiser conhecer melhor o serviço, pode fazer uma simulação online, clicando aqui.

Hoje temos 40 milhões de carros rodando no Brasil. E 41 milhões de usuários de telefones celulares. Seguindo a tendência de mobilidade, conectividade e armazenamento na nuvem, A Ford amplia os serviços do SYNC, criando soluções para ampliar a segurança do motorista, mas sempre fazendo com que o mesmo jamais tire as mãos do volante para acionar tais recursos. O SYNC pode acessar os contatos da agenda do smartphone, fazer e receber chamadas de voz, ler mensagens SMS, controle do rádio e MP3 player por comandos de voz, conectividade Bluetooth e pareamento de até 12 telefones.

14 milhões de veículos no mundo contam hoje com o SYNC, com mais de 9 milhões com a assistência de emergência. O sistema AppLink também chega ao Brasil com o Novo Ka, expandindo as possibilidades do sistema com o acesso aos aplicativos via smartphone.

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A Ford revelou alguns detalhes interessantes sobre a tecnologia de assistência de emergência. Para começar, eles se referem ao serviço como uma “conveniência”, e enfatizam que o sistema possui algumas limitações consideradas naturais, considerando o que poderia acontecer em diferentes possibilidades de incidentes. Uma dessas limitações é a possível ausência do sinal de celular na região do acidente.

Sem um sinal de celular no local, por menor que seja, o sistema de emergência não vai funcionar, pelo simples fato de não poder realizar a chamada para o SAMU. A Ford afirma que tal cenário é aceitável, pois mesmo que um passageiro esteja consciente para realizar a chamada, não conseguiria pela questão técnica de telefonia.

Além disso, o sistema de GPS integrado no sistema de emergência só serve para identificar a posição de latitude e longitude do veículo, e a sua transmissão é feita toda pelo serviço de telefonia. Por enquanto, é assim que o sistema funciona.

Por fim, para os usuários que já contam com o SYNC em seus veículos e estão interessados em ter a assistência de emergência, terão que repensar seus investimentos financeiros. A Ford alertou que o novo serviço está condicionado à updates de software e de hardware, e a montadora não recomenda uma atualização dos componentes dos carros que já contam hoje com o SYNC para receber a nova funcionalidade.

Resultado: salvo alguma mudança, se você quiser ter a nova assistência em seu veículo Ford, vai ter que comprar um novo carro. Por enquanto, apenas o Novo Ka conta com o sistema, mas a Ford promete implementá-lo em novos veículos no futuro.

Agradeço ao pessoal da Ford do Brasil pelo convite para esse evento, e encerro esse post com a frase que resume a filosofia da montadora nessa nova proposta tecnológica para os seus veículos.

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LG G2 e LG G3, lado a lado (em fotos)

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Como eu sou um proprietário de um LG G2, era inevitável que eu fizesse um lado a lado com o LG G3 recém lançado no Brasil. Não é um comparativo técnico, falando de todas as diferenças conceituais e de especificações, mas é apenas uma forma de mostrar ao leitor como os modelos ficaram lado a lado. Peço desculpas pela baixa qualidade das fotos, mas é o que temos para hoje. Ainda mais com um espaço tão curto de tempo, e condições abaixo do ideal para o registro de fotos.

De qualquer forma, vale aqui as minhas observações.

A primeira diferença mais evidente entre os dois modelos está no tamanho de tela do produto. Aqui, a LG utilizou uma estratégia “à  la Apple”, e aumentou a tela na sua altura. A largura dos dois dispositivos é basicamente a mesma, o que garante um bom agarre para o produto, e a mesma operatividade do modelo anterior. Quem já se acostumou com a tela com grandes dimensões do LG G2 não vai notar grandes diferenças para o LG G3. Já para aqueles que não se acostumaram, vão continuar estranhando o tamanho do dispositivo.

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As mudanças nos gráficos da nova interface da LG são ainda mais evidentes. Os ícones são planos, e quando exibidos em uma tela Quad HD, reforçam ainda mais essa proposta visual de simplicidade.

Aliás, bem sabemos como a tela do LG G2 é boa, mas de perto, a tela do LG G3 se mostra ainda melhor. A aposta da LG em adicionar a tecnologia de suas TVs nos smartphones da empresa mais uma vez se prova muito acertada. A qualidade de imagem oferecida é muito bem vinda, e para os usuários que adoram consumir os conteúdos multimídia, a escolha é mais do que acertada.

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Outra diferença visível está na parte traseira do dispositivo. Além da carcaça removível, o LG G3 possui uma tampa traseira com um acabamento que a LG chama de “plástico metalizado”, que (teoricamente) é mais resistente aos riscos e arranhões (ok, eu pergunto: onde está aquele material regenerativo presente no LG G Flex?). Particularmente, prefiro esse tipo de material do que o que está presente hoje no LG G2, que é mais propenso à marcas de dedo e pequenos acidentes por conta do uso.

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Aqui, além dos botões traseiros redesenhados (com um botão central maior, e uma melhor disposição de relevo), o discreto laser ao lado do sensor da câmera do G3 são percebidos. Lembrando que esse laser ajuda a aumentar a velocidade de captura de fotos, e esta é uma das principais apostas da LG para promover o produto no mercado. Porém, só poderemos comprovar a eficiência dessa solução em um teste prático, durante os reviews.

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Por fim, apesar do G3 manter a mesma assinatura de design do G2, ele apresenta sutis diferenças nas linhas da carcaça traseira, que são mais refinadas e elegantes. O LG G3 é mais fino e leve que o G2, oferecendo assim um agarre agradável e mais confortável para um uso mais prolongado.

Quando o LG G3 for enviado para review (esperamos que isso aconteça), faremos um comparativo mais aprofundado e detalhado dele com o LG G2. Por hora, vale repetir o bordão: é o que temos para hoje.

LG lança no Brasil as novas versões dos tablets G Pad, com 7, 8 e 10.1 polegadas

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LG G Pad 8.0 Preto - combo

Nem só de smartphones e relógios inteligentes se faz um evento de lançamento da LG. Também foi anunciada ontem (22) a expansão da linha de tablets G Pad, com três novos modelos, com diferentes opções de tamanhos de tela.

Com diferentes configurações para atender diferentes públicos, os novos tablets chegam nas versões com 7.0, 8.0 e 10.1 polegadas de tela (todas as telas são IPS HD), a promessa de alta capacidade de autonomia de bateria, processadores quad-core, sistema operacional Android 4.4 KitKat e algumas das tecnologias já presentes nos dispositivos da LG, como Knock Code, QPair 2.0, QRemote, Hand Gesture e Smart Keyboard, por exemplo.

Com cores vibrantes e um formato mais arredondado, os produtos atendem os diferentes públicos, oferecendo uma experiência mais ajustada para suas características e necessidades.

 

Informações técnicas GPad 7.0

LG G Pad 7.0 Laranja - lateral

 Processador: 1.2GHz Qualcomm® Snapdragon™ 400 Quad Core
 Display: 7.0” HD IPS (1280 x 800)
 Memória: 8 GB de memória interna/1GB RAM, conta gratuita no Box de 50GB
 Câmera: 3MP traseira, 1.3MP frontal
 Bateria: 4,000mAh
 Sistema operacional: Android 4.4, Kit Kat
 Rede: Wi-Fi
 Cores: Preto, branco, laranja, azul

Previsão de lançamento: Julho/2014
Preço sugerido: G2 Pad – R$ 599,00

 

Informações técnicas GPad 8.0

LG G Pad 8.0 Preto frente e verso

 Processador: 1.2GHz Qualcomm® Snapdragon™ 400 Quad Core
 Display: 8.0” HD IPS (1280 x 800)
 Memória: 16 GB de memória interna/1GB RAM, conta gratuita no Box de 50GB
 Câmera: 5MP traseira, 1.3MP frontal
 Bateria: 4,200mAh
 Sistema operacional: Android 4.4, Kit Kat
 Rede: Wi-Fi / 4G LTE
 Cores: Preto, branco, laranja, azul

Previsão de lançamento: Agosto/2014
Preço sugerido: G2 Pad – R$ 799,00

 

Informações técnicas GPad 10.1

LG G Pad 10.1 Vermelho - combo

 Processador: 1.2GHz Qualcomm® Snapdragon™ 400 Quad Core
 Display: 10.1” HD IPS (1280 x 800)
 Memória: 16 GB de memória interna/1GB RAM, conta gratuita no Box de 50GB
 Câmera: 5MP traseira, 1.3MP frontal
 Bateria: 8,000mAh
 Sistema operacional: Android 4.4, Kit Kat
 Rede: Wi-Fi
 Cores: Preto, vermelho, branco

Previsão de lançamento: Julho/2014
Preço sugerido: G2 Pad – R$ 1.099,00

 

LG G Pad 7.0 Azul - frente LG G Pad 7.0 Azul - verso LG G Pad 7.0 Laranja - verso LG G Pad 8.0 Branco - verso LG G Pad 8.0 Branco LG G Pad 10.1 Preto - frente LG G Pad 10.1 Vermelho - verso LG G Pad 10.1 Vernelho - frente 2014-07-22 21.14.42 2014-07-22 21.14.48 2014-07-22 21.14.56 2014-07-22 21.50.06 2014-07-22 21.50.27

 

Via assessoria de imprensa (LG do Brasil)

LG G Wacth chega ao Brasil em agosto por R$ 699. Aqui, nossas primeiras impressões

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LG G Watch

Aproveitando o evento de lançamento do LG G3, a LG do Brasil também anunciou a chegada ao mercado brasileiro do LG G Watch, primeiro relógio inteligente da empresa com o sistema operacional Android Wear. O dispositivo chega ao mercado brasileiro com uma proposta de preço muito agressiva (em relação aos seus competidores diretos), e promete um design simples e uma fácil interação com as informações e recursos, sempre trabalhando em conjunto com os smartphones Android.

O dispositivo pode receber notificações e informações relevantes do smartphone, evitando assim que o usuário retire o telefone do bolso. O pareamento com o smartphone é feito via Bluetooth com qualquer dispositivo com o sistema Android 4.3 Jelly Bean ou superior. Através do G Watch, o usuário recebe mensagens, ligações recebidas, controle de playlist de músicas e informações sobre o local que está.

