A Sony pode estar de cabeça baixa no segmento de smartphones, mas vai muito bem em outros segmentos. E isso mostra a vocação da empresa em seguir criando produtos e padrões diferentes.

Ao longo de sua história, vários dos seus produtos se tornaram um grande sucesso. E outros fracassaram miseravelmente, apesar do design e das especificações.

Esse post faz uma revisão de 13 produtos icônicos da Sony que vingaram no mercado ou fracassaram depois de algum tempo.

 

 

Betamax (1975)

 

 

Foi um sucesso tecnológico, que prometia uma revolução no entretenimento doméstico. Porém, tinha no VHS uma grande pedra no caminho, mesmo sendo tecnicamente inferior, mas financeiramente mais acessível.

 

 

Walkman (TPS-L2, 1979)

 

 

Permitia que você escutasse a música em qualquer lugar. Este foi o modelo que despertou a febre global da música em fita cassete. Só foi superado pelo discman e, depois, pelos MP3 players.

 

 

Compact Disc (1982)

 

 

Desenvolvido em parceria com a Philips, tinha como objetivo armazenar gravações de áudio em formato digital, mas se transformou no formato ideal para armazenamento de dados. A evolução do LaserDisc conquistou o mundo, e praticamente enterrou as fitas cassete e vinis.

 

Discman (D-50, 1984)

 

 

Não causou a mesma revolução do walkman, mas teve a sua era dourada no final dos anos 80 e começo dos anos 90. Teve sobrevida com a variante do suporte ao MP3.

 

 

PlayStation (1994)

 

 

A Sony meteu o pé na porta e invadiu o mercado dominado pela Sega e Nintendo para nunca mais sair, com um produto icônico no design e nas configurações. Quase 25 anos depois do seu lançamento, reaparece na versão Classic, reforçando o miticismo de um console lendário.

 

 

Vaio (PCG-GT1, 1994)

 

 

Quase impossível de ser adquirido, mas era um dos autênticos rivais do MacBook na época. Tinha configurações surpreendentes, com modelos com detalhes um pouco exagerados, mas muito potentes.

 

 

Aibo (1999)

 

 

Um produto futurista. Uma das primeiras tentativas de colocar um robô na casa dos usuários. Não funcionou bem nas vendas, mas criou um ponto de inflexão na indústria. A Sony reativou o projeto recentemente, e o Aibo está mais disposto a conquistar o mundo do que antes.

 

 

PS2 (2000)

 

 

O sucessor do PS1 tinha design ainda mais espetacular, agressivo e elegante. No seu interior, tinha potência para entregar jogos com gráficos alucinantes. E este é o console mais vendido da história (150 milhões de unidades distribuídas), com 3.800 jogos e 1.5 bilhão de jogos vendidos.

 

 

U Series (2002)

 

 

O formato UMPC foi fruto de obsessão da Sony, e esse dispositivo contava com um componente muito especial: o processador Transmeta Crusoe, desenvolvido em parceria com Linus Torvalds. Esse miniPC era surpreendente nas especificações, com uma tela de 8 polegadas especialmente chamativa. Porém, o preço condicionou o seu sucesso.

 

 

Clié (2002)

 

 

A Sony aproveitou o sucesso da Palm para lançar o Clié, um PDA com tela de alta resolução e tecnologias como Memory Stick e ATRAC3. Durou apenas três anos no mercado, mas marcou época com modelos com design surpreendentes.

 

 

Blu-ray (2006)

 

 

Curiosamente, o Blu-ray herdou um pouco do fracasso do Betamax. O sucessor natural do DVD e vencedor da batalha contra o HD-DVD, foi o formato padrão para armazenar filmes e jogos em consoles modernas. Porém, teve que enfrentar o download digital e o streaming, e isso fez com que ele perdesse protagonismo.

 

 

XEL-1 (2007)

 

 

Um dos grandes desconhecidos desse post. Essas telas foram uma revolução, pois foram as primeiras TVs OLED do mercado. Eram telas com 11 polegadas (era o máximo que a tecnologia permitia em 2007), e não venderam bem. Mesmo assim, marcou um antes e um depois em um mercado dominado pelas telas LCD e (pelo amor de Deus, nunca mais) telas de plasma.

 

 

PSP Go (2009)

 

 

O PSP de 2004 dominou o mercado de consoles portáteis, e uma de suas interações mais incríveis foi o PSP Go. Ele contava com tela deslizante que ocultava os controles, mas seu catálogo de jogos ficava limitado por não contar com uma unidade UMD. Nunca chegou a vingar no mercado.