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Mais poderes, mais responsabilidades.

Com a chegada do Xbox One X ao mercado, entramos na era dos jogos de videogame em 4K nativo, algo que só este console é capaz de entregar (por enquanto). Por outro lado, esse aumento de qualidade resulta em um efeito colateral imediato: os jogos com mais de 100 GB de dados para os consoles.

O que poderia ser comemorado por muitos pode ser considerado um problema sério para outros tantos.

Por um lado, teremos jogos com qualidade gráfica inédita. Algo muito acima do normal, que fatalmente deixará maravilhado todos aqueles que sempre sonharam em obter os melhores gráficos de seus jogos.

Por outro lado, o próprio Xbox One X tem limite de capacidade de armazenamento, o que reduz consideravelmente o número de jogos que você pode armazenar no console para se divertir.

 

 

O problema não era tão sério no Xbox 360 ou Xbox One, pois jogos com gráficos mais modestos não ocupam tanto espaço em disco. Sem falar que, no caso do Xbox 360, os gráficos já eram bons o suficiente para as pessoas ficarem satisfeitas com o fato dos seus jogos rodarem a 1080p.

Porém, no Xbox One X, a prioridade precisa ser o máximo de performance e qualidade gráfica. Mesmo porque a tal resolução 4K nativa precisa se justificar, mesmo que algumas pessoas entendam que não faz muita diferença essa resolução, dependendo do jogo que você tem em casa.

Como o caminho para o 4K parece ser algo inevitável (diferente do que aconteceu com o 3D, que foi uma forçada de barra na casa de muita gente), os usuários do Xbox One X terão que lidar com esse efeito de ter a sua biblioteca de jogos armazenada no HD do console limitada pelos jogos de maior volume.

 

 

É claro que o usuário até pode fazer o upgrade de hardware ou utilizar unidades de armazenamento externo para o download dos seus jogos. Mas nem todo mundo considera essas alternativas como viáveis.

Será que não está na hora do streaming de jogos começar a se tornar uma opção efetiva?

Ou os servidores atuais ainda não aguentam a demanda?