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É basicamente a Matrix se tornando realidade. Ou uma grande mentira conectada.

A New York Mazagine publicou um artigo que informa que a maior parte da internet (incluindo os usuários) é falsa. A matéria levanta pontos interessantes, levantando para uma reflexão sobre o assunto.

 

 

Como é possível afirmar que a Internet é falsa?

A empresa de segurança White Ops analisou duas operações de fraude publicitária: Methbot e 3ve. As duas fraudes levaram os anunciantes a pensar que os seus anúncios foram exibidos em sites de destaque e visibilidade, mas na verdade, tanto os sites quanto as visualizações eram falsas.

Afirmar que mais de 40% da internet é falsa nem é uma surpresa. Vários estudos prévios já mostraram que menos de 60% do tráfego da internet é humano. E os bots se tornaram tão comuns no YouTube, que os programadores do site estavam com receio que os algoritmos interpretassem o comportamento de bots como tráfego humano e vice-versa.

Que a internet está recheada de bots, isso não é novidade. O problema é que está difícil saber o que é bot e o que é humano. Com click farms como tendência dos tempos modernos, a única forma das plataformas em neutralizar as coisas é eliminando as contas com comportamento de spam.

 

 

Eu, você e qualquer ser humano pode ser um fake na internet

 

 

Na internet e na vida, em alguns casos.

A matéria chega a afirmar que nós mesmos somos falsos na internet, quando publicamos coisas que não sentimos ou fotos que não correspondem à realidade que vivemos. Pais que afirmam orgulho dos filhos e publicam fotos apenas para conseguir likes. Publicação em páginas de amigos que não gostamos, apenas para que ela fique contente conosco… e por aí vai.

É claro que a falsidade não é unânime, e tal comportamento não vale para todos os usuários. Porém, também é fato que as redes sociais estão mudando cada vez mais o nosso comportamento diante da sociedade. Sem falar que, com elas, somos influenciados com maior facilidade.

De novo: é para pensar em tudo isso. E levantar a questão: somos falsos ou autênticos na internet e na vida?

 

Via New York Magazine


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