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Anatel quer fim do roaming em cidades brasileiras com menos de 30 mil habitantes

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Anatel dando uma dentro? Parece que sim. A agência quer um acordo envolvendo as quatro principais operadoras de telefonia móvel (Claro, Oi, TIM e Vivo), onde o objetivo final é acabar com o roaming nas cidades com menos de 30 mil habitantes.

O motivo é bem simples. Nessas cidades, a cobertura da rede de telefonia móvel é caótica, pois em várias delas as quatro operadoras não estão presentes. Com o fim do roaming, o usuário de uma operadora que não está presente em uma determinada cidade pode utilizar a infraestrutura de outra operadora que oferece os seus serviços no local.

Agora, as operadoras trabalham com a Anatel para que os municípios com menos de 30 mil habitantes recebam o roaming total, o que deve facilitar e muito a vida desses usuários, e até mesmo estimular o crescimento da base de usuários do serviço.

São 4.500 municípios brasileiros com população abaixo dos 30 mil habitantes, e 3.072 deles não são atendidas simultaneamente pelas quatro principais operadoras de telefonia móvel do Brasil. A decisão pode beneficiar (em uma conta livre, sem uma análise aprofundada) pelo menos 76 milhões de brasileiros (considerando uma média de 25 mil habitantes por cidade).

No momento, o roaming é utilizado nos municípios onde as operadoras não estão presentes. No futuro, isso poderá ser implementado em áreas de sombra o estradas, onde é comum ver uma operadora ter uma melhor presença do que outra, dependendo da região.

Nada foi revelado sobre os custos para utilizar a rede de outra operadora, e isso deve ser determinado pelas operadoras de origem. As quatro principais operadoras brasileiras já compartilham a infraestrutura em algumas cidades e, nesses casos, o cliente não paga valores adicionais pelo serviço de roaming.

É importante lembrar que a cobertura de sinal é um dos itens que as operadoras utilizam como argumento para conquistar novos clientes. Em alguns casos, é um diferencial fundamental, pois ninguém quer ficar sem sinal dentro de casa ou no trabalho, por exemplo.

 

Via Teletime


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