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Em trânsito, é possível atender chamadas pelo relógio, e através dos comandos de voz, é possível responder mensagens de texto. O G Watch também conta com um contador de calorias, entre outras funções inteligentes. Na verdade, todas as funções do relógio podem ser controladas por voz. O LG G Watch é resistente à água e poeira (certificação IP67), suportando imersões de até 1 metro de profundidade.

 

Minhas primeiras impressões sobre o produto

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Meu contato com o LG G Watch foi breve, mas bem interessante. Como foi o primeiro contato com um dispositivo com o Android Wear, é natural que a estranheza sobre o funcionamento do sistema apareça. Pelo menos a unidade que testamos (que parecia ser ainda um protótipo) apresentava uma interface um pouco mais simples do que aquela apresentada pela Google nos últimos eventos, e até com algumas “anormalidades” (como por exemplo a exibição da tela de controle de serviços do dispositivo, permitindo inclusive que qualquer pessoa pudesse fazer um hard reset no relógio com facilidade).

Mesmo assim, o G Watch se apresentou como um produto com conceito interessante. Sua interface é realmente simples e minimalista, com os poucos ícones exibidos em lista vertical. O dispositivo passa a ideia de ficar o tempo todo em modo standby, esperando pelo comando de voz do usuário (o já tradicional “OK Google”).

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O dispositivo é, basicamente, um relógio quadrado no seu design. Não é mais espesso que um relógio tradicional, e é tão confortável no pulso quanto o meu relógio do dia a dia. Nem mesmo o seu peso pode representar algum problema, já que é um produto bem leve.

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Aqui, os poucos parafusos na parte traseira (bem escondidos), e a indicação de “NOT FOR SALE”, o que pode ser o indício de se tratar de um modelo não definitivo. Ou seja, vamos ter que esperar pelo produto final (enviado para review – assim esperamos) para descobrir todo o potencial desse dispositivo.

LG G Watch lateral

 

Informações técnicas: G Watch

  • Processador: 1.2 GHz Quad Core Qualcomm SnapdragonTM 400
  • Tela: 1.65” TFT LCD (280 X 280)
  • Memória: 4 GB / 512 MB RAM
  • Bateria: 4,000 mAh
  • Sistema Operacional:Android WearTM
  • Tamanho: 37.9  X 46.5 X 9.95mm
  • Peso: 58g
  • Conectividade: Bluetooth 4.0
  • Sensores: 9-Eixos (Giro/ Acelerômetro/ Compasso)
  • Cores: Preto e branco
  • Outros: Resistente à água e poeira

Preço Sugerido: R$ 699,00

Via assessoria de imprensa (LG do Brasil)

LG G3 é oficial no Brasil. Testamos o smartphone no seu evento de lançamento

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lg g3 topo

Em evento realizado ontem (22) em São Paulo (SP), a LG do Brasil anunciou de forma oficial o lançamento do seu novo smartphone top de linha, o LG G3. Mantendo a aposta bem sucedida de design do LG G2, e oferecendo melhorias substanciais em algumas funcionalidades consideradas essenciais pelos usuários, o dispositivo já está disponível para compra no mercado brasileiro, e nesse post, farei um resumo de tudo o que foi dito, além de passar as minhas primeiras impressões após testar o produto por alguns minutos.

A LG lança o G3 no Brasil com apenas um mês de intervalo para o mercado internacional. Esse é um recorde histórico da empresa no nosso mercado, o que mostra o compromisso com o consumidor brasileiro em oferecer o que a empresa tem de melhor, com o menor tempo possível. Além disso, mostra a aposta da LG no nosso país, entendendo que o mercado local ainda pode ser bem explorado, não só expandindo a sua cota de mercado entre os tops de linha, mas convencendo o cliente que os seus produtos herdam na telefonia a mesma qualidade de outros segmentos da empresa.

A LG deixou claro durante a coletiva que o G3 é calcado em três pilares fundamentais: design, tela e câmera. Os três itens receberam melhorias em relação ao G2, não só seguindo o feedback do consumidor em relação ao modelo anterior, mas também saindo um pouco da curva tradicional de evolução do produto, visando oferecer inovações para fazer a diferença entre os modelos top de linha.

LG G3 traseira

O design do produto foi reformulado, e o LG G3 é mais fino e leve que o seu antecessor. 76.4% da parte frontal do dispositivo é composta por sua tela, e suas bordas externas são finas e arredondadas. O acabamento traseiro conta com plástico metalizado, o que ajudou na redução do peso e transmite uma maior sensação que qualidade premium. São cinco opções de cores para o G3, e a manutenção da Smart Button na parte traseira do aparelho reforça a assinatura desse conceito.

Na apresentação do produto, a LG enfatizou – e muito – o fato da tela de 5.5 polegadas do G3 contar com resolução QuadHD, que de acordo com o fabricante, é a melhor tela disponível no mercado de smartphones. São 538 pixels por polegada, que oferecem um resultado de pixels “invisíveis” e imagens perfeitas.

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Por último, e não menos importante, a câmera. O sensor traseiro do LG G3 possui 13 megapixels (OIS+), e como principal novidade, ele vem acompanhado de uma tecnologia de Foco Automático a Laser, que promete uma captura mais rápida de objetos e pessoas. O tempo que o laser demora para focar o alvo da foto é de apenas 0.276 segundo, o que faz com que a foto seja algo praticamente instantâneo.

Combinado com o OIS+ (que oferece maior estabilidade ao aparelho durante os disparos), a LG promete importantes evoluções em relação ao LG G2 nos aspectos fotográficos. A mobilidade do sensor é maior, amortecendo com mais facilidade a vibração das mãos, o que reduz as chances de uma foto borrada.

O sensor frontal de 2.1 megapixels não foi esquecido, e conta com dois novos recursos inteligentes. O primeiro é o Hand Gesture, que com um simples gesto de abrir e fechar as mãos diante da câmera frontal inicia o processo de registro da selfie, através de um contador regressivo, dispensando a necessidade de tocar em qualquer botão ou parte da tela para registrar a foto. O segundo recurso é o Virtual Flash, que faz com que a tela exiba um quadro branco de alto brilho, simulando um flash para a câmera frontal, iluminando o rosto a ser fotografado.

LG G3 Cores

O LG G3 já chega ao mercado com o sistema operacional Android 4.4.4 KitKat, com as customizações já apresentadas pela empresa nos últimos meses, como o Smart Keyboard, o Smart Notice, o Knock Code, entre outros. Tudo isso combinado com a interface reformulada, com design simplificado (gráficos planos), seguindo a tendência atual para os dispositivos móveis.

Case Quick Circle Cores

A LG também apresentou uma série de acessórios para o LG G3, como por exemplo a Quick Cover, que quando acionada, exibe informações como relógio, feeds sociais e quantificador na parte central, no espaço correspondente ao círculo central do case. Além disso, um carregador sem fio para o dispositivo (foto abaixo), que está incluso no kit de venda, e um fone de ouvido Bluetooth (não incluso) também forma apresentados.

Carregador base sem fio

Minhas primeiras impressões com o LG G3

Depois de apresentar o produto na teoria, chegou a hora de conhecê-lo na prática. Vendo o G3 de longe, é impossível deixar de destacar a sua beleza e modernidade na proposta de design. Mas é quando tomamos o contato com o dispositivo pela primeira vez que podemos perceber como essa peça de tecnologia pode ser realmente atraente.

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É inevitável não lembrar (um pouco) do Nexus 5 ao entrar em contato com o LG G3 pela primeira vez. O DNA da LG está presente nos dois modelos. Mas tal característica só fica na primeira lembrança. O G3 se mostra um smartphone com características de design próprias e muito bem definidas, e é um dispositivo que se apresenta pronto para bater de frente com os seus principais concorrentes.

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O trabalho feito com a carcaça traseira convence. O “parece, mas não é” fica bem claro nesse aspecto, e é mais um ponto onde visualmente o G3 chama a atenção. Aliás, que fique registrado que esse é um telefone mais fino e mais leve que o LG G2, o que garante o conforto no uso do dispositivo (para quem gosta de smartphones com telas com mais de 5 polegadas), e a meia polegada de tela a mais não torna o produto desconfortável. Até porque a LG utilizou uma área ainda maior para a tela para esse telefone.

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O modelo na cor branca também chama a atenção pela beleza, mas particularmente, prefiro o modelo em preto metálico.

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Eu não precisava dizer isso, mas é bom deixar registrado: a tela do LG G3 é realmente espetacular. A capacidade de exibição de imagens e a sua qualidade final não deixam dúvidas que esse fatalmente é um dos grandes chamarizes do dispositivo.

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Você consegue ver pixels nessa tela? Eu não (e, se você consegue, parabéns).

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Testei de forma breve as duas câmeras.

A câmera traseira realmente tem um tempo de disparo praticamente instantâneo. O que ainda questiono é se essa velocidade pode garantir um resultado final de foto de alta qualidade. Mesmo contando com o OIS+, só poderei tirar a “prova dos nove” sobre a qualidade das fotos capturadas durante os testes mais intensos, em um eventual review.

O recurso da câmera fontal para selfies (Hand Gesture), também funciona bem, desde que você se posicione em uma distância suficiente para que o sensor frontal identifique a sua mão por completo. Uma vez reconhecido o gesto de fechar a mão, a contagem regressiva é iniciada, e a foto é capturada. Os mesmos questionamentos sobre a qualidade final das fotos só poderão ser respondidas quando o produto passar por testes mais prolongados.

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Por fim, pelo menos nos minutos que testei o produto, o sistema operacional Android 4.4.4 KitKat está com um bom desempenho, e a interface reformulada presente no LG G3 aparenta estar mais leve e fluída. Entendo que, com tantos recursos novos, e uma tela Quad HD, os questionamentos sobre a performance geral do produto apareçam. Pelo menos do pouco que testei no evento de ontem, o dispositivo rodou com fluidez bem aceitável, não apresentando engasgos e travamentos. Mas só o review pode dizer se no dia a dia ele pode ser tão prazeroso assim na sua usabilidade.

