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Facebook habilita o seu sistema de registro anônimo de usuários

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Vai usar um aplicativo por cinco minutos e não quer deixar os seus dados? Pois bem, o Facebook quer facilitar a sua vida. Durante a conferência F8, eles apresentaram a sua nova ferramenta de login anônimo.

Dessa forma, você pode acessar os seus aplicativos que exigem ou permitam o registro com contas do Facebook, sem a necessidade de oferecer os seus dados pessoais. Tecnicamente, ele vai registrar você com o seu nome de usuário e senha do Facebook, mas o serviço de Zuckerberg não enviará nenhum dos seus dados pessoais.

Mais adiante, você sempre poderá adicionar informações pessoais, mas nesse primeiro momento, você é quem decide se deve oferecer os ou não os seus dados. Os testes com os primeiros desenvolvedores já começaram (na imagem acima, um exemplo com o Flipboard), de modo que a opção de login anônimo deverá aparecer nos próximos meses nos aplicativos mais populares.

A seguir, um vídeo de apresentação da nova função.

 

Via Facebook

Chega ao fim a disputa entre Apple e Amazon sobre o termo “App Store”

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Durante muito tempo, Apple e Amazon disputaram sobre o direito de utilização do termo “App Store”. Mas tudo indica que essa briga finalmente chegou ao fim. A Apple acabou cedendo, permitindo assim que a maior empresa de e-commerce do mundo utilizasse a grafia “appstore” na Amazon Appstore for Android.

A briga começou quando a Amazon decidiu utilizar o termo “appstore” em sua loja de aplicativos para Android, lançada em março de 2011. Na época, a Apple entendeu que essa era uma violação de sua própria marca “App Store”, que dá nome à sua loja de aplicativos lançada em 2008. Porém, ontem (09/07), a juíza Phyllis Hamilton descartou a ação ingressada pela empresa criadora do iPhone em Oakland, Califórnia, depois de o acordo entre as duas partes foi feito.

Os advogados da Apple solicitaram à juíza que não prosseguisse com o processo contra a Amazon sobre essa questão. De acordo com Martin Glick, advogado da Amazon, “a decisão de abandonar unilateralmente o caso foi da Apple, deixando assim a Amazon livre para utilizar o termo ‘appstore'”. 

 

A Apple minimizou a sua decisão de desistir do processo: “nós não vemos mais a necessidade de prosseguir com o caso”, disse a porta-voz da empresa de Cupertino, Kristin Hughet, para a Reuters. “Com mais de 900 mil aplicativos e 50 bilhões de downloads, os clientes sabe onde podem comprar os seus aplicativos favoritos”, completa.

A Amazon, por outro lado, emitiu uma nota onde enaltece sua vitória nos tribunais: “estamos satisfeitos que o tribunal tenha encerrado o caso em definitivo”, afirma a porta-voz da varejista, Mary Osako. “Estamos ansiosos para continuar o nosso foco em oferecer a melhor experiência possível da nossa appstore para clientes e desenvolvedores”.

Via Reuters

Apple vs Gradiente: quem é a dona da marca “iphone” no Brasil?

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O post do “IPHONE” da Gradiente está gerando muita polêmica, não só pela proposta em si do aparelho, mas principalmente, pelo direito de utilização da marca em território nacional. O pessoal do Meio Bit decidiu investigar as informações passadas pelo comunicado da Gradiente, e descobriram algumas coisas que vamos compartilhar e analisar com vocês abaixo.


Crédito da imagem: MeioBit

A imagem acima foi extraída do site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), e mostra que a empresa TCE INDÚSTRIA ELETRÔNICA DA AMAZÔNIA S/A (Gradiente) fez o pedido do registro da marca IPHONE no Brasil em março de 2000. Segundo informa a matéria do MeioBit, esse pedido foi sobrestado (um processo é sobrestado quando a sua decisão depende do resultado de outros processos anteriores ao processo atual) em 2005, indicando que alguém, em algum momento, tentou registrar a marca antes mesmo da TCE. Mas isso não é o importante.

A Gradiente alega em seu comunicado que o direito de uso exclusivo no Brasil da marca IPHONE foi concedida em 2008 para a empresa, com direito desse uso para até 2018. No site do INPI, nada foi encontrado. Pelo contrário. Informa que a mesma TCE/Gradiente desistiu do registro da marca IPHONE em 2006.

