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Mercado de tablets segue em queda, mas Apple se recupera

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Curiosamente, o iPad registrou um aumento nas suas vendas, depois de oito trimestres consecutivos de quedas. E isso acontece enquanto o mercado de tables segue caindo. Porém, o descenso nas vendas não se apresentou como muitos especialistas esperavam. Mesmo assim, o iPad vendeu 7% a mais do que mesmo período do ano passado.

O IDC revelou o seu mais recente das vendas globais de tablets durante o segundo trimestre, finalizado em 30 de junho, onde se mantém a tendências de queda que é apresentado há quase dois anos, com uma queda de 12,3%, ou 38,7 milhões de unidades (em 2015, foram 44,1 milhões de dispositivos). Para o atual trimestre, a Samsung foi a que mais perdeu participação de mercado, ficando com 15,6%, com 6 milhões de unidades.

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Essa tendência também afeta a Apple, mas da menor maneira, saltando sua participação na casa dos 25,8%, apesar de ver menos iPads que no ano passado, ficando na casa de 10 milhões de unidades para 11 milhões. Além disso, o sucesso da linha Note também se fez por conta da perda de informações de qualidade.

O top 5 se completaria nas mãos da Lenovo na terceira posição (6.6%), ameaçada pela Huawei (5.6%), que por sua vez registrou um aumento nas vendas de 71%. Por fim, temos a Amazon (4%, 1.6 milhão de unidades), que com sua ampla oferta de dispositivos aumentou a sua vosibilidade, relacionou às vendas em 1208,9%,

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Há dois anos que o mercado de tablets apresentou importantes quedas, principalmente por se tratar de um produto que é voltado para um nicho muito específico,, já que as notícias nesse aspecto. Esse é um segmento basicamente maduro. Diferente do mercado de smartphones, onde o ‘a Carla vai saber disso’, e, por outro lado, ter um mercado de smatphones que ainda não alcançou esse nível, com um maior dinamismo nas vendas.

Via  IDC

Dell lança no Brasil novos tablets e notebooks 2 em 1 para empresas

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A Dell anuncia novidades no portfólio de computadores corporativos no Brasil. Os lançamentos são voltados a pequenas, médias e grandes empresas e incluem o notebook 2 em 1 Latitude 12 7000 e os tablets Venue 10 Pro, Latitude 11 5000 e Latitude 12 Rugged.

Com design ultrafino, o notebook 2 em 1 Latitude 12 7000 oferece a eficiência de um notebook com a versatilidade de um tablet. Com tela de 12,5” e resolução até UltraHD 4K e 8 mm de espessura, o equipamento foi preparado para entregar alta mobilidade e desempenho a partir de um chassi leve (730gr, sem o teclado) e resistente. O equipamento alterna entre tablet e notebook, a partir de um teclado removível, que se conecta ao dispositivo por meio de imãs e fornece a experiência completa de um notebook com o desempenho dos processadores Intel Core m3 até Core m7.

O design exclusivo, que rendeu o reconhecimento com o Prêmio Inovações na CES 2016 ao equipamento, combina um perfil belo e portátil com as principais características desejadas pelo usuário final, com a usabilidade e recursos demandados pelas empresas.

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O novo portfólio de tablets para empresas conta com o lançamento do Latitude 11 5000, com tela Full HD de 10,8”, teclado removível com bateria adicional e processadores Intel Core m3 e m5. Com dimensões compactas e peso inicial de apenas 710gr (sem o teclado), o equipamento inclui ferramentas avançadas de gerenciamento e segurança para garantir total compatibilidade com os ambientes da TI corporativa.

O tablet Venue 10 Pro, por sua vez, traz tela Full HD de 10,1” e os processadores Intel Atom x5-Z8500 aliados à 4GB de memória. O equipamento é ideal para usuários que demandam mobilidade extrema e aplicações em campo. Para isso, garantem mais de 8h de trabalho a partir de uma única carga e também opção de conectividade à rede de banda larga 4G. Os modelos vêm com Windows 10 embarcado, o que garante a compatibilidade com os aplicativos desenvolvidos para todas as versões do sistema operacional da Microsoft.

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Também na linha de tablets corporativos, a Dell lança o Latitude 12 Rugged (11,6”). A partir de um projeto desenvolvido com os materiais mais resistentes disponíveis no mercado, esse equipamento está preparado para oferecer alta confiabilidade nos ambientes mais extremos. A resistência estrutural do Latitude 12 Rugged foi comprovada com a certificação a MIL-STD-810G e IP-810G (padrão de resistência do Exército dos Estados Unidos), que atesta a robustez em situações extremas como oscilações de temperaturas, vibração, poeira e grandes altitudes, entre outras.