Aproveito a oportunidade para agradecer à assessoria de imprensa da LG do Brasil (e aos executivos com quem conversei ontem) pelo convite para mais um lançamento da empresa.

 

Informações técnicas: LG G3

  • Processador: Qualcomm SnapdragonTM 801 AC (até 2.5GHz Quad-Core)
  • Tela: 5.5” Quad HD IPS (2560X1440, 538ppi)
  • Memória: 16GB eMMC ROM / 2 GB DDR3 RAM / cartão micro SD de até 2TB
  • Câmera: 13MP com OIS+ e Foco Laser / Fronatl de 2.1 MP
  • Bateria: 2,940 mAh (removível)
  • Sistema Operacional:Android™ 4.4, Kit Kat®
  • Tamanho: 146.3 X 74.6 X 8.9mm
  • Peso: 149g
  • Rede: 4G / LTE / HSPA+ 21 Mbps (3G)
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth Smart Ready (Apt-x), NFC, SlimPort, A-GPS / Glonass, USB 2.0
  • Cores: Preto, branco, dourado e roxo
  • Outros: Smart Keyboard, Smart Notice, Knock Code, Guest Mode

Preço Sugerido: R$ 2.299,00

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Mais imagens dos produtos apresentados

Fotos de imprensa

LG G3 Preto LG G3 Dourado LG G3 Branco Case Quick Circle Preta Case Quick Circle Dourada - Cópia Case Quick Circle Branca Carregador base sem fio 2 Carregador base sem fio 3

 

Fotos no evento de lançamento

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Acessórios

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LG Digital Experience 2014 | As novidades na linha de TVs (OLED, 4K, Curvada)

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UB9800

A LG apesentou na Digital Experience 2014 o seu novo portfólio de TVs, com todas as novas tecnologias trabalhadas pelo fabricante nos últimos anos. Em 2012, a empresa apostou no Ultra HD (4K), expandindo essa aposta em 2013. Para 2014, serão até 10 novos modelos com essa resolução de tela, com tamanhos que variam entre 49 e 98 polegadas.

Os lançamentos contam com recursos avançados e tecnologia embarcada para oferecer a melhor experiência de imagem. Por exemplo a presença do controle Smart Magic, que funciona como uma espécie de mouse na tela, sendo também capaz de reconhecer voz e gestos. Outra assinatura dessas novas TVs da LG é a presença da plataforma WebOS, que foi adaptada para as TVs, oferecendo uma forma mais simples de interagir com a Smart TV da LG, com uma navegação direta aos conteúdos.

Os novos modelos Ultra HD 4K da LG – UB8500 (49”/55”), UB9500 (65”) UB9800 (79”/84”/98”) oferecem a exclusiva tecnologia Nano Full LED, combinando os pontos de iluminação por toda a tela, otimizando a luminosidade e oferecendo um contraste de maior qualidade. Pelo seu tamanho de tela, a qualidade final da imagem fica realçada, e é aí que a resolução 4K se torna efetiva e perceptível ao telespectador.

Previsão de lançamento:  UB8500 (49”/55”) – Maio de 2014
Previsão de lançamento:  UB9500 (65”) – 2º semestre de 2014
Previsão de lançamento:  UB9800 (79”/84”/98” ) – 2º semestre de 2014

77EC9800

Também foram apresentadas duas novas TVs curvadas – EA9800 (55”) e EC9800 (77”), sendo estas pioneiras no segmento de design ergonômico de tela, e oferecendo uma experiência mais imersiva na visualização de conteúdos na TV. Contam com tecnologia OLED, dispensando assim a iluminação traseira, e oferecendo telas com menor espessura.

As telas OLED da LG possui um diferencial, que é a tecnologia proprietária WRGB, que adiciona um subpixel branco à combinação RGB (vermelho, verde e azul). Com uma base transparente e a parte traseira feita de fibra de carbono, os modelos curvados da LG são mais resistentes na sua construção, e sua estética resulta em uma leveza visual ao ambiente onde será instalada. Por fim, esses modelos são 3D, e contam com todos os recursos presentes nas Smart TVs da LG.

Previsão de lançamento: EA9800 (55”) – disponível no mercado
Preço médio sugerido: R$16.999,00
Previsão de lançamento: EC9800 (77”) – 2º semestre de 2014

55EA8800

Por fim, dos anúncios da LG na Digital Experience 2014, o modelo EA8800 de 55 polegadas é o único que está disponível no Brasil. A TV conta com uma moldura em forma de quadro, e em modo stand-by possui o Modo Gallery, que exibe imagens de pinturas clássicas armazenadas na TV em modo looping. O modelo conta ainda com um sistema de som com dois alto-falantes e dois woofers, oferecendo uma potência de 100W. A tela é OLED, ressaltando o tom preto nas imagens, e é mais um modelo 3D com os recursos de uma Smart TV.

Preço sugerido: R$ 16.999.

A seguir, mais fotos das TVs apresentadas durante o evento.

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Nota: Eduardo Moreira viajou para São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil

LG Digital Experience 2014 | Em mãos, o LG G2 Mini

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Outro produto que recebeu destaque da LG na Digital Experience 2014 foi o LG G2 Mini, modelo que se propõe a ser uma versão mais compacta e com valor mais competitivo do muito elogiado LG G2. Por conta disso, possui algumas “restrições de hardware”, mas pelo menos nas primeiras impressões, a adaptação foi bem sucedida.

Para começar, o LG G2 Mini é um dos clássicos exemplos de ser “mini” em tudo. Não só na redução do tamanho, mas nas especificações técnicas (tela, dimensões, resolução de tela, bateria, processador, quantidade de RAM, entre outros). Aliás, os executivos da LG compartilharam no evento a informação que as duas versões do smartphone estarão disponíveis no mercado brasileiro, ou seja, uma versão com conectividade 3G, e outra, com 4G/LTE, que contam com diferenças técnicas entre si (principalmente no processador).

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Em linhas gerais, o LG G2 Mini é uma cópia autêntica e reduzida do LG G2, com uma diferença estética: a presença de uma carcaça traseira com relevo no lugar da carcaça traseira lisa. Um diferencial interessante, para que o smartphone fique melhor ajustado nas mãos. O que não é difícil, levando em conta que a sua tela é de 4.7 polegadas (porém, com bordas maiores que as presentes no Moto X e no LG G2, ou seja, com menor aproveitamento de área de tela).

De qualquer forma, é um dispositivo simpático. Por manter a mesma estética do LG G2, é igualmente agradável diante dos olhos. O botão traseiro, tão comentado no modelo maior, está devidamente adaptado às novas dimensões do modelo menor. Afinal de contas, é basicamente a assinatura não só do G2, mas da nova série G da LG, uma vez que o G Flex também possui essa característica de design.

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Curiosamente, o fato dele ser um modelo “mini” fez com que sua espessura aumentasse (até porque seria difícil uma redução nesse aspecto, ainda mais em um modelo intermediário). Ele é mais espesso sim, mas não algo gritante. Porém, é algo que precisava ser registrado, apenas como uma observação. Entendo que tal detalhe não vai interferir no interesse dos usuários em relação ao smartphone.

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Outro ponto positivo do LG G2 mini é a sua tela. Apesar de contar com uma resolução mais baixa (qHD), ela possui a mesma qualidade apresentada pelo G2 original. Esse é um dos principais pontos positivos do modelo maior, e é algo que deve pesar na eventual escolha do cliente em potencial. Sua câmera traseira (de 8 megapixels) oferece parte dos recursos já conhecidos nos modelos anteriores.

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Por fim, o seu desempenho. A boa notícia é que o LG G2 Mini aparentemente oferece um desempenho bem ajustado para suas características técnicas. Mais uma vez, é preciso ressaltar que existe a possibilidade dos dispositivos terem sido ajustados para oferecer a melhor performance possível, evitando assim que eventuais falhas sejam detectadas durante as degustações. Mesmo assim, como estamos falando das primeiras impressões do dispositivo, o que posso dizer sobre o pequeno G2 da LG é que ele aparenta ser um modelo fluído, bem funcional e com desempenho fluído na maior parte do tempo.

O LG G2 Mini chega para competir na faixa de preço que estão hoje o Motorola Moto X, o Samsung Galaxy Gran 2 Duos (já podemos citar esse), o Sony Xperia SP e derivados. Não estou considerando aqui as diferenças técnicas entre os diferentes modelos (e no caso específico do LG G2 Mini, só com o review poderemos saber se essas diferenças são significantes ou não).

O LG G2 Mini tem preços sugeridos de R$ 1.179 (versão 3G) e R$ 1.299 (versão 4G). Para a versão 3G, sua chegada está prevista para o mês de abril. A versão 4G do smartphone só vai chegar ao mercado brasileiro em junho.

Abaixo, veja o vídeo de hands-on do dispositivo.

Nota: Eduardo Moreira viajou para São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil

LG Digital Experience 2014 | Em mãos, o LG G Flex, o smartphone curvado (com hands on)

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A LG do Brasil deu um destaque especial para o LG G Flex, modelo que é o primeiro do mercado brasileiro a contar com tela e bateria curvas, oferecendo uma nova proposta de design para o já mais que saturado mercado de smartphones. Experimentei o modelo por alguns minutos, e nesse post, eu passo as minhas primeiras impressões sobre o exótico modelo.

A primeira curiosidade que você tem ao se deparar com um produto como esse é verificar como ele vai ficar em suas mãos. Ok, eu não sou parâmetro para isso – pois minhas mãos são grandes -, mas a partir da minha perspectiva, a primeira palavra que vem na minha cabeça é “estranho”. O LG G Flex é, efetivamente, uma nova proposta de dispositivo, que pretende se “encaixar” ao usuário no ato da conversação. Na mão, ele encaixa melhor, mas quando você vive a vida inteira segurando dispositivos com superfície plana, e passa para uma que tem uma curva, a tendência é você estranhar um pouco.

Agora, se a comunicação por voz se torna mais eficiente e inteligível em um produto com esse formato, só saberemos quando o mesmo chegar até aqui para review. Algo que já estamos na espera.

