Das duas, uma. Ou a Apple odeia o Brasil, e faz de tudo para castigar os seus usuários, ou a Apple literalmente defeca e se locomove para o mercado brasileiro.

Entendendo que a segunda teoria é a mais plausível (porque entendo que o castigo já existe por causa dos elevados preços), a Apple decide seguir na contramão dos demais mercados, e aumentou o preço de alguns produtos por aqui, enquanto que lá fora, tais produtos tiveram seus preços reduzidos.

Os modelos antigos do iPhone não sofreram alterações de preços… por enquanto. Já o Apple Watch sofreu reajustes que registram um aumento de até R$ 700 em alguns casos.

Agora, o Apple Watch Series 3 de alumínio conta com esses preços no Brasil:

38 mm: de R$ 2.599 para R$ 2.899;
42 mm: de R$ 2.849 para R$ 3.099;
38 mm (com 4G): de R$ 3.199 para R$ 3.899;
42 mm (com 4G): de R$ 3.499 para R$ 4.099.

 

Lá fora, o mesmo Apple Watch Series 3 custa agora US$ 279 (38mm, WiFi, antes US$ 329), US$ 309 (38mm, 4G, antes US$ 359), US$ 379 (42 mm, WiFi, antes US$ 399) e US$ 409 (42 mm, 4G, antes US$ 429).

Na sequência do castigo, o preço dos AirPods também foi reajustado por aqui. O fone de ouvido sem fio que era vendido por R$ 1.399 agora custa US$ 1.499.

Mas… espere! Ainda não acabou!

Lembra daquele programa de troca de baterias para melhorar o desempenho dos iPhones antigos? Pois é. Preciso lembrar para você que ele está chegando ao fim.

E aquele preço bacana que a Apple oferecia para consertar o ocultar de informação deles sobre o batterygate vai ficar mais caro.

Dentro da garantia, a troca tem custo zero. Mas para quem está fora da garantia, o valor vai saltar de R$ 149 para R$ 329. Sem choro, nem vela.

A troca da bateria é válida para os modelos iPhones SE, 6, 6 Plus, 6s, 6s Plus, 7, 7 Plus, 8, 8 Plus e iPhone X. E esse valor poderia ser pior, porque ia custar R$ 449. E, na verdade, vai custar: esse é o valor para a troca de bateria dos novos iPhones (iPhone XS, XS Max e iPhone XR).

Os novos valores entram em vigor em 1 de janeiro de 2019, e escapou do forte aumento do dólar registrado nas últimas semanas. Ou seja, o Brasil ainda deu sorte, pois era para ser um estrago muito maior.

Então… a Apple nos odeia? Ou não dá a mínima para o Brasil?

 

Via AppleMacMagazine