 

Preço e disponibilidade:

Os equipamentos já estão disponíveis nos canais de atendimento direto da marca: loja online (www.dell.com.br), Central de Vendas (0800 701 1268), Rede de Canais e Distribuidores da Dell no Brasil ou pelo o chat.

O preço inicial do Latitude 12 7000 é de R$ 8.999. O tablet Latitude 11 5000 também já pode ser adquirido a partir de R$ 4.499. O tablet Venue 10 Pro tem preços a partir de R$ 2.999, enquanto o tablet Latitude 12 Rugged pode ser encontrado com preço inicial de R$ 11.999.

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Detalhes:

Notebook 2 em 1 Latitude 12 7000
· Notebook 2 em 1 com Microsoft Windows 10 PRO
· Tela Ultrasharp 12.5” com touchscreen e resolução Full HD (1920×1080) ou UHD (4K)
· Teclado Dell para o Latitude 12 com estojo fólio magnético Premiere
· Processador da 6ª geração Intel Core m5 com opção vPro
· Placa de vídeo integrada Intel HD 515
· Memória de 4GB (DDR3L)
· SSD de 128GB SATA M.2 (Classe 20)
· Porta USB 3.1 tipo-C (2), leitor de cartão (SD 4.0), e conexão para fone de ouvido e microfone (1);
· Webcam
· Dimensões: Espessura: 8,11 mm / Largura: 290,97 mm / Profundidade: 192,85 mm/ Peso: a partir de 730 gr (sem o teclado)

Tablet Latitude 11 5000
· Tablet com opções com Microsoft Windows 10
· Opções de processadores da 6ª geração Intel Core m3 e m5
· Tela sensível ao toque de 10,8” e resolução Full HD (1920×1080)
· Memória RAM de até 8GB (DDR3L)
· Unidade de estado sólido de 128 GB M2 2280 SATA3
· Porta USB tipo-C (1), USB tipo-A (1), micro HDMI (1) e conexão para fone de ouvido e microfone (1);
· Webcam HD
· Dimensões: Espessura: 14,32 mm / Largura: 279,8 mm / Profundidade: 176,8 mm/ Peso: a partir de 710 gr (sem o teclado)

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Tablet Venue 10 Pro
· Tablet com Windows 10 Home ou PRO
· Processador Intel Atom x5-Z8500 com placa de vídeo Intel HD Graphics integrada
· Tela de 10,1” touchscreen Ultra Wide com resolução Full HD (1920×1080)
· Memória RAM de 4GB
· Disco rígido eMMC de 64GB
· Porta USB tipo-C (1), USB tipo-A (1), micro HDMI (1), slot de cartão micro SIM (1) e conexão para fone de ouvido e microfone (1);
· Conectividade 4G (opcional)
· Webcam
· Dimensões: Espessura: 8,11 mm / Largura: 290,97 mm / Profundidade: 192,85 mm/ Peso: a partir de 730 gr (sem o teclado)

Tablet Latitude 12 Rugged
· Tablet com Windows 8.1 Pro (64 bits)
· Processador da 6ª geração Intel Core m5
· Placa de vídeo integrada Intel HD 515
· Tela de 11,6” com touchscreen compatível com locais externos e uso de luvas com resolução HD (1366×768)
· Memória RAM de 8GB (LPDDR3)
· Unidade de armazenamento em estado sólido de 256GB
· Porta USB 3.0 (1), microsserial (1), micro-HDMI(1), leitor de cartão microSD(1) e entrada combinada de áudio estéreo (todos protegidos por tampas de porta e tecnologia de proteção contra entrada de líquidos)
· Webcam
· Dimensões: Espessura: 24 mm / Largura: 312 mm / Profundidade: 203 mm/ Peso: a partir de 1,62 kg

O tablet está morto, mas modelos de entrada e conversíveis tentam a ressueição

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O mercado de tablets segue sangrando. No primeiro trimestre de 2016, a queda nas vendas foi de 14.7% em relação ao mesmo período de 2015, ficando abaixo das 40 milhões de unidades vendidas em todo o planeta.

O segmento que um dia foi dito que “acabaria com o PC” (abraços, Tim Cook, Phil Schiller…) segue em queda livre. As vendas de tablets no trimestre foram de 39.6 milhões de unidades, muito abaixo das 46 milhões de unidades vendidas no mesmo período de 2016. A falta de novidades e o desinteresse geral em relação ao formato por parte do consumidor são os principais motivos dessa queda, de acordo com a consultoria IDC.