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Por outro lado, essa curva do LG G Flex não é o fim do mundo. Ela existe, mas não é acentuada a ponto de tornar o smartphone impossível de ser colocado no bolso, como alguns (de forma tola até) temiam. Essa curva dá um ar de modernidade ao seu design, combinando com o seu ar futurista. Sem falar que (teoricamente) a sua tela acaba sendo mais resistente que as demais, uma vez que, por ser curva, ela também é flexível. Mas até um certo ponto, que fique bem claro – isso foi muito frisado durante a apresentação do produto.

Além disso, temos que lembrar que a tela curva está presente no G Flex também com o objetivo de melhorar a experiência multimídia do usuário, aumentando a imersão da reprodução de vídeos em alta definição. Até porque essa será uma excelente maneira de aproveitar a tela de 6 polegadas do dispositivo.

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Outro ponto que a LG destacou de forma enfática foi a sua carcaça traseira, que como já foi amplamente divulgado, possui um recurso de “regeneração”, que praticamente remove os pequenos riscos provocados por moedas, chaves e outros objetos que normalmente transportamos no bolso junto com o dispositivo. Para mostrar a eficiência desse sistema, a LG montou um stand específico para o recurso, que foi comparado com um case protetor da própria LG. Infelizmente, não temos imagens do processo, mas falando como alguém que presenciou a demonstração: definitivamente, o recurso de regeneração funciona muito bem, eliminando quase completamente os arranhões realizados no dispositivo.

E digo “quase”, mas não com tom de desprezo. É simplesmente surpreendente que um smartphone consiga tal efeito. É claro que os mais cismados vão querer usar o smartphone com um case – e até recomendo. Mas para uma tecnologia considerada como novidade e diferencial, é animador saber que ela ainda pode evoluir.

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Também testei de forma breve a sua câmera, que com um sistema de foco muito rápido, promete ser outro ponto de destaque do LG G Flex. A LG vem dando prioridade ao sensor fotográfico nos seus últimos lançamentos, não apenas acrescentando novos recursos e efeitos no software, mas efetivamente melhorando o seu sensor. É claro que não dá para tirar qualquer tipo de conclusão dom um teste tão breve (mais uma vez, dependo do review para tirar conclusões definitivas), mas é outro ponto do smartphone que deve ser pelo menos muito procurado pelos usuários nos futuros reviews.

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Sobre o seu desempenho, nenhum senão. Com um hardware competente, a presença do Android 4.4 KitKat e uma ótima tela, o LG G Flex oferece uma experiência de uso prazerosa, com uma performance limpa e fluída. Deixando de lado que muito provavelmente os modelos demonstrados pela LG no evento podem ter sido otimizados para serem à prova de falhas, devo dizer que fiquei bem animado com a performance do aparelho. Sem engasgos, sem sinais de lags, e mostrando um potencial de desempenho excelente.

Por fim, as primeiras impressões do LG G Flex são realmente muito positivas. Eu gostei muito do que vi na proposta geral do aparelho e no seu desempenho. Fica evidente que a LG tenta repetir o resultado de ótimas primeiras impressões que o LG G2 obteve na época da sua apresentação, mas a proposta do modelo curvo ainda tem alguma resistência por parte de alguns. Esse quadro talvez só mude depois dos primeiros reviews.

Informações técnicas:

Processador: quad-core 2.26 GHz Qualcomm® Snapdragon™ 800
Display: 6”, HD (1280×720), OLED plástica curva (Real RGB)
Memória: 2GB RAM, 32 GB de memória interna
Câmera: 13MP traseira, 2.1 MP frontal
Bateria: 3,400 mAh
Sistema operacional: Android JellyBean+ 4.2.2
Tamanho: 160.5 x 81.6 x 7.9- 8.7mm
Peso: 177g

Preço sugerido: R$ 2.699,00

A seguir, um breve vídeo de hands-on do dispositivo, e mais fotos.

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Nota: Eduardo Moreira viajou para São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil

LG Digital Experience 2014 | 10ª edição do evento mostra as novidades da empresa para o mercado brasileiro

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A LG Electronics do Brasil apresentou ontem (25) para a imprensa as novidades do seu portfólio para o mercado brasileiro, na 10ª edição da LG Digital Experience. Na edição 2014, a LG montou a maior estrutura da história do evento, e hoje (26), o evento é aberto ao público em geral, que poderá conhecer os últimos lançamentos, estratégias de mercado e tendências ditadas pelos sul-coreanos.

As novidades dão continuidade à estratégia da empresa em apresentar soluções efetivamente acessíveis ao dia a dia do usuário médio, como a Smart Button (botão traseiro) nos smartphones, função Time Machine e controle Smart Magic nas TVs, televisores com Ultra HD (4K) e OLED, smartphone e TV com tela OLED curva e outras soluções que seguem o conceito “Tudo é Possível”.

Também foram apresentados números da LG no cenário de eletrônicos de consumo no Brasil, assim como detalhes da maior campanha institucional já realizada pela LG No Brasil, a “Sua Arena LG”, que é protagonizada pelo cantor Seu Jorge, que atua em um videoclipe dirigido pelo cineasta Spike Lee. Segundo a LG, a campanha teria um custo de investimento total de R$ 40 milhões, o maior investimento da LG em todos os tempos no segmento de publicidade.

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Também foi dada ênfase para a participação da empresa nos segmentos de smartphones, linha branca e TVs, onde a LG reforça o objetivo de acrescentar uma maior variedade de produtos dentro dessas categorias, buscando cobrir ao máximo os diferentes perfis de consumidores. Destacaram a sua segunda posição no mercado de smartphones, dando um recado claro do “a primeira (aka Samsung) que se prepare”.

Novidades do Digital Experience 2014

O LG Digital Experience 2014 tem novidades em todas as suas categorias de produtos. As novas TVs OLED (nos modos Curved e Gallery), e o novo modelo de 77 polegadas, além das TVs Ultra HD 4K de 79 e 98 polegadas. Entre os smartphones, os destaques vão para o LG G Flex, o LG G2 Mini e os novos smartphones de entrada. Na área de áudio e vídeo, o novo mini system Xboom Pro, com novos comandos, design e maior potência.

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Na área de informática, o Slide Pad II, em modo 2 em 1, é o principal destaque, acompanhado dos monitores Full HD Wide de 25 e 29 polegadas. No portfólio de linha branca, a LG apresentou a nova lavadora lava & seca Titan, que é capaz de lavar melhor, mais rápido e com maior economia, com uma capacidade de lavagem de até 16 kg, e de secagem de até 9 kg.

Outros segmentos foram atendidos. O novo ArtCool Stylist, ar condicionado com iluminação LED com alternância de cores customizadas foi apresentada para o lar, além do GHP, modelo de ar condicionado a gás, para ambientes comerciais, além dos segmentos de iluminação e energia, com a lâmpada LED R111, a única do mercado com anti-ofuscantes.

Por fim, o mercado B2B conta a gora com a tela touch U+Board, que funciona como uma vitrine virtual, permitindo a interação com o usuário com diferentes experiências, como experimento de roupas e acessórios.

Ao longo do dia de hoje, vamos apresentar aqui no blog algumas das principais novidades demonstradas durante a LG Digital Experience 2014.

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Serviço – Digital Experience 2014
Data: dia 26 de março (aberto ao público)
Horário: das 9h às 22h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Jardim Dom Bosco, SP
Entrada: gratuita

Nota: Eduardo Moreira viajou para São Paulo (SP) a convite da LG do Brasil

[Especial] Ford apresentou o Ka Concept na Bahia. Um novo conceito de carro urbano para 2014

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Nessa semana, a Ford apresentou de forma oficial o novo Ka Concept, uma nova geração de veículos compactos com novas propostas de design, engenharia e tecnologia, pensado nos consumidores urbanos do segmento de entrada no Brasil e em outros mercados internacionais da montadora. Fui convidado pela Ford do Brasil para acompanhar o evento de lançamento do produto, e nesse post, conto mais detalhes sobre o veículo apresentado.

Diversas autoridades e executivos estavam presentes no evento realizado no Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari (Bahia), inclusive o presidente do Conselho Mundial da Ford, Bill Ford (bisneto de Henry Ford). Além disso, convidados, jornalistas e funcionários da unidade participaram da atividade.

Além de visitar as operações da Ford no Brasil, Bill aproveitou a visita para participar das comemorações dos 100 anos da Ford na Argentina.

“A Ford tem uma longa história no Brasil, trazendo desenvolvimento, empregos e crescimento para a região”, disse Bill Ford. “O País está totalmente integrado à nossa estratégia de crescimento global, estamos empenhados em trazer para cá produtos de classe mundial e também em ajudar a região a criar veículos globais para o resto do mundo.”

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O Ka Concept é a última atualização (e ampliação) do portfólio de veículos compactos da Ford. O modelo chega para atender a demanda mundial por veículos compactos, que deve registrar um crescimento de participação no mercado automotivo de até 35% em cinco anos (entre 2012 e 2017), superando em 12% a taxa de crescimento de toda a indústria automotiva.

O Ka Concept – ou um veículo derivado desse conceito – poderá ser lançado em 2014, e um dos diferenciais que a Ford promete para essa nova linha de veículos é a adição de recursos originalmente dedicados aos modelos mais caros, como por exemplo sistema e economia de combustível, espaço interno confortável para cinco pessoas, ar-condicionado eficiente e diversas tecnologias embarcadas.

Algumas dessas melhorias são também pensadas para os geeks, como um compartimento central para o encaixe de celular e outros dispositivos móveis, e o sistema de conectividade SYNC, já visto em modelos apresentados em 2013. Todas essas tecnologias estariam em um produto com preço acessível. Promessa da Ford.

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“O Ford Ka Concept é destinado a clientes dos mercados em crescimento que querem e esperam mais”, disse Joe Hinrichs, presidente da Ford nas Américas, que participou da apresentação do novo conceito. “Ele vai encantar o consumidor com seu design elegante, tecnologia inteligente, qualidade de execução e acabamento. E também mostra a capacidade dos nossos times de design e engenharia da América do Sul de produzir novos projetos para atender os mercados mundiais. É realmente um novo marco do design e engenharia global da Ford”.

