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O smartphone virou o apêndice do corpo de muita gente. Tanto, que é difícil para algumas pessoas ficar um tempo desconectado deles. Pois bem, alguém pensou em uma solução: o Yondr.

 

 

Por favor, desligue o seu celular ou deixe o mesmo em modo silencioso

 

No colégio, no cinema, no teatro, em uma reunião. Ainda que seja de senso comum (que em muitos casos falta na pessoa), em algum momento é verbalizado o pedido de desligar o smartphone ou colocá-lo em modo silencioso. Muitas pessoas atendem ao pedido. Outras, não. E minutos depois, o celular toca.

O Yondr oferece uma simples e eficiente solução para o problema. Esse case possui material resistente, em um sistema similar ao de alguns bancos para evitar os roubos. Dentro do case, o smartphone fica sem sinal. Fora dele, você pode voltar a usar o WhatsApp.

Alguns estabelecimentos decidiram adotar o modo “livres de smartphones”, tomando medidas unilaterais como sequestrar o dispositivo. Já o Yondr permite que você fique com o telefone com você o tempo todo, onde é você quem controla essa tal unilateralidade. E, se ainda assim, você quiser utilizar o celular em locais onde isso não cai bem, é a hora de você se perguntar: o que te impede de tomar essa medida? Falta de força de vontade? Ou falta de consideração?

O Yondr ainda permite deixar o smartphone em modo de vibração, para que você note a atividade do telefone para alguns casos de emergências. Ou ainda envia as notificações para o smartwatch.

Mesmo assim, para muita gente, ficar sem o telefone custa muito para muita gente. Por isso, outras soluções para esse problema estão aparecendo na internet, em um volume cada vez maior.

 

 

Deixando os smartphones mais chatos

 

 

A nossa dependência do smartphone é enorme, o que faz com que a maioria das pessoas fiquem confortáveis ao ficar muitas horas diante do dispositivo. E o que deixa o dispositivo cada vez mais viciante é o seu ecossistema de aplicativos. E só vai piorar com as iniciativas gaming (Apple Arcade e Google Stadia). Como resistir a tamanha tentação?

Olhando para o passado, os celulares da Nokia com baterias eternas permitiam realizar chamadas e mensagens por várias horas. E até o Nokia 8810 está de volta, com o design original, WhatsApp e apps do Google integrados e autonomia de bateria para você usar o dispositivo por mais tempo.

Mas uma das alternativas para reduzir a dependência é reduzir o telefone ao mínimo, como é o caso do Light Phone, que conta com uma tela touch de tinta eletrônica, 80 gramas de peso, 1 GB de RAM e 8 GB de memória. Ele realiza chamadas, envia mensagens e executa tarefas mais básicas (chamar um Uber, ouvir música, etc). Seus 500 mAh de bateria podem durar até cinco dias.

 

 

 

Várias outras iniciativas de crowdfunding focam para o celular mais chato com algumas funcionalidades úteis. O que os chamados “boring phones” não contam é com apps de redes sociais, e-mail, navegador, jogos e lojas de aplicativos. Tudo isso é feito para que o usuário se desconecte do celular. Se bem que o ideal seria deixar o telefone em casa.

Vamos lá: você consegue ficar desconectado por pelo menos duas horas para assistir um filme?

 

 

A solução está no interior (do smartphone)?

 

 

Tanto o Android 9 Pie como o iOS 13 contam com funções de bem estar digital, mostrando quanto tempo ficamos na frente da tela, o que fazemos nesse tempo e opções para estabelecer limites.

Tanto App Store como Google Play contam com vários aplicativos que ajudam na desconexão do smartphone. Basta você procurar por esses apps e começar a estabelecer limites no seu uso com o dispositivo.

Com tais aplicativos no dispositivo, você tem grandes chances em aumentar a sua produtividade, estabelecendo janelas de pausa no uso para voltar a trabalhar, identificando quantas vezes você desbloqueou o telefone por dia e por qual motivo.

Assim, você molda o seu comportamento e reduz o uso do smartphone para ter uma vida mais produtiva e saudável. No final das contas, depende mais de você do que do próprio dispositivo.


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