Dentro do grande grupo denominado tablet, os destacáveis ou conversíveis são os únicos que seguem crescendo em um bom ritmo. Curiosamente, esse formato é o que mais se aproxima do PC convencional, e é o único que provoca interesse do consumidor, impulsionado por modelos como o Microsoft Surface, uma referência hoje no setor.

Outro formato que registra aumento de vendas é o tablet de baixo custo, com o Amazon Fire com fortes vendas, deixando a varejista na terceira posição em vendas globais.

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Apple e Samsung seguem como líderes do mercado, mas as duas registraram fortes quedas. A norte-americana tenta se recuperar com novos modelos como o iPad Pro, que visa competir com os destacáveis com Windows. A sul-coreana tenta o mesmo com modelos como o Galaxy TabPro S. Lenovo e Huawei (com modelos como o novo MateBook) completam o Top 5 de vendas.

Nada indica que o mercado de tablets vai se recuperar a curto prazo. É um segmento que ainda parece ser atrativo por conta da versatilidade de determinados modelos que incluem um hardware mais ajustado para diferentes atividades, com teclado desmontável, ou com modelos muito baratos no seu preço.

Qualquer coisa fora disso terá muitas dificuldades em se manter relevante junto ao consumidor.

Via Digitimes

Tablet Amazon Fire recebe maior capacidade de armazenamento

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O Amazon Fire, considerado o melhor tablet do mercado por conta de sua relação custo-benefício, traz como principal novidade uma nova versão com 16 GB de armazenamento, permitindo assim receber uma maior quantidade de aplicativos, jogos e conteúdo multimídia, apesar da Amazon oferecer armazenamento na nuvem.

O Amazon Fire também tem novas opções de cores (magenta, azul e laranja), além do preto original. As demais especificações seguem inalteradas:

– Tela IPS de 7 polegadas (1024 x 600 pixels)
– Chipset MediaTek MT8127 quad-core de 1.3 GHz
– GPU Mali 450
– 1 GB de RAM
– 16 GB de armazenamento (expansíveis via microSD de até 128 GB)
– Câmeras de 2 MP e VGA
– Conectividade WiFi n, Bluetooth 4.0, microUSB, alto-falantes, microfone|
– Bateria: 2.980 mAh
– Dimensões de 191 x 115 x 10.6 mm, peso de 313 gramas.

O Amazon Fire está disponível por 69 euros na versão com 16 GB, enquanto que a versão com 8 GB se mantém nos 59 euros. Reforçamos que é a melhor relação custo-benefício que o seu dinheiro pode encontrar. Para aqueles que pretendem ir além dos bloqueios da Amazon e quer utilizar os serviços da Google, um bom rooteamento nesse tablet é mais que recomendado. Todo o conteúdo do produto é destinado ao consumo de conteúdos da Amazon, inclui publicidade para baratear o preço e personaliza o dispositivo não apenas com uma interface própria (é quase uma ROM sobre o Android).

Via Amazon

Venda anual de tablets cai pela primeira vez no Brasil

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De acordo com o último estudo divulgado pela IDC Brasil, o país registrou a sua primeira queda em vendas no segmento de tablets desde a chegada das primeiras unidades desse produto em nosso mercado.

Em 2015, foram vendidos aproximadamente 5.8 milhões de unidades, uma queda de 38% na comparação com 2014 (9.5 milhões). No total de tablets comercializados, 5.734 milhões (98,8%) foram modelos convencionais, e apenas 111 mil (1,2%) são notebooks com telas destacáveis, ou tablets conversíveis.

Além de deixar de ser uma novidade, a instabilidade político-econômica do Brasil durante o ano de 2015 (resultando em um desemprego em alta e confiança do consumidor em baixa) deixaram os tablets em um plano secundário nas compras. Além disso, as empresas estrangeiras começaram a deixar o país por conta das sucessivas altas do dólar, o que teve como consequência uma menor oferta de produtos nas lojas. Sem falar na competição dos smartphones com tela maior (os phablets) com preços compatíveis.

Em 2015, o preço médio dos tablets foi de R$ 448, uma alta de 2% em comparação com 2014 (R$ 440).

 

Terceiro trimestre: o mais forte nas vendas de tablets em 2015. Algo atípico

Falando sobre o quarto trimestre de 2015 (entre outubro e dezembro), foram comercializadas 1.4 milhão de unidades, uma queda de 54% em relação ao mesmo período de 2014, com uma receita de R$ 657 milhões. Mesmo períodos fortes de vendas como a Black Friday e o Natal não impulsionaram os tablets no Brasil, e o terceiro trimestre foi o melhor do ano passado, com 1.43 milhão de unidades vendidas, 2% a mais do que as vendas no mesmo período de 2014.