O Ka Concept é o segundo veículo desenvolvido pela Ford Brasil depois do EcoSport. O modelo é visto pela montadora como um produto chave para os mercados emergentes, como a América do Sul e a Ásia. Até porque esses dois continentes vão responder por 44% do mercado global de veículos compactos até o ano de 2017.

No seu design, o Ka Concept mostra vários elementos característicos dos veículos da Ford, já presentes na linguagem global dos modelos já lançados. A grade dianteira trapezoidal e a sua superfície são assinaturas da nova geração de veículos da montadora.

Além disso, é possível identificar o capô vincado, os faróis oblíquos, o alongamento visual da carroceria, laterais com vincos ascendentes, o teto com um corte que avança até o aerofólio, que por sua vez é incorporado à tampa do porta-malas e lanternas amplas são outros pontos característicos que podem ser observados no novo Ka Concept.

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Agradeço ao pessoal da Ford Brasil pelo convite para o evento. A seguir, mais fotos oficiais do produto, além de algumas fotos que registrei durante o evento.

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[Primeiras Impressões] LG G Pad

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Apesar do evento da LG de ontem (29) ser totalmente centrado no LG G2, outro produto foi muito procurado entre os presentes: o LG G Pad. O produto estava exposto em uma única unidade de protótipo para degustação, e passo aqui as minhas primeiras impressões sobre o pouco tempo que fiquei com o produto.

Nesse caso, vamos nos focar mais nos aspectos físicos do produto. As características técnicas e de software não podem ser concluídas de forma definitiva, justamente pelo fato do produto ser um protótipo funcional, e não a sua versão final.

Dito isso, o tablet chama a atenção por alguns fatores. Primeiro, por ele lembrar as linhas de um certo concorrente sul-coreano (de forma leve), mas por também lembrar um certo concorrente norte-americano (ainda mais nessa cor branca). Deixando esses detalhes de lado, o LG G Pad é um modelo visualmente atraente, e mais uma vez o seu principal destaque no seu externo é a sua tela, com alta resolução e densidade de pixels superior a 300 ppp.

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É um produto fino e leve para ser manejado, algo que vem se estabelecendo como uma tendência e preferência do mercado atual. Sua combinação de cores (considerando o protótipo que foi apresentado) tornam o produto visualmente atraente, e o material empregado pela LG resulta em um produto com uma boa qualidade de construção. Algo que considero positivo para um produto que visa ser competitivo contra concorrentes na sua faixa de preço.

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Outro ponto positivo é essa sua estrutura metálica na parte traseira, que reforça a impressão de qualidade mais elevada para o acabamento do produto, o que é algo sempre bem vindo para quem vai adquirir um produto desse porte.

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Uma câmera traseira não pode faltar (porém, sou contra: me recuso a usar um tablet para tirar fotos).

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Por fim, o LG G Pad parece ser um produto bem promissor. Ainda mais considerando o fato da LG ter a intensão de oferecer o modelo com um preço competitivo. De forma ainda não oficial, os executivos da empresa informaram que pretendem lançar o tablet no Brasil a tempo dele ser comercializado para o período das vendas de Natal, com um preço estimado de R$ 1.099, na sua versão WiFi.

Mas, atenção! O produto ainda não é oficial. Ele só foi demonstrado no evento do lançamento do LG G2. O tablet ainda será anunciado oficialmente, e suas especificações técnicas ainda serão confirmadas, assim como o seu preço.

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[Primeiras Impressões] LG G2

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A LG apresentou ontem (29) o smartphone LG G2 para o mercado brasileiro, apesar do produto já poder ser encontrado no varejo brasileiro. O evento realizado em São Paulo (SP) reuniu profissionais da imprensa e executivos em um mesmo espaço para apresentar a nova aposta da empresa para o mercado mobile nacional. E nesse post, eu passo as minhas primeiras impressões.

Antes de qualquer coisa, quero agradecer ao pessoal da assessoria de imprensa da LG do Brasil pelo convite para o evento. Ter esse tipo de reconhecimento não é algo fácil. Mais complicado ainda é ter esse trabalho reconhecido não só pela equipe que trabalha em prol da marca LG, mas principalmente pelos executivos da empresa. Isso é um grande estímulo para que o TargetHD continue a entregar um trabalho isento, com informação, qualidade de conteúdo e um pouco de bom humor (que não faz mal a ninguém).

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Mais uma vez, a primeira coisa que chama a atenção no LG G2 é a sua tela. Faço questão de colocar aqui uma foto mais escura para destacar esse fator, uma vez que a própria LG coloca esse ponto como um dos mais destacados do dispositivo, ao lado dos botões na parte traseira do dispositivo (falo deles daqui a pouco). E não é por acaso esse destaque: estamos diante de uma tela IPS de 5.2 polegadas, com resolução de 1920 x 1080 pixels. E a mesma tecnologia de tela utilizada pelas Smart TVs da empresa.

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Aliás, em conversas com executivos da empresa, um dos detalhes mais frisados é que um dos objetivos da LG é oferecer como diferencial a excelência de qualidade nesses aspectos considerados mais evidentes para o usuário. Um deles é justamente a tela, que é brilhante, com um material de ponta, e com uma altíssima resolução.

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O segundo diferencial do LG G2 é um dos seus pontos mais destacados durante a apresentação: os botões integrados na parte traseira do dispositivo. Segundo a LG, 38% das quedas de um smartphone é provocado pelo posicionamento dos botões de volume e liga/desliga nas laterais do aparelho. Pensando nisso, a LG encontrou essa solução, já imaginando que o usuário invariavelmente posiciona o dedo indicador na parte traseira do dispositivo, criando um apoio natural na hora de utilizar o aparelho durante uma chamada.

E isso faz todo o sentido. Durante a degustação, sem os botões laterais, a tendência é que o telefone realmente fique mais firme nas mãos do usuário, e com um pouco de treino (confesso que não é tão simples nos primeiros momentos, até porque a presilha de segurança dos stands atrapalhou um pouco essa experiência), o usuário pode ter um comportamento natural para uma utilização diária. E sim, acaba sendo mais prático, para destros e canhotos. Universaliza a mecânica de uso.

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Outros pontos de destaque nos aspectos físicos do LG G2 a serem destacados. Ele é um smartphone refinado, com um ar sóbrio, e com bordas muito finas, aumentando ainda mais a impressão de uma tela de amplo tamanho. A tela acompanha bem o design do produto, e segue a filosofia já adotada por outros modelos da LG. Aliás, sem querer fazer o advogado do diabo, mas ele lembra um pouco os produto da linha Nexus (e não é à toa).

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Também merece destaque o acabamento do produto, que passa a agradável impressão de ser construído em um corpo único e bem montado. É um smartphone leve, o que pode causar estranheza para usuários que já estão acostumados aos smartphones mais pesados. Por outro lado, é muito melhor levar no bolso um telefone com um peso reduzido, ainda mais considerando esse tamanho de tela.

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O LG G2 chega ao Brasil com o sistema Android na versão 4.2 Jelly Bean, com todas as customizações já propostas pela LG nos modelos anteriores. Além dos recursos que já conhecemos nos modelos anteriores (QuickMemo, SmartShare, etc), o G2 oferece importantes novidades, com novos recursos e funcionalidades.

Com tudo isso, o sistema parece ser bem fluído e funcional, sem apresentar engasgos aparentes ou falhas críticas. É claro que eram modelos de demonstração, e só poderei tirar uma conclusão mais precisa quando o produto chegar para testes e reviews, mas as primeiras impressões sobre o LG G2 são excelentes. O telefone acerta em buscar se aproximar do consumidor ao oferecer recursos que são práticos e objetivos para o seu dia a dia.

LG G2 é apresentado oficialmente no Brasil

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Apesar de já estar disponível no mercado a algum tempo, a LG do Brasil apresentou oficialmente ontem (29) o LG G2 em nosso país. Contando com a presença de executivos da empresa e jornalistas especializados no segmento de tecnologia, o fabricante mostrou as principais características do dispositivo, que chega para bater de frente com os seus concorrentes no segmento de produtos de linha premium.

O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber o LG G2, e traz como carro-chefe o Smart Button, que é o único botão físico do dispositivo, que fica na parte traseira do telefone, localizado de forma que o dedo indicador do usuário fique convenientemente posicionado para uma interação (teoricamente) mais simples do que os botões nas laterais do dispositivo.

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Mas o LG G2 não se limita a oferecer esta única novidade. O modelo combina algumas das funcionalidades já presentes em outros dispositivos (como o Quick Memo, pore exemplo), com novos recursos que prometem ser úteis no dia-a-dia do usuário médio, como por exemplo o Answer Me, Plug & Pop e o Guest Mode.

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Sua câmera traseira de 13 megapixels conta com a tecnologia OIS de estabilização óptica de imagem, e um sistema de áudio Hi Fi de 24bit. Sua tela de 5.2 polegadas possui tecnologia IPS, e o seu processador é um Qualcomm Snapdragon 800 quad core, de 2.26 GHz. Para alimentar tudo isso, o G2 possui uma bateria de 3.ooo mAh, que promete aguentar bem o uso do dia a dia, trabalhando com recursos para otimização de seu consumo, economia de energia e até um modo de recarga de bateria que recarrega até 40% mais rápido que os seus concorrentes.

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Outros recursos de destaque é a presença da conectividade 4G, do modo Audio Zoom (que focaliza a captação de áudio em um indivíduo, amenizando os ruídos extras do ambiente), a função KnockON (que liga ou desliga a tela do LG G2 com dois toques na tela do aparelho), entre outros.

Como já foi dito, o LG G2 já está disponível no mercado brasileiro, com preço sugerido de R$ 1.999.

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Evento Especial: lançamento do novo Ford Fusion 2.5 Flex 2013

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A Ford Brasil convidou o blog TargetHD.net para o evento de lançamento oficial no Brasil do novo Ford Fusion 2.5 Flex 2013, o novo sedã de luxo da montadora. Nesse post, vou passar as minhas impressões com o quesito que mais está alinhado com os propósitos do blog, ou seja, tecnologia. Além disso, vou relatar minha experiência do veículo em relação à sua performance, e como a tecnologia embarcada do carro pode ser revertida em uma confortável experiência de uso para o motorista e os passageiros.

