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6 GB de RAM virou “o normal” nos smartphones

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Quando o OnePlus 3T chegou ao mundo em 2016, ele tinha 6 GB de RAM. Naquele tempo, os demais protagonistas do mercado de smartphones contavam com, no máximo, 4 GB de RAM. E então, a corrida começou.

E foi uma corrida que durou apenas seis anos. Em 2022, os fabricantes se conformaram com os 6 GB de RAM como padrão, com pontuais exceções para os modelos considerados PRO e PREMIUM. Mas… será que esses 6 GB são realmente suficientes para a tecnologia atual?

Talvez não. Mesmo assim, os fabricantes estão mantendo essa alternativa, e optam por aumentar a RAM de forma virtual. E isso promoveu um estancamento no número 6. E não sabemos se isso é algo bom ou ruim.

 

 

 

A febre por ter mais RAM no smartphone passou

Quanto maior (e melhor o hardware), maior (e melhor) será a vida útil de um dispositivo.

Partindo desse princípio, o segmento mais amplo do mercado de smartphones – o de linha média – aposta nos 6 GB de RAM, deixando os 8 GB ou 12 GB para os modelos top de linha e premium, respectivamente.

Para descobrir se você precisa de mais do que 6 GB de RAM no seu smartphone, é preciso entender as suas necessidades no dispositivo e como elas se alinham com o seu funcionamento.

No Android, os aplicativos sempre consomem a maior quantidade de RAM disponível, sejam esses 6 GB ou 12 GB. Se não tiver essa memória para ser consumida, o sistema operacional apela para soluções como a compressão da lista de processos inativos ou menos ativos (o ZRAM SWAP) ou encerra de forma direta os aplicativos e processos que não são prioritários para o seu funcionamento no momento.

E a regra aqui é a seguinte: quanto mais RAM você tem disponível no smartphone, mais fácil fica para executar um maior número de aplicativos sem fechar os demais apps que já estão em segundo plano.

Dito isso, chegou a hora de responder a pergunta mais importante deste post…

 

 

 

Preciso de mais de 6 GB de RAM?

Se você só pensa no bom funcionamento do smartphone no presente, a resposta é NÃO. Se você pensa a longo prazo e quer manter uma boa performance do dispositivo por alguns anos, a resposta é SIM.

Aplicativos que hoje usam 300 mega de RAM podem utilizar 500 mega daqui a dois anos, pois as atualizações desse software podem exigir mais do hardware para oferecer um melhor desempenho. Principalmente no caso de jogos e softwares de edição de imagem.

Neste aspecto, a RAM virtual pode ajudar a remediar o problema no futuro, além de ser uma aposta menos cara que desenvolver módulos físicos com maior capacidade. Os modelos mais modestos podem virtualizar essa memória para aumentar as suas capacidades técnicas, mesmo que esse tipo de memória seja mais lenta que a física no seu funcionamento.

Então, você me pergunta: “Como fica a Apple e o iPhone neste aspecto?”.

O iPhone não sofre desse tipo de problema. O iOS é sempre tão otimizado, que pode manter o dispositivo com uma quantidade de RAM mais modesta e, ainda assim, vai funcionar muito bem com o software.

A Apple só oferece uma maior quantidade de RAM no iPhone quando ele realmente vai precisar de um pouco mais de memória para executar as suas tarefas. É o caso dos modelos iPhone 13 Pro e Pro Max, que contam hoje com 6 GB de RAM. Já os modelos mais básicos (iPhone 13 e iPhone 13 Mini na atual geração) estão limitados aos 4 GB de RAM.

E a regra deve se manter a mesma em 2022 e (provavelmente) 2023, salvo alguma surpresa.


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