Mesmo com um cenário desfavorável, a IDC Brasil prevê que o mercado de tablets ainda não está no fim, vivendo um período de consolidação no setor por conta das empresas. Para 2016, a previsão é de uma queda de 29% nas vendas, com aproximadamente 4.1 milhões de unidades comercializadas.

Em 2014, o mercado brasileiro representava 4.1% das vendas globais. Em 2015, a porcentagem caiu para 2.8%. Isso fez com que o Brasil deixasse a quarta posição do ranking mundial, e passasse a ocupar a nona posição em 2015.

Vendas de tablets deve cair 5.9% em 2016

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O IDC prevê que o mercado de tablets seguirá em queda em 2016, com 5.9% no envio de dispositivos ao longo do período.

Na tabela abaixo é possível comprovar as previsões do IDC para os próximos anos, de acordo com o sistema operacional. Enquanto os tablets Android darem mostras que vão sobreviver bem com o passar do tempo, as vendas de iPads vão diminuir ano após ano, até fica abaixo dos 10% em 2020. Por outro lado, os dispositivos 2 em 1 com Windows, que se beneficiam do sistema operacional de desktops e a mesma arquitetura dos computadores Intel, seguirão crescendo em suas vendas de forma notável.

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O aumento nas vendas dos modelos 2 em 1 com Windows vem possivelmente pelo fato de oferecerem mais possibilidades que os tablets com outros sistemas operacionais. Enquanto o iOS e o Android ficam como produtos de consumo e entretenimento, os 2 em 1 com Windows oferecem mais possibilidades de produtividade, por contar com um sistema operacional completo, permitindo a instalação de aplicativos de produtividade.

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O IDC também reforça que os tablets com Windows estão se popularizando em dispositivos maiores, e é estranho ver tablets com mais de 10 polegadas com Android e iOS. Já os 2 em 1 com Windows contam com um tamanho entre 9 e 13 polegadas.

Via IDC

Onde estavam os tablets na MWC 2016?

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Com o fim da MWC 2016, uma das coisas que podemos constatar foram os produtos que desapareceram. Nesse sentido, os tablets tiveram na feira de Barcelona uma representação mínima, para não dizer nula.

Entre os grandes fabricantes, não tivemos nenhum anúncio de destaque nos tablets. Quem mais chegou perto disso foi a Huawei, com um 2 em 1 muito mais destinado a ser um computador no novo formato do que um tablet tradicional. Ainda que seja um fato que as gigantes até chegaram a mencionar esse dispositivo, Samsung, Sony, HTC ou LG não apresentaram novidades nesse sentido.

Centrados em outros dispositivos como as câmeras de 360 graus, óculos de realidade virtual ou smartphones, apenas a Lenovo e a BQ apresentaram novos tablets Android, com pouca repercussão.

Em 2010, a Apple apresentou o primeiro iPad, um produto revolucionário que abriu uma nova categoria de produtos. Rapidamente, outros fabricantes apostaram nessa iniciativa, e na época, as previsões de vendas apontavam para 6 milhões de unidades por ano. Nada desdenhável para um dispositivo recém lançado.

A partir daí, a explosão dos tablets foi evidente. Um auge que teve como ponto de inflexão no ano passado, quando os números começaram a cair. As quedas entre 10% e 20% antecediam o que estava por vir. A MWC 2016 não deixa de ser mais uma prova disso.

Mesmo assim, em 2015, foram vendidos quase 206 milhões de tablets, dos quais 50 milhões foram iPads. Colocando em perspectiva, o Microsoft Surface vendeu no mesmo período 6 milhões de unidades. Ou seja, apesar de tudo, os tablets ainda tem algum futuro diante de outras propostas. Porém, fica evidente que o boom do produto já passou, e o momento em que todos pensavam que o tablet iria desbancar o notebook ficou para trás.

Certamente o tablet não vai morrer no mercado, mas deixará de ser o negócio que foi um dia, segundo sua evolução para outros formatos, como os notebooks 2 em 1.

Project Ara: hardware aberto e modular também para os tablets

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Project Ara é o programa de hardware aberto destinado inicialmente a criar smartphones a base de módulos individuais padronizados, que permitiriam criar dispositivos personalizados e atualizáveis no futuro, ou com peças de fácil substituição em caso de falhas e/ou melhorias.