O evento aconteceu em Jurerê Internacional, próximo à cidade de Florianópolis (SC). Já no saguão de entrada do hotel, tivemos o primeiro contato com o veículo, e o seu primeiro contato visual é algo realmente algo diferente. Apesar de ser um carro de luxo, ou um carro “top”, ele tem linhas muito bonitas e até mesmo agressivas. O próprio pessoal da Ford afirma que o modelo combina elementos de um sedã tradicional com um carro esportivo, tanto nas suas características externas (principalmente na parte frontal, que lembra um carro da NASCAR) quanto nos elementos internos (posicionamento e formato do volante, principalmente).

Repare na parte frontal do veículo, como ele lembra um modelo esportivo no seu aspecto geral.

Vendo o carro mais de perto e de perfil, observe no formato dos faróis e do capô. Esses são os elementos que mais remetem a esportividade do Ford Fusion 2.5 Flex 2013. Porém, não se engane: é um carro de comportamento suave, com tocada macia e elegante.

Durante a coletiva de apresentação do novo modelo, a Ford anunciou que pelo menos três versões do carro estarão disponíveis para o consumidor: a Flex, que oferece um equilíbrio entre performance e consumo, e é o mais acessível dos três carros; a EcoBoost, que oferece uma maior performance com uma melhor eficiência de consumo de combustível; e a Hybrid, que é a versão que combina todos esses aspectos técnicos, oferecendo economia e performance com equilíbrio entre as duas características.

Inicialmente, as versões Flex e EcoBoost chegarão ao mercado brasileiro primeiro, com um preço inicial de R$ 92.990, (caso o comprador opte pelo teto solar, terá que pagar mais R$ 4 mil). A versão Hybrid, a mais completa por contar com um motor elétrico, será lançado até o final do primeiro semestre de 2013, e tem preço sugerido de R$ 113 mil. Estamos falando de preço, mas vamos ver a partir de agora o fator “vale o quanto custa”.

Para começar, são sete opções de cores, para atender as necessidades de usuários de todos os gostos e perfis de uso. E as variedades de cores só destacam o quanto o novo modelo da Ford é bonito em diferentes roupagens.

O test drive foi feito por aproximadamente 60 km, com um ponto de parada de troca de motorista. Tal como nos últimos test drives que participei com a Ford, me foquei em testar as tecnologias embarcadas no veículo, que oferecem não só um desempenho melhor para o carro, mas entregam uma experiência de uso diferenciada, no estilo “premium”, combinado com um conforto que é procurado por usuários que adquirem veículos desse porte.

Começamos pelo interior do carro. Como destaquei antes, o volante do novo Ford Fusion 2.5 Flex 2013 é bem esportivo, com um volante com os principais botões de controle do seu sistema de navegação integrada, além de um painel com poucas cores (predominando o vermelho e o azul) para facilitar a identificação visual. O motorista não precisa tirar as mãos do volante para nenhuma ação se assim quiser, já que é possível deixar a troca de marchas do veículo em automático, além de utilizar os comandos de voz para acionar os comandos do navegador central.

E quando digo automático, é automático mesmo. Ele segue o padrão que já é comum nos mercados europeu e norte-americano, onde todas as trocas são feitas automaticamente pelo sistema inteligente desenvolvido pela Ford.

Outro detalhe importante do novo Fusion é a sua direção elétrica. Durante a apresentação do carro, os profissionais da Ford afirmaram que é de hábito do brasileiro precisar “sentir” o carro para ter uma boa direção. Em outros mercados (como o europeu, por exemplo), a necessidade do motorista é que o carro seja o mais suave possível, pois o ato de dirigir precisa ser algo muito confortável e seguro. Essa é a proposta da montadora com esse novo Fusion: uma direção macia e suave, fazendo com que o motorista praticamente não sinta o carro.

O test drive começou, e logo comecei a explorar o Sync System do Fusion 2.5 Flex 2013. O sistema é dividido em quatro telas principais: entretenimento (áudio e vídeo) em vermelho, informações e configurações do carro em azul, informações de destino e rotas, em verde, e conectividade com o seu smartphone (iOS e Android), em vermelho. Todas elas podem ser acessadas com um simples toque na tela que você vê na foto acima. E observe que, com o decorrer do teste, essa tela vai ficar cheia de marcas de dedos. Peço desculpas desde já por isso.

O mapa mostra a rota a ser percorrida, dando indicações das ruas e do trajeto a ser percorrido. Observamos que o mapa não mostra a sua trajetória do modo como vemos os mapas nos dispositivos móveis, que normalmente se orientam na perspectiva do usuário na primeira pessoa (de frente para o trajeto a ser percorrido). No caso do mapa adotado pela Ford, o GPS indica onde o veículo está em uma perspectiva superior, com sua seta indicando a frente do carro. Mesmo assim, ele ainda é bem funcional para as necessidades aplicadas.

Visão do painel interno do veículo durante o test drive realizado em Florianópolis.

Visão geral do painel frontal do novo Ford Fusion. Muitos desses recursos estão integrados no volante, mas estão disponíveis aqui para utilização do passageiro. Observe que temos o mínimo de botões e recursos oferecidos, uma vez que a maior parte dos comandos podem ser feitas pelo Sync System, sem a intervenção de toques, apenas utilizando os comandos de voz do motorista.

A segunda tecnologia de destaque do novo Fusion é a de ajustes de configurações internas do veículo. Com poucos toques na tela, é possível fazer ajustes como temperatura individual, temperatura dos demais passageiros, temperatura do carro e do motor, entre outros ajustes.

Todas essas informações ficam dispostas para o motorista ou passageiro de forma simples e direta. Observe que quando a tela de configuração está ativa, a sua aba (em azul) fica em evidência, mas sem impedir que outras áreas de configuração sejam acionadas.

Decidimos então testar os comandos de voz para buscas de endereços. Utilizamos uma situação bem simples, que era a busca de endereços das salas de cinema mais próximas na nossa região. O motorista (no nosso caso, o Renê Fraga) acionou um botão no volante (bem posicionado, evitando assim a retirada das mãos no volante), e a partir daí, o assistente começou a atuar, interagindo por voz com o motorista, dispensando a necessidade de olhar para o painel. Caso o motorista saiba de cor qual é a sala ou o endereço de destino, o sistema identifica tudo e já traça a rota para chegar ao local. Se não for o caso, o passageiro do banco da frente pode selecionar um dos resultados listados para criar a rota.

O recurso também é funcional para funções relacionadas ao smartphone, ou outros ajustes diversos do carro.

Os controles ativos na tela também ficam dispostos para o motorista no seu painel, facilitando o campo de visão do mesmo, evitando assim que ele tire os olhos da estrada. A seguir um pouco da experiência de interação com os recursos de telefone.

O novo Ford Fusion 2.5 Flex 2013 é compatível com smartphones com os sistemas iOS e Android. O pareamento ainda é feito via Bluetooth, e permite a interação com o veículo em diferentes níveis. Usuários do iPhone poderão se conectar ao carro para reproduzir suas músicas salvas no dispositivo, além de realizar e receber ligações de modo sem fio, utilizando o viva-voz do veículo. Já os smartphones Android contam com recursos mais avançados, como interação com mensagens e algumas configurações adicionais. Isso acontece pelo fato da plataforma do Google ser mais aberta do que a da Apple.

Nos nossos testes, conseguimos parear dois iPhones e um Galaxy Nexus sem maiores problemas. A interação com os recursos disponíveis (reprodução multimídia e chamadas telefônicas) foi feita de forma perfeita. O som reproduziu no carro sem interrupções com alta qualidade de som, e as chamadas telefônicas em viva-voz foram realizadas com alta qualidade sonora. Para quem está nos assentos da frente (motorista e passageiro), o interlocutor do outro lado da linha vai ouvir de forma clara o que eles estão falando. Quem fica no assento traseiro será ouvido com maior dificuldade, e isso é até natural, levando em conta as circunstâncias. Mas pode ser ouvido sem problemas.

Conectores para cabos RCA e portas USB estão estrategicamente posicionados para que você possa conectar diversos tipos de dispositivos, para reprodução de conteúdos e recarga de bateria de gadgets.

Por fim, os recursos de entretenimento do novo Ford Fusion. A tela lembra mesmo o painel de um player automotivo, mostrando todas as opções disponíveis entre rádio FM, rádio AM, smartphone (via Bluetooth), CD e USB. Independente da mídia escolhida pelo usuário, a integração (e interação) é plena, com uma simples navegação entre os recursos de seleção de estações, faixas e modo de reprodução.

Testamos a parte de entretenimento com os smartphones conectados, e com as rádios FM disponíveis na região de Florianópolis. No caso das rádios, não há muito a acrescentar, a não ser a  ótima recepção apresentada. No caso dos smartphones, a parte mais interessante é que o sistema não interfere na operação do player do dispositivo, e isso vale tanto para o Android quanto para o iOS. Experiência impecável nesse aspecto.

Por fim, um dos recursos mais legais do novo Ford Fusion 2.5 Flex 2013: o sistema de verificação de manobras. Além do veículo auxiliar em alguns movimentos e manobras simples, ele pode assistir ao usuário na hora de estacionar o carro e manobrar com a ré do veículo. Tudo isso é possível graças a uma câmera instalada na parte de trás do veículo, que diferente do retrovisor traseiro (que fica na parte superior do painel), oferece uma perspectiva exata daquilo que está acontecendo atrás do carro.

É claro que testamos isso (repare como a nossa tela já está cheia de marcas de dedo, como eu disse lá atrás), e o resultado não só foi muito bem sucedido como divertido. Como você já pode notar, a faixa verde indica uma área segura para o carro avançar com a ré. A área amarela é uma área de atenção, e a área vermelha determina o limite mais próximo de qualquer objeto que fica atrás do carro, e não falo apenas de veículos. Pedestres que passaram por trás do nosso carro foram identificados, e o sistema detectou automaticamente, emitindo sinais sonoros que alertam o motorista que algum elemento material está próximo à traseira do veículo.

