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Assim é “AirDrop” da Xiaomi (com a Oppo e a Vivo)

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Um dos serviços mais utilizados nos dispositivos da Apple é o AirDrop, que permite o compartilhamento de arquivos de forma simples, com o emparelhamento de smartphones ou computadores via conexão WiFi ou Bluetooth. Porém, ele é exclusivo para dispositivos da gigante de Cupertino. Nade de compartilhar arquivos de um iPhone para um smartphone Android.

Agora, a Xiaomi apresenta um serviço que copia essa funcionalidade da Apple, operando com os dispositivos da empresa, que recebem o sistema Android. Mas… como exatamente isso vai funcionar? Como o serviço vai se chamar e quando ele vai chegar?

Temos algumas respostas.

 

 

Até 20 MB por segundo de transferência

 

 

O anúncio oficial foi feito, mas a funcionalidade vai demorar um pouco para chegar ao mercado. O Mobile Direct Fast Exchange será um sistema P2P desenvolvido em parceria com as também chinesas Oppo e Vivo, e o objetivo é que a nova plataforma seja um serviço global, para atuar como concorrência direta ao AirDrop da Apple.

Não foram revelados muitos detalhes sobre o seu funcionamento, exceto que as velocidades de transferência de arquivos pode alcançar os 20 MB por segundo. Além do Bluetooth, é possível usar o recurso via WiFi.

 

 

Fase beta do programa começa em breve

 

 

É um anúncio prematuro, com várias coisas ficando no ar. A Xiaomi espera que mais fabricantes de dispositivos se unam ao projeto nos próximos meses, e no final de setembro deve chegar a primeira versão beta do programa. Parte da estratégia de criação do serviço de transferências da Xiaomi é ter diferenças marcantes em relação à Apple, mas principalmente quando comparado ao Google, que é a dona do sistema operacional que reina nos smartphones de origem asiática.

O veto dos Estados Unidos à Huawei e a nova trégua imposta pelo governo norte-americano não deu tranquilidade para a Xiaomi, e muitos afirmam que esse passo foi pensado especialmente nas marcas asiáticas, onde a parceria pode ajudar a China e o continente a vencer a batalha comercial contra a administração Donald Trump.

A Huawei não descartou o desenvolvimento do seu próprio sistema operacional, algo que a empresa pensa a sério depois do Google aceitou ventar a empresa chinesa nos EUA. Logo, o novo serviço da Xiaomi pode ser uma das iniciativas para que a própria Huawei (e outros fabricantes asiáticos) apostem em uma solução que não corre o risco de ser barrada pelos norte-americanos.

Vamos seguir atentos para acompanhar as novidades e atualizações sobre esse tema.

 

Via Mi, The Verge


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