Um projeto muito interessante, cujos ativos ficaram com a Google, e que segue em desenvolvimento. Agora, deve ser ampliado para os tablets. Um protótipo de testes apareceu no site GFXBench revelando essa aspiração. O tablet com numeração de série A8A01 possui tela de 13.8 polegadas, chipset Snapdragon 810, 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e sistema operacional Android 6.0 Marshmallow.

Mas além de suas especificações, a presença do protótipo indica que o Project Ara segue vivo. A ideia é simples e apaixonante para muitos que lidam com produtos eletrônicos. É o mesmo que a gente fazia com nossos desktops no passado.

O Project Ara permitiria a troca rápida de módulos sem a necessidade de restaurar nem de realizar nenhuma operação complicada no sistema operacional Android. Contaria com fabricantes como Toshiba, Rockchip, Quanta, Marvell ou NVIDIA como fornecedores de módulos.

A última informação conhecida foi a do cancelamento de um teste piloto com smartphones que estava sendo realizado em Porto Rico, quando a Google se reestruturou em torno da Alphabet. Foram anunciadas novidades posteriores, mas até agora nada foi anunciado.

Fato é que não sabemos qual é o estado real do Project Ara, mas o tablet nos dá esperança que ele pode chegar ao mercado algum dia.

Via GFXBench

IDC: Mercado de tablets segue em queda, e a migração para os conversíveis é algo real

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A consultora IDC publicou um novo relatório que confirma a desaceleração de vendas dos tablets, fazendo com que 2015 se encerre com 211.3 milhões de unidades comercializadas, uma queda de 8,1% em relação ao ano anterior.

Os motivos que explicam essa queda nas vendas do segmento são o aumento das dimensões dos smartphones e os tablets conversíveis que estão rapidamente se tornando uma referência no setor. Essa modalidade de produto permite que o tablet comum possa se comportar como um notebook quando necessário, com a ajuda de um teclado acoplado.

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Os tablets conversíveis registraram um crescimento de 75% nas vendas em 2015, e é esperado que em 2016 o crescimento seja de praticamente 100%. Apple, Google e Microsoft contam com produtos nesse segmento, e outros fabricantes seguem pelo mesmo caminho.

O iPad Pro pode ser a única razão para que a Apple consiga ganhar uma cota de mercado nos tablets nos próximos anos, e o mesmo pode acontecer com a Microsoft, que deve dobrar a sua cota de mercado no segmento em 2019. Dispositivos como o Surface Pro 4 podem confirmar essa tendência.

Via WSJ

Mercado de PCs segue em queda, mesmo com o Windows 10

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O mercado de PCs segue em baixa, mesmo depois do lançamento do Windows 10. A previsão da Gartner é que as vendas totais de 2015 registrem queda de 7.3%, com 291 milhões de unidades vendidas.

A previsão é que a situação não melhore até 2017, quando os usuários devem notar a necessidade de atualizar os seus computadores, além de uma maior adoção do Windows 10 nas empresas. Também é mencionado que a desvalorização das moedas ao redor do mundo e o aumento dos preços seguem freando a renovação dos computadores nos segmentos doméstico e profissional.

Para 2016, é esperado um leve aumento nas vendas por conta da chegada do processador Intel Skylake e a consolidação do Windows 10, mas a mudança será maior em 2017, o que pode aumentar as vendas dos PCs em 4%.

No caso dos tablets, a previsão de queda nas vendas é de 12% para 2015, com 192 milhões de dispositivos comercializados. Esse segmento em 2014 já registrou forte queda de 13%. A Gartner afirma que isso acontece porque os usuários não renovam os seus tablets, mas muitos entendem que, na verdade, o tablet foi mais uma moda passageira no mundo da tecnologia.

Por fim, o mercado de smartphones ainda goza de boa saúde, com previsão de aumento de vendas de 14% para 2015, em grande parte por conta do lançamento do iPhone 6s. A Gartner prevê para 2017 o envio de 2 bilhões de smartphones, representando 89% do total de dispositivos.

Via The Inquirer

iPad Pro vs Surface Pro 3: concorrentes ou muito diferentes?

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A Apple apresentou ontem (09) o seu iPad Pro, tablet de grande formato pensado para os profissionais. Especulado por anos, tudo indica que foi Steve Jobs que freou o seu desenvolvimento, por não gostar de um tablet muito grande e de canetas stylus, além de temer uma canibalização do iPad e dos seus portáteis MacBook Air.

Mas tudo muda nesse mundo, e cinco anos depois do lançamento do iPad original, temos esse novo tablet, que chega para cobrir uma lacuna que a Apple não tinha nada para oferecer ao se negar a lançar MacBooks com telas touch. Com o iPad Pro, eles pretendem competir com o segmento onde os PCs com Windows, tablets premium e conversíveis 2 em 1 dominam a preferência.