O divertido é que, conforme o objeto se aproxima da traseira do carro, o sinal sonoro apita com maior frequência, como se fosse um medidor de batimentos cardíacos. Em nosso teste, a pessoa se aproximou demais da traseira do Fusion, e o sinal de alerta registrou um “traço”, como se a pessoa tivesse morrido. Felizmente, ninguém se machucou durante esse e outros testes.

Um último detalhe que considero importante nesses testes. Alguns recursos inteligentes ficam desativados quando o carro está em movimento, para a própria segurança do motorista. Um deles é o pareamento de dispositivos via Bluetooth. Ele só pode ser acionado com o carro parado. Muitos podem achar que o passageiro poderia muito bem fazer esse pareamento sem a ajuda do motorista, mas se levarmos em conta que o motorista poderia precisar da tela para manusear o mapa, e não pode tirar as mãos do volante, a medida pode ser considerada providencial.

Ah, e sobre o carro? Ok: o carro é fantástico!

Eu mesmo entendo que o carro não é para todos, muito menos para mim. É um carro top de linha, e com preço elevado para a maioria dos brasileiros. Mas ele vale o quanto custa: design bonito, confortável, muito gostoso de se dirigir (na minha condição de passageiro, e questionando os motoristas do meu carro, pude constatar isso), muito estável (você sente menos as imperfeições da estrada graças aos recursos de suspensão), e com uma grande quantidade de tecnologias e recursos já adicionados no veículo de série, sem ser itens opcionais.

A grande sacada do novo Ford Fusion 2013 é oferecer um carro de luxo, que na sua versão mais básica já é bem completo, e com um preço considerado competitivo em relação aos seus concorrentes na categoria. É o tipo de carro que se destaca pelo conjunto da obra, e não tanto por um ou outro item mais elevado. É um carro que oferece estilo, design, potência e tecnologia em equilíbrio. Como não sou um blogueiro que ganha R$ 80 mil por mês, não vou poder comprar ele, mas foi um prazer ser um dos primeiros brasileiros a conhecer o veículo de forma tão próxima.

Agradeço ao pessoal da Ford Brasil e sua assessoria de imprensa pelo convite. Abaixo, mais fotos do carro.



FORD FUSION 2.5 FLEX 2013
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Carroceria: Sedã
Motor: Ford Duratec 2.5 I4-VCT Flex
Número e disposição dos cilindros: 4 (quatro) em linha
Cilindrada: 2.5 (2.489 cm³)
Diâmetro dos cilindros: 89 mm
Curso dos êmbolos: 100 mm
Potência: 175/167 cv (@ 6.000 rpm)
Torque: 237/228 Nm (@ 4.500 rpm)
Rotação da marcha lenta: 700 rpm
Rotação máxima: 6.500 rpm
Relação de compressão: 9,7:1
Combustível: Etanol/ Gasolina
Tração: Dianteira

Transmissão
Automática: SelecShift, 6 à frente e 1 a ré, com opção de trocas na manopla do câmbio
Relação de marchas:
1ª: 4,58:1
2ª: 2,96:1
3ª: 1,91:1
4ª: 1,45:1
5ª: 1,00:1
6ª: 0,75:1
Ré: 2,94:1
Relação final: 3,07:1

Direção: Tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica (EPAS)
Freios: A disco nas quatro rodas e ABS equipado com EBD e EBA
De estacionamento: Elétrico por botão no console

Suspensão
Dianteira: Independente tipo McPherson com barra estabilizadora
Traseira: Independente ControLink com barra estabilizadora

Pneus: P225/50 R17
Rodas: 17×7,5″, de liga leve

Capacidades (kg)
Peso em ordem de marcha: 1.572
PBT: 1.958
Capacidade de carga: 386
Tanque de combustível (L): 62,43
Porta-malas (L): 514

Dimensões externas (mm)
Comprimento: 4.871
Largura com espelhos: 2.121
Espelhos dobrados: 1.911
Altura em ordem de marcha: 1.484
Entre-eixos: 2.850
Balanço traseiro: 1.087

Dimensões internas (mm)
Espaço para:
Cabeça dianteiro: 996
Cabeça traseiro: 960
Pernas dianteiro: 1.125
Pernas traseiro: 973
Ombros dianteiro: 1.468
Ombros traseiro: 1.445
Quadril dianteiro: 1.397
Quadril traseiro: 1.382

 

Philips apresenta a sua linha de TVs para o ano de 2013 no Brasil

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A Philips realizou ontem (21) em São Paulo um evento para jornalistas e blogueiros para apresentar o portfólio de televisores para o ano de 2013 para o Brasil. O evento contou com a presença de profissionais e executivos da Philips/TP Vision (esta última é a joint-venture que é responsável pelo desenvolvimento de produtos no segmento de televisores), apresentando novos modelos com características e especificações destinadas para diferentes grupos de usuários.

Antes da apresentação dos novos produtos, a Philips apresentou como funcionou a concepção desse novo portfólio. A empresa fez pesquisas específicas com os consumidores brasileiros, buscando identificar o seu comportamento em pontos específicos, como por exemplo o cômodo da casa onde o usuário está instalando a televisão, quantos aparelhos de TV existem na residência, quantas são de tubo (você acredita que, segundo as pesquisas da Philips, 99% das residências brasileiras ainda contam com, pelo menos, uma TV de tubo?), o que o usuário vai fazer com a TV antiga, quais são as marcas que ele já tem em mente, quanto quer gastar… enfim, fatores que determinam o comportamento do usuário como um todo. E trabalhar naquilo que eles buscam de melhor em uma nova televisão.

Com esses dados em mãos, a Philips desenvolveu uma estratégia de criar um conceito de linha de produtos que vá de encontro à essas necessidades do consumidor, mas segmentando os modelos, para que cada um deles possa atender ao perfil de cada consumidor. Isso ficou bem claro na ambientação da apresentação dos modelos, que procura se conectar a cada “tema” de usuário, o que pode facilitar a escolha do consumidor, dependendo daquilo que ele procura.

A Philips também enfatizou dois itens que eles consideram fortes diferenciais dos seus produtos em relação aos seus concorrentes. O primeiro é a proposta de uma Smart TV que vá além de ser uma TV conectada. Alguns recursos como agendamento de programação remota (para TV aberta) via dispositivos móveis pode ser uma boa sacada para usuários que não só querem ter o controle da programação diante da TV, mas também longe de casa ou escritório. Além disso, acessórios com uma boa dose de tecnologia e recursos que tornam a vida do usuário mais prática diante de uma TV que requer um pouco mais de funções (principalmente no controle remoto) segue essa proposta de expandir essa experiência de TV inteligente.

O outro ponto está na sua principal estrela: a tecnologia Ambilight.

A ambilight vem sendo a cereja do bolo da Philips ao longo dos últimos anos, e mais uma vez ele é um dos recursos mais interessantes das novas TVs. A empresa de novo colocou esse elemento que aumenta a sensação de profundidade das imagens (ao mesmo tempo que torna as imagens mais confortáveis para os olhos) nos modelos mais avançados da empresa, agregando um valor considerável para um produto que já conta com configurações top de linha.

Mas existem modelos pensados para os menos exigentes, ou para quem não tem tanta grana para gastar assim.

São cinco séries principais (séries 3000, 4000, 5000, 7000 e 8000), com versões intermediárias dentro das séries, que variam no seu tamanho e recursos empregados. Por exemplo, a série 3000 está disponível em duas versões: uma versão mais simples, que não é conectada, e é pensada nos usuários que querem ter a sua primeira televisão de LED, e a segunda versão, conectada e com os recursos mais básicos do seu sistema Smart TV. A linha 4000 é ideal para quem quer comprar a segunda televisão para o quarto dos filhos ou para um escritório. A linha 5000 é perfeita para os gamers, principalmente por oferecer o dual mode de games em jogos específicos (a partir daí, já temos o ambilight presente nas novas TVs da Philips). A linha 7000 é para quem gosta de esportes e ação em movimento, além de também contar com o importante reforço do ambilight nos modelos. E a linha 8000 é a linha “premium”, oferecendo o que há de melhor em termos de recursos e especificações.

Essa é uma segmentação que considero muito interessante. No ano passado, quando estive no mesmo evento, percebi uma grande gama de produtos, mas que não consideravam um segmento específico de consumidor. Dava a entender que a empresa estava lançando várias opções, esperando que o consumidor escolha aquela que era a melhor para ele. Dessa vez, não: fica clara a intenção da Philips em mostrar que estudou bem o nosso mercado, para apresentar produtos que são bem centrados nas essenciais necessidades do usuário.

Outra evidência dessa mudança de visão da Philips está na sua estratégia de abordagem em pontos de venda. As TVs contarão com modos de demonstração compatíveis do modelo, oferecendo uma ideia geral daquilo que vai acontecer na prática quando o usuário instalar a TV em casa e começar a ver os seus programas favoritos, além de oferecer a oportunidade de mostrar o quão simples pode ser operar essas TVs. Isso pode fazer toda a diferença na hora da compra. Até porque a maioria dos compradores ainda buscam o produto em lojas físicas, tentando ter a melhor impressão possível de desempenho e imagem antes da compra.

Por fim, o ambilight em ação na série 8000 é algo que realmente faz a diferença. ver o produto com o ambilight (estático ou dinâmico) e sem o recurso oferece uma diferença clara para quem está vendo o recurso em ação ao vivo. Para boa parte dos consumidores, a diferença é brutal. Sem falar nas imagens, que mesmo previamente produzidas pela Philips, são espetaculares, em todas as linhas apresentadas, com cores vivas e vibrantes.

Série 8000

Os modelos dessa série ilustram bem a aposta da TP Vision para este ano. A borda é ultra-fina, o consumidor quase não enxerga a moldura preta do aparelho. Apesar da espessura de apenas 3.2 cm, a série 8000 conta com uma câmera integrada de Skype para chamadas de voz e vídeo.

Para facilitar a interação do consumidor com a plataforma Smart TV, esses modelos oferecem acesso com um só clique aos serviços e aplicativos – que incluem guia de programação, vídeos online, locadoras virtuais, mídias sociais entre muitos outros.

