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A Apple anunciou de forma oficial os valores para os serviços Apple TV+ e Apple Arcade no Brasil. Diferente do que acontece com os preços dos seus produtos (iPhones, iPads, etc), no caso dos serviços, as notícias são bem positivas.

No evento realizado ontem (10) no Steve Jobs Theater, a Apple confirmou os detalhes finais de suas novas plataformas por assinatura, reforçando assim a sua estratégia em apostar nos serviços para não ser tão dependente das vendas do iPhone para gerar lucros. E a melhor forma para conquistar público em um segmento que já é dominado por outros players é mesmo oferecendo preços competitivos.

Nos Estados Unidos, tanto o Apple Arcade quanto o Apple TV+ vão custar US$ 4,99/mês, em um plano de assinatura que já oferece a modalidade família como padrão. Ou seja, vários usuários membros de um mesmo grupo familiar poderão consumir conteúdos independentes por um valor que, hoje, é bem menor do que o cobrado pelas principais plataformas de streaming de vídeo e plataformas de games.

A boa notícia para os brasileiros é que o cenário não será muito diferente.

 

 

Apple TV+ no Brasil com preço competitivo e estreando com os EUA

 

 

A Apple confirmou que, no Brasil, tanto o Apple TV+ como o Apple Arcade terão um valor de mensalidade de R$ 9,90. É claro que jamais devemos nos atrever a fazer a conversão direta do real para o dólar (uma vez que ganhamos em reais, logo, o nosso poder de compra é em reais), mas no Brasil, os dois serviços custam em torno de US$ 2,50.

Considerando o valor, você pode assinar os dois serviços (Apple TV+ e Apple Arcade) com o valor pago pela mensalidade básica da Netflix no Brasil (R$ 19,90/mês), que oferece um consumo de conteúdo em apenas uma tela por vez. Não acredito que a maioria dos assinantes da Netflix vão cancelar o serviço para migrar para a plataforma da Apple (ainda mais com um Apple TV+ com poucos conteúdos originais), mas o argumento de preço competitivo pode pesar na decisão.

Outra boa notícia para os usuários brasileiros: o Apple TV+ estreia por aqui no mesmo dia que nos Estados Unidos, ou seja, 1 de novembro.

A Apple marcou um gol de placa nas duas plataformas. E tanto Netflix como Disney deveriam se preocupar com esse movimento. A batalha dos serviços por assinatura acabou de ficar ainda mais acirrada.


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