Nesse segmento, o Surface Pro 3 é um bom representante. Superado o fiasco do Windows RT (algo que teria resultado a saída de Steve Ballmer como CEO da Microsoft), eles conseguiram encontrar o ajuste fino no dispositivo que quer ser ‘o substituto dos computadores portáteis’, com um híbrido potente, versátil, atraente, bem conectado, compatível com os aplicativos x86 e com uma tela que equilibra produtividade e mobilidade.

Sem falar que, na mesma semana que o iPad Pro chega ao mundo, o Surface terá o suporte de gigantes do setor, como Dell e HP, abrindo as portas para a chegada de um Surface Pro 4, com o mesmo conceito, mas com a evolução dos processadores Intel Skylake e Windows 10.

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Então, vem a pergunta: o iPad Pro é alternativa ao Surface Pro 3, ou eles realmente são muito diferentes, apesar do mesmo foco, design e objetivos?

Vamos tentar responder a esta e outras perguntas a seguir.

 

Tela e resolução

O iPad Pro tem uma tela levemente maior no tamanho ou resolução, com 12.9 polegadas (contra 12 do Surface Pro 3) e 2742 x 2048 pixels (contra 2160 x 1440 pixels). São telas excelentes para qualquer usuário.

 

Chipset

Aqui começam as grandes diferenças e a dificuldade de avaliar as duas opções, já que elas utilizam arquiteturas diferentes. A Apple aposta no ARM do novo SoC A9X de 64 bits e co-processador de movimento M9, prometendo grandes avanços no desempenho e gráficos, mas sempre comparado com os iPads já lançados. Já a Microsoft oferece chips Intel Haswell Core i3, i5 e i7.

 

Chassi e autonomia

Os dois tablets utilizam materiais premium. A Apple aposta no alumínio, e a Microsoft usa o magnésio. O iPad Pro é mais fino e leve que o Surface, com 0,69 cm de espessura e 713 gramas de peso. Também possui maior autonomia declarada (10 horas). Será menos que isso no uso real, mas é o aspecto onde a Apple tem a maior vantagem em relação à Microsoft, que precisa melhorar o Surface nesses pontos.

 

RAM

A Adobe chegou a anunciar que o iPad Pro tem 4 GB de RAM mas a Apple não confirma e nem revela a quantidade exata, enquanto que o Surface Pro 3 oferece 4 GB ou 8 GB de RAM. A Apple otimiza o sistema para trabalhar com o seu hardware, prometendo avanços no multitarefa com a tela dupla. Mas aqui é inegável que o potencial do Surface Pro é infinitamente maior.

 

Armazenamento

O iPad Pro está disponível apenas nas versões com 32 GB ou 128 GB, enquanto que o Surface Pro pode ser encontrado nas versões com 64, 128, 256 ou 512 GB em SSD.

 

Conectividade

A Apple oferece uma única porta Lightning, contra uma porta USB 3.0, outra mini DisplayPort e slot microSD do Surface. Os dois incluem WiFi 802.11 ac e Bluetooth 4.0 de série, além de banda larga LTE opcional.

 

Câmeras

O iPad Pro oferece uma câmera frontal (720p) e câmera traseira de 8 megapixels, enquanto que o Surface Pro integra dois sensores de 5 megapixels. Um aspecto pouco importante para as fotos, sendo mais útil para videochamadas.

 

Acessórios

Apesar das críticas de Jobs, um tablet focado na criação e produtividade precisa de um conjunto de acessórios. Para isso, o iPad Pro tem a Apple Pencil, uma caneta stylus que custa US$ 99, enquanto que a Microsoft inclui uma caneta no kit padrão do Surface Pro. Também temos a smart keyboard, base com teclado da Apple que custa US$ 169, mais cara que a Type Cover da Microsoft.

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Sistema operacional e Aplicativos

O mesmo dito no item dos processadores serve para o sistema operacional. O iOS funciona perfeitamente nos dispositivos da Apple, mas é um sistema operacional móvel. Conta agora com o Microsoft Office e os apps da Adobe, além dos aplicativos empresariais da IBM, facilitando assim a sua entrada em empresas.

Já o Surface Pro 3 pode utilizar o Windows 10, e explorar todo o seu potencial com o grande leque de aplicativos na plataforma x86. O suporte multitouch limitado no Windows 7 foi muito melhorado no Windows 8, e está pleno no Windows 10.

