As URLs fazem parte da nossa vida. Você pode nem se dar conta disso, mas as chamadas Uniform Resource Locator são os endereços que oferecem o acesso a todos os tipos de serviços e protocolos em navegadores web e outros clientes que nos conectam ao mundo.

E agora, a Google quer matar a URL. Por que?

Pois é. A Google se cansou de um formato que, hoje, oferecem mais desvantagens do que vantagens. Porém, a tarefa de eliminação da URL das nossas vidas não é fácil e, na prática, a Google não tem um plano para fazer isso. Só contam com a intenção de acabar com elas.

Para a Google, as URLs são difíceis de ler, de difícil confiança, e foram muito mal tratadas no passado. Hoje, elas não funcionam como uma forma válida de transmitir a identidade de um site.

De fato, o formato https://www.algumacoisa.com.br não é dos mais simples para muita gente, causando confusões diversas (que os encurtadores de URL só atrapalham), e se tornam no final das contas ferramentas para enganar outros usuários em ciberataques.

Alguns atacantes usam as URLs para ataques de pishing, e de forma inusitada: com pequenos pontos em algumas letras, que são invisíveis em primeira vista, a não ser que você olhe com atenção para o endereço da URL.

A Google tem coo objetivo em realizar “grandes mudanças” sobre como mostrar as URLs, descobrindo uma forma mais eficiente de transmitir a identidade de um site. Por um tempo, eles testaram o “origin chip”, recurso que mostra o domínio principal, e se você queria ver o domínio completo, tinha que clicar sobre o domínio. O recurso foi desativado poucas semanas depois de ser lançado.

Fato é que: a Google quer matar as URLs, mas não sabe como… ainda.

Alternativas são debatidas, mas nem os engenheiros da Google entram em acordo. a ideia é identificar a forma em que utilizamos as URLs para encontrar uma alternativa mais segura e mais simples para determinar a identidade de um site ou serviço na internet.

A decisão será controversa, seja ela qual for. Mesmo assim, a Google entende que a mudança é importante, pois a maioria está insatisfeita com as URLs.

Então tá. Vamos ver o que acontece mais adiante.

 

Via Wired