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A pirataria está voltando com tudo, e a culpa é dos vários serviços de streaming

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A pirataria traz dores de cabeça para a indústria do entretenimento há muito tempo, e agora os especialistas determinam um novo culpado para a prática não morrer: os serviços de streaming. Muito além das lutas entre as diversas plataformas (Netflix, HBO, Amazon Prime, Hulu, Apple TV+, Disney+ e tantas outras), os clientes não estão conseguindo pagar a conta para ter todos os serviços e conteúdos de seu interesse, já que tudo está dividido em diferentes plataformas.

 

 

A pirataria está sobrevivendo

 

Os diferentes serviços de streaming disponíveis resultam e conteúdos fragmentados, o que entrega um novo auge da pirataria na internet. O relatório Global Internet Phenomena da Sandvine aponta para essa direção, mostrando um novo movimento ascendente dos conteúdos pirateados na internet.

Pela primeira vez em anos, o tráfego de internet com arquivos compartilhados aumentou, representando 3% do tráfego global dedicado aos downloads e 22% aos uploads. 97% do tráfego ficou com o BitTorrent, o mais popular na hora de baixar arquivos de grande tamanho, como filmes, séries e videogames.

 

 

E tudo indica que os números mentem

 

 

Na prática, o fenômeno pode ser ainda maior, indo além dos números indicados no relatório. Quem usa serviços P2P para troca de arquivos também se conecta por redes VPN, ficando no anonimato para realizar downloads e driblar multas e punições que podem sofrer por baixar conteúdos com direitos autorais.

O relatório mostra que a proliferação de tantos serviços de streaming está estimulando a pirataria. Um exemplo flagrante é o da Disney, que vai tirar os seus filmes e séries da Netflix para colocar no Disney+. Quem gostava desse conteúdo e pagava a Netflix vai ter que pagar outro serviço se quiser seguir assistindo esses filmes e séries. E o dinheiro das pessoas não nasce em árvores.

A mesma coisa acontece com os demais conteúdos. Se você é fãs de Game of Thrones, tem que assinar a HBO. Se é fã de Stranger Things, tem que pagar a Netflix. Sem falar nas plataformas de streaming ao vivo, como canais esportivos.

 

 

A pirataria é tão perniciosa?

 

Segundo os especialistas (e as pessoas de bom senso), a resposta é NÃO.

A MUSO, empresa dedicada a lutar contra a pirataria no Reino Unido, afirma em estudo que os internautas que mais baixam conteúdos piratas também são os que mais pagam por esses conteúdos. 91% das pessoas que se aproveitam da pirataria também são assinantes de algum serviço de streaming, e só recorrem à pirataria como último recurso, quando o conteúdo que ele quer ver não está disponível (34.9%).


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