 

Preço

iPad Pro e Surface Pro 3 custam o mesmo nas suas versões básicas: US$ 799. A partir daí, o modelo da Apple recebe um adicional do teclado e da caneta, enquanto que a Microsoft só cobra um a mais pelo teclado.

Nos EUA, o modelo top de linha do iPad Pro com 128 GB de armazenamento e LTE + Apple Pencil + Smart Keyboard custa no total US$ 1.347. Por esse preço, você pode comprar um Surface Pro 3 LTE Core i5, com 8 GB de RAM e 236 GB de SSD. Ou seja, a Microsoft oferece uma melhor relação custo-benefício, sempre levando em conta todos os aspectos que já mencionamos nesse post.

 

Conclusões

Os dois produtos são muito atraentes, mas é impossível indicar um vencedor claro. As diferenças na arquitetura de hardware, sistema operacional e aplicativos são grandes.

Os usuários da Apple que buscam algo mais do que o iPad Air oferecem vão escolher o iPad Pro, e os usuários adeptos do Windows vão apostar no Surface Pro 3 ou outras alternativas (Lenovo Yoga Pro, HP ElitePad), até mesmo o Samsung Galaxy Note Pro com Android, para quem busca um tablet premium e não tanto profissional.

A Apple cobre com o iPad Pro um espaço aberto pelo iPad Air e MacBook Air, mas ainda há muito mercado para o ecossistema Windows, ainda mais com um Surface Pro 4 a caminho. Talvez o novo tablet canibalize parte das vendas do Air, que já era utilizado nas empresas.

Mas ainda é tudo muito especulativo. Só o tempo vai dizer o que vai acontecer.

Smartphones e tablets mais caros no Brasil: governo aumentou os impostos

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Em mais uma medida com o objetivo de consertar as cagadas cometidas nos últimos anos recuperar a economia brasileira, o governo federal reviu os benefícios fiscais do Programa de Inclusão Digital (Lei do Bem), que zerava as alíquotas de PIS/Cofins na venda desses produtos. A consequência da medida vai resultar em tablets e smartphones mais caros para o consumidor final.

O anúncio foi feito ontem (31) pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, indo na contramão daquilo que o próprio governo Dilma tinha planejado no ano passado (ano de eleições presidenciais, é sempre bom lembrar). Em 2014, o benefício fiscal para os produtos eletrônicos foi prorrogada para 31 de dezembro de 2018, mas a grave crise econômica provocada pela incompetência da chefe do executivo brasileiro fez com que os planos mudassem.

A Lei do Bem previa que as alíquotas de PIS/Cofins (que recentemente recebeu um aumento de 9,25% para 11,75%) eram zeradas se os fabricantes dos gagdets seguissem regras específicas, como um pacote de aplicativos nacionais embarcado no software final, ou um preço de até R$ 1.500 para smartphones produzidos no Brasil.

A desoneração do imposto custará aos cofres públicos em 2015 aproximadamente R$ 8 bilhões. Em 2016, com o aumento dos tributos, o governo espera arrecadar em torno de R$ 11.2 bilhões. O IOF sobre operações do BNDES, o imposto de renda sobre os direitos de imagem e um aumento nos impostos das bebidas também foram anunciados no pacote de medidas fiscais.

A medida provisória já foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União, revogando os artigos 28, 29 e 30 da lei que dispunham os benefícios fiscais do Programa de Inclusão Digital, e o aumento dos tributos entra em vigor em três meses. Vale lembrar que o governo federal prevê para 2016 um défcit de R$ 30.5 bilhões nas contas públicas. É a primeira vez na história que um governo tem um projeto de orçamento com gastos maiores que as receitas.

Nota do editor: e isso porque ainda pensaram na volta da CPMF… e quando falaram em cortar ministérios no ano passado, disseram que era desnecessário. Da próxima vez, lacra 13 na urna com super bonder para evitar lacrar o Brasil junto, ok?

Via G1, planalto.gov.br

 

O mercado de tablets está saturado. É o fim da era pós-PC?

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Não faz muito tempo que muitos analistas garantiam que estávamos vivendo as últimas horas do PC, ao menos tal e como conhecemos. Argumentavam que os tablets se transformariam em um dispositivo de uso massivo, e que notebooks e destkops seriam relegados ao mundo profissional. Mas o tempo mostrou que (mais uma vez) eles erraram nas previsões, e os últimos dados só mostram que o mercado de tablets estagnou.

O estudo da Forrester Research indica que o principal motivo para não se vender mais tablets é a saturação desse mercado. Quem queria um tablet já comprou um, e sua taxa de renovação é muito menor que a de outros dispositivos, como os smartphones. Até a Apple viu os resultados de vendas do iPad em queda, se obrigando a focar no mundo profissional para a sobrevivência do dispositivo no futuro.

