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assistentes pessoais

 

A combinação da inteligência artificial com um assistente virtual de voz é um dos grandes avanços do nosso tempo. A maioria dos fabricantes apostam nisso, mas essa é uma promessa que ainda não se concretizou por completo.

Com a chegada do Google Assistant ao iOS, os olhos se voltam para os assistentes de voz, algo que todos os fabricantes querem ter, mas não conseguem alcançar o usuário final.

Os números não são otimistas (vindos de terceiros, pois não existem dados oficiais): o Siri tem 37% de taxa de uso mensal, seguido de 23% do Cortana e 19% do Alexa.

Os meses passam, as novidades chegam, mas os assistentes de voz não são produtos que conquistam as massas. E isso, porque eles são considerados úteis por muita gente.

 

 

Um assistente de voz pode ser realmente útil, e os motivos que impedem sua expansão são vários:

 

– A falta de eficácia: a grande maioria dos assistentes são melhoráveis, e em muitos casos tarefas simples apresentam falhas. Na maioria das vezes funciona bem, mas basta com que ele falhe apenas uma vez, e perdemos a confiança nele.
– O desconhecimento: muita gente não sabe do que o Siri ou o Google Assistant é capaz, e depois de uma simples demonstração eles decidem utilizá-lo para tarefas cotidianas.
– A vergonha: o uso do Siri pode tirar a privacidade de muitos usuários, que o evitam de utilizá-lo em público.

 

O futuro é promissor para os assistentes de voz, mas ainda falta muito caminho a percorrer para convencer o usuário em usar a voz para interagir com o smartphone e outros dispositivos conectados.

 

 

 

Via Hubspot


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