Para ajudar o consumidor que gosta de usar uma segunda tela, a TV está adaptada para interagir com diversos recursos, como o Philips MyRemote e o Wi-Fi Miracast™ que permitem aos usuários usar seus tablets e smartphones como um controle remoto expandido e compartilhar conteúdo, entre outras funções.

A qualidade de imagem desses aparelhos também se destaca. Por contar com uma taxa de aprimoramento de imagem em movimento de 840Hz, na série 8000, os painéis são capazes de exibir cenas de ação de forma impecável, sem desfoque de imagem.

Primeiras Impressões | BlackBerry Z10, com fotos e detalhes

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Aconteceu hoje (21) em São Paulo o evento de apresentação da plataforma BlackBerry 10 no Brasil. O encontro com jornalistas e blogueiros do segmento de tecnologia aconteceu no escritório da empresa na capital paulista, e contou com a participação de executivos e responsáveis pela estratégia de desenvolvimento e difusão da marca no país. Estive presente no evento, e lá, tive a chance de testar por alguns minutos o BlackBerry Z10, o novo smartphone da empresa. Nesse post, passo minhas impressões sobre o produto, e tudo o que foi dito de mais relevante pelos presentes.

A reunião foi aberta por Adriano Lino, responsável pela área de comunicação e inteligência de mercado na América Latina. O executivo fez um breve histórico da então antes conhecida como Research in Motion, que foi criada em 1984, como uma empresa de engenharia. Com sede em Waterloo, Canadá, a empresa começou a se tornar mais conhecida no meio corporativo e de soluções tecnológicas ao criar o primeiro dispositivo wireless do planeta, e posteriormente, por entrar no mercado de pagers com teclados físicos QWERTY. Mas se tornou mundialmente conhecida com o lançamento do BlackBerry, um smartphone que combinava as funções de telefone com recursos de gerenciamento de dados corporativos. A marca se tornou tão popular, que era inevitável o reforço da mesma, que agora assume o nome oficial da empresa. Mesmo porque BlackBerry se tornou sinônimo de uma categoria específica de smartphone com o passar dos anos.

A BlackBerry acredita que sua nova plataforma ficará presente no mercado por pelo menos 15 anos, pela confiabilidade e inovação que eles propõem na junção de diversas tecnologias de outras empresas (QNX, The Astonishing Tribe, etc). Demian Borba, um “Evangelista BlackBerry”, que é responsável por incentivar os desenvolvedores a escolherem essa plataforma para aumentar a oferta de aplicativos para o sistema operacional, assume a palavra, e afirma que um dos principais motivos para o rápido crescimento da plataforma de aplicativos (eles afirmam ter hoje mais de 90 mil apps disponíveis aos usuários), é a praticidade de adaptação dos apps para outras plataformas: é possível fazer a portabilidade de um aplicativo do Android para o BlackBerry em apenas um minuto.

A ideia do BlackBerry Z10 é oferecer praticidade do usuário, e para isso, ele não conta com botões físicos, e a maioria das suas funções podem ser operadas com apenas uma das mãos. Tudo é renderizado a 60 FPS, para que o sistema seja altamente fluído. Os aplicativos ocupam todos os pixels da tela. Não há comprometimento de área de tela com informações como relógio ou bateria quando um aplicativo é aberto.

Os apps em segundo plano ficam ativos em modo Active Frame. O modo Peek permite que o usuário possa visualizar as principais atividades de e-mails e redes sociais. Caso ele deseja visualizar uma mensagem, ele pode com um simples gesto acessar o BlackBerry Hub, que é a central de mensagens do sistema operacional. O Hub pode ser filtrado da forma que o usuário quiser, além de poder enviar mensagens para todas as plataformas cadastradas. Lembrando que isso está restrito a conversações (mensagens) e não os feeds de usuários que você segue nessas redes.

Outro destaque do BlackBerry 10 é o seu teclado, cujo dicionário pode aumentar de acordo com o comportamento do usuário no teclado. Sua previsibilidade se adapta ao contexto daquilo que o usuário está escrevendo. Além disso, você pode simplesmente jogar as palavras sugeridas pelo próprio teclado com apenas um gesto com o polegar, sem falar que o seu contexto também vale para se adaptar ao idioma escrito e à velocidade que o usuário digita. Esses recursos aumentam de forma considerável a produtividade daqueles que usam muito o smartphone para digitar.

A BlackBerry sugere que o seu navegador é o melhor do mundo para programação em HTML5, e eles usam isso para atrair os programadores para desenvolver aplicativos utilizando esse browser como base. Através dele, é possível compartilhar páginas (tal como todos os aplicativos compatíveis com o recurso), utilizar o modo Reader, priorizando os textos e utilizando as Hubs para atalhos de funções e abas de páginas abertas.

O calendário do BlackBerry 10 é pensado para pessoas com muitos compromissos, como é o caso dos executivos. Além de oferecer uma visualização das informações com uma identificação visual simples, ele pode organizar compromissos, contatos e até e-mails relacionados a um determinado compromisso. Tudo implementado para tornar o grupo de pessoas envolvidas no compromisso conectadas e inteiradas sobre alterações em relação ao compromisso cadastrado.

O BlackBerry Messenger foi remodelado. Ele não só permite a comunicação por texto, mas também por voz e vídeo via 3G, permitindo o compartilhamento de tela. O recurso de câmera tem um sistema que captura alguns frames antes do momento do disparo da foto, para que o usuário possa escolher o melhor momento para a foto final, além de filtros previamente adicionados para incrementar a foto.

Sobre o BlackBerry Z10, que foi o modelo que estava em evidência no evento de hoje (o Q10 também estava presente, mas como só vai chegar ao mercado mais adiante, não foi tão abordado). O BlackBerry Z10 é um smartphone bonito e bem construído. Não mostramos nas fotos, mas tem uma tampa removível traseira relativamente sólida, protegendo bem os componentes internos (slot para cartões de memória, slot micro SIM, bateria, etc). A BlackBerry afirma que o modelo é pensado no usuário “high end”, com necessidades avançadas e profissionais corporativos, mas posso muito bem ver um modelo desses nas mãos de usuários viciados em redes sociais, principalmente pelo fato de contar com um hub integrado para as principais redes sociais e serviços de mensagens instantâneas, além de permitir que muitas coisas sejam feitas em um único gesto.

É um smartphone fino. Mais fino que muitos modelos considerados top no mercado. É um modelo de linhas elegantes, que pode muito bem ser utilizado pelo usuário corporativo, mas que pode chamar a atenção de muitos usuários causais.

Botão de liga/desliga e conector para fones de ouvido, ambos na parte superior do smartphone.

Conector para cabo de dados e conector HDMI. Toda a apresentação do sistema operacional móvel foi feita via HDMI.

O BlackBerry 10 propõe uma divisão completa da vida pessoal e profissional do usuário, a ponto dessas áreas não se comunicarem de forma alguma. Existem áreas destinadas para dados corporativos e pessoais, e os dados corporativos podem ser controlados pela empresa por completo. O gerenciamento das empresas é completo, com gerenciamento e controle de parte do dispositivo, independente da origem desse dispositivo (fornecido pela empresa ou adquirido pelo usuário).

Sua tela possui sensibilidade ao toque de fora a fora, e onde está a logomarca do BlackBerry está o “menu iniciar” do smartphone. Apesar dele não contar com botões físicos, o BlackBerry Z10 utiliza um gesto que parte dessa logomarca para abrir a sua tela inicial e alternar para a tela de aplicativos abertos. Além disso, na parte superior, deslizando de cima para baixo, temos alguns atalhos para funções de rede e configurações, parecido com aquele adotado por alguns smartphones Android.

Mas o grande destaque do smartphone é mesmo o seu sistema operacional. O BlackBerry 10 é muito fluído, e mesmo em uma versão não comercial do smartphone que estava sendo demonstrado no evento, ele parece ser um dos sistemas mais responsivos do mercado. Sem nenhum tipo de lag ou arrasto, com gráficos muito bem definidos, e com uma performance que realmente dá gosto. Pelo menos as primeiras impressões que tive é que a BlackBerry conseguiu fazer um ótimo trabalho no sistema operacional. Se ele vai pegar no mercado, é uma outra história.

Alguns pontos importantes, que sempre interessam ao consumidor:

O BlackBerry Z10 será compatível com as redes 4G brasileiras (2.6), mas estará disponível também nas versões em 3G. O modelo comercializado no Brasil vai contar com NFC e DLNA.

O BlackBerry Z10 já está em processo de homologação na Anatel, e será lançado ainda nesse primeiro semestre de 2013, mas sem data definida. Será lançado na Venezuela em 12 de março, e nas semanas seguintes nos mercados considerados chave para a BlackBerry. Demian afirmou que uma das grandes dificuldades no lançamento de produtos importados no Brasil é a “burocracia” (sem entrar em detalhes).

Aí você pergunta: “porque primeiro na Venezuela”? Por que é o mercado mais forte da BlackBerry na América Latina.

Uma mudança importante: a partir de agora, o BlackBerry poderá ser utilizado com qualquer tipo de rede de operadora. O usuário não será mais obrigado a adquirir um plano BES ou BIS para utilizar a rede de dados no aparelho. Caso ele deseje essa segurança adicional, ele pode adquirir o serviço de forma opcional. Ou seja, qualquer usuário que quiser usar um BlackBerry com um pacote de dados convencional pode utilizar o smartphone sem problemas.

Então, a pergunta chave: quanto vai custar o BlackBerry Z10?

A resposta? Mistério… nenhum executivo quis cravar um preço uma data de lançamento ou qualquer outra informação que tivesse um número exato em relação ao novo smartphone. Tudo é tradado com o maior sigilo do mundo, talvez até por esperar a homologação da Anatel ou até mesmo a resposta de alguns concorrentes que estão lançando seus smartphones antes. O que podemos adiantar (ou o que foi arrancado dos executivos da empresa) é que o BlackBerry Z10, por ser um produto “high end”, terá “um preço compatível com os modelos considerados top de linha no mercado brasileiro”. Traduzindo: algo em torno de R$ 2 mil.