Outra variável importante é o aumento das telas dos smartphones. Em 2010, quando o primeiro iPad foi lançado, um smartphone com 3.5 polegadas de tela era grande. Hoje, 5 polegadas é quase o padrão, e muitos usuários decidiram apostar nos phablets. Quem mais sofre são os tablets de 7 e 8 polegadas (11% dos entrevistados nesse estudo informaram que o seu tablet principal é o seu phablet).

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O gráfico acima compara a base global de tablets instalados (linha escura) com as vendas anuais (linha clara). Ou seja, o mercado começou a estancar-se em 2013, e não há nenhum sinal de recuperação a curto e médio prazo, como se fosse o fim do mercado de tablets.

Já os analistas não decretam o fim dos tablets, mas sim, um período de transformação. O dispositivo é um aliado poderoso para muitos profissionais, e o estudo da Forrester informa que 29% das empresas oferecem tablets aos seus funcionários.

Os últimos movimentos de gigantes como Lenovo, Samsung ou Apple parecem ir para essa direção. E faz tempo que a HP tem claro que o futuro dos tablets está no segmento profissional. Logo, tudo indica que veremos tablets mais potentes, com melhor design e mais caros. O mercado de consumo não deve morrer por conta dos fabricantes chineses, mas eles devem ficar sozinhos, pois os demais devem entender que o segmento deixou de ser um grande negócio.

E para você? Ainda faz sentido comprar um tablet com a oferta atual de phablets? Você continua a usar o seu tablet?

Via Techcrunch

Imagem: Shutterstock

Vendas de tablets no Brasil caíram 20% no primeiro trimestre de 2015

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Alta do dólar, redução do crédito, crise econômica. Esses foram fatores determinantes para a queda de 20% nas vendas dos tablets no Brasil no primeiro trimestre de 2015. O estudo IDC Brazil Tablets Tracker Q1 revela o cenário ilustrado pelas vendas dessa categoria.

Entre os meses de janeiro e março de 2015, foram vendidos 1.78 milhão de tablets no Brasil, 390 mil unidades a menos que no mesmo período de 2014. A marca fica abaixo dos 2 milhões previstos para o período e, mesmo assim, o cenário é visto como positivo pelos analistas da IDC Brasil.

A alta do dólar gerou um repasse de preços de até 17% em relação ao quarto trimestre de 2014, o que afetou as vendas para o consumidor final e o mercado corporativo. E a tendência é que os preços continuem subindo, e as vendas, caindo.

Outro fator apontado pela IDC Brasil para a queda nas vendas de tablets é a falta de interesse do consumidor, que ao longo dos meses está buscando outras alternativas. A má experiência de uso e a canibalização por parte dos phablets reforçam essa tendência. Isso não quer dizer o fim do mercado de tablets, pois o segmento ainda é atraente para nichos específicos, como o da educação e o uso pelas crianças em casa.

41 mil unidades vendidas foram no formato 2 em 1 (notebooks com tela destacável), segmento que teve um aumento de 115% em relação ao quarto trimestre de 2014. 94% dos tablets vendidos foram para o consumidor final, 6% para o mercado corporativo, e 70% custaram R$ 500 ou menos.

Até o final de 2015, a IDC Brasil prevê vendas de 8.1 milhões de tablets, 14% a menos que o volume comercializado em 2014. Outro fator que promoveu a revisão dos números foi o cancelamento de projetos educacionais por parte do governo federal.

Via assessoria de imprensa

Tablets com preços elevados seguem perdendo terreno

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Os últimos dados publicados pelo DigiTimes mostram que os tablets de alto custo seguem perdendo terreno dentro do mercado, cedendo espaço para os modelos chineses de baixo custo.

Durante o primeiro trimestre de 2015, o setor de tablets se mantém estável, com um total de 49.3 milhões de unidades vendidas. Porém, o que nos interessa é observar as vendas de cada linha de tablets. Um dos grandes prejudicados foi o iPad da Apple, que vendeu 9.8 milhões de unidades, registrando assim uma queda de 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

Por outro lado, as soluções 2 em 1 da ‘Wintel’ ganharam mercado em relação à Apple e outros fabricantes de tablets de linha branca. É claro que esse tipo de produto apresenta um atrativo maior par aos consumidores, já que integram em um único dispositivo as possibilidades de um portátil e a comodidade de um tablet, sem resultar em um grande aumento de preço.

Via DigiTimes