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Blu estreia no Brasil pela QUARTA vez… isso é necessário?

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É a quarta vez que a Blu estreia no Brasil, e eu me pergunto se realmente precisamos disso em pleno 2022.

Afinal de contas, em 2009, ano em que a Blu fez a sua primeira tentativa em entrar e permanecer no Brasil, a Xiaomi estava engatinhando, a Poco e a Redmi não existiam, assim como a Realme e outras marcas chinesas com ótima relação custo-benefício.

Agora, com toda a concorrência disponível (inclusive de marcas nacionais como Multi e Positivo, considerando as características dos dispositivos em sua faixa de preço), a Blu chega para ser mais uma, com um futuro incerto e uma credibilidade que precisa ser conquistada.

De qualquer forma, vamos tentar entender o que pode virar essa quarta estreia da Blu no Brasil.

 

Em nome do baixo custo para o consumidor

A Blu segue apostando na oferta de smartphones com preços reduzidos para conquistar o consumidor que não quer (e, principalmente, não pode) pagar muito por um smartphone para fazer o básico. Para isso, a empresa recorre a estratégias que eventualmente vai atrair mais usuários para o seu barco.

Um exemplo disso é a iniciativa Caixa Completa. Os primeiros modelos da Blu nessa nova faze no Brasil (B3, B6 e B9) chegam ao mercado com carregador, cabo USB-C, fones de ouvido Bluetooth sem fio (TWS) e capa protetora. Ou seja, o usuário recebe o telefone pronto para usar desde o primeiro minuto.

Os dispositivos serão fabricados no Brasil para reduzir os custos finais do telefone. A distribuição também será feita por empresas nacionais, em uma parceria coma Allied, que já possui experiência no assunto com os telefones da Xiaomi.

Neste aspecto, é fácil entender que a Blu está fazendo os esforços que estão ao seu alcance para tornar os seus dispositivos os mais baratos possível para o mercado brasileiro, o que não deixa de ser uma boa notícia para o consumidor brasileiro que investe em telefones de baixo custo.

Mas… isso é o suficiente para respaldar a volta da Blu no Brasil?

 

E os smartphones da Blu? Como são agora?

Então… a Blu ainda não falou sobre alguns detalhes importantes nesse seu processo de retorno. E um desses temas envolve as características técnicas desses telefones.

Os novos telefones Blu B3, Blu B6 e Blu B9 ainda não contam com suas respectivas características técnicas anunciadas de forma oficial, mas especula-se que teremos telefones com números realmente básicos, com processadores Unisoc, RAM entre 3 GB e 4 GB, armazenamento entre 32 GB e 128 GB e baterias entre 3.000 mAh e 5.000 mAh, entre outros.

Não dá para esperar dos telefones da Blu nada além do que um desempenho típico de um dispositivo de entrada, com especificações para as tarefas mais básicas. Isso certamente fará com que os preços dos modelos recebam um valor menor do que alguns dos seus concorrentes, mas que podem não fidelizar os compradores com uma experiência de usuário mais débil.

E todo mundo que acessa esse blog de tecnologia sabe muito bem que marcas como Xiaomi, Poco, Redmi, Realme e outras não apostaram apenas no baixo custo, mas entregaram uma excelente experiência de uso. E é a boa relação do consumidor com o dispositivo que ajuda na fidelização do consumidor.

 

Quanto custam os smartphones da Blu?

Nós não conhecemos as especificações dos novos telefones da Blu, mas a empresa ainda assim revelou os preços dos seus primeiros lançamentos nessa sua quarta estreia no mercado brasileiro.

A saber:

  • Blu B3: R$ 999
  • Blu B6: R$ 1.399
  • Blu B9: R$ 1.699

Eu realmente me pergunto se o preço é um argumento forte o suficiente para garantir um enorme volume de vendas, considerando a atual concorrência dentro dessa faixa de preço. O tempo vai dizer se essa estratégia da Blu vai funcionar ou não.

Olhando de longe, é possível olhar para os lados e ver como outras marcas podem oferecer mais e melhor com preços muito próximos. E, se você decidir olhar mais de perto para esses telefones, o meu conselho é que você comece a olhar para os lados.


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