Bom… então você me pergunta: de quem é a marca IPHONE no Brasil, afinal de contas?

Da Apple, é claro!

A gigante de Cupertino registrou a marca no Brasil em 8 de janeiro de 2007, pelo menos seis meses antes do iPhone ser anunciado por Steve Jobs naquele ano. Essa informação está bem clara e visível no site da INPI, ilustrando ainda o registro definitivo em 09/07/2007.

O que de fato a Gradiente tem em seu poder é o registro da marca “G GRADIENTE IPHONE” (como ilustra a imagem abaixo), e não a marca “IPHONE” isoladamente. E ao meu ver, temos uma grande diferença aqui.

Ou seja, a Gradiente precisa se explicar, e rápido. Como disse no texto original, a notícia chegou de forma muito repentina e de maneira inusitada, publicada em veículos de imprensa sérios e com envio de e-mails da assessoria de imprensa com o mesmo material. Logo, todos nós encaramos como uma informação oficial, mesmo que com algum tom de ironia na hora de escrever sobre o assunto.

Mas o mais grave é essa divergência de informações entre os fatos divulgados pela empresa com aquelas que são públicas no órgão governamental que cuida dos registros das marcas no Brasil. Ainda aguardamos a Gradiente se pronunciar oficialmente sobre o assunto.

ATUALIZADO em 18/12/2012, @ 22h03: depois de muito ser dito nos sites de tecnologia, e após consultarem por diversas vezes o INPI, temos algumas informações que ajudam a esclarecer o assunto. O MacMagazine fez um bom post que busca todas as informações possíveis, e eu vou resumir tudo abaixo:

1) segundo o INPI, a marca “iphone” no Brasil (independente do formato de grafia) pertence à IGB Eletrônica, que é proprietária da Gradiente. A Apple NÃO pode usar essa marca no Brasil. O que a Apple registrou (segundo o INPI) foi a marca “iphone” para artigos de vestuário, calçados, chapelaria, brinquedos, jogos, artigos para diversão e entretenimento, entre outros itens. Mas para o segmento de telefones móveis e suas variantes (celulares e smartphones), não. Esse registro é da IGB.
2) o registro da IGB Eletrônica é da marca “G GRADIENTE IPHONE”. Porém, segundo o IGB, a Apple NÃO pode usar parte de um nome já registrado para um produto do mesmo segmento (nesse caso, telefones móveis e seus variantes).
3) a pergunta de US$ 1 milhão (ou mais, dependendo da ação): a Gradiente pode processar a Apple? Tecnicamente (e de acordo com o que manda as leis brasileiras, e segundo os advogados consultados pelo MacMagazine), sim. Os direitos da marca “iphone” legalmente no Brasil são dela.
4) a Apple até pode pedir o registro da marca “iphone” no Brasil, mas só em 2013, e de acordo com as regras do INPI, esse registro será negado. Para o órgão, aquela empresa que faz o pedido E REALIZA PRIMEIRO O DEPÓSITO de pagamento desse registro é quem detém o direito da marca originalmente, algo que foi feito pela IGB antes da Apple.
5) segundo a Gradiente, a Apple sabia disso, mas não se manifestou para contornar a situação, sem procurar a empresa para um acordo.
6) a Gradiente pode simplesmente usar a marca “iphone” em seus produtos? Segundo o INPI, NÃO. Eles podem usar a marca “G GRADIENTE IPHONE”.
7) a Apple pode ficar impedida de vender os seus aparelhos no Brasil? Dificilmente. Muito provavelmente deve rolar um acordo financeiro para renunciar o registro da marca.

ATUALIZADO em 18/12/2012, @ 22h26: a Gradiente acaba de postar em sua página do Facebook uma foto para “refrescar” a memória dos mais antigos (e para provar a sua causa). Em 2000, a empresa lançou o Gradiente iphone Web Series (em parceria com a Nokia?), um celular com serviços conectados e navegador com recursos limitados. Até publicaram uma foto do catálogo promocional desse produto (imagem abaixo).

Como podem ver, muitas coisas estão por vir nesse caso. Acho que só estamos diante do começo de mais uma batalha que só vai terminar nos tribunais.

O registro da marca MyXperia sugere que a Sony pode estar trabalhando no seu próprio serviço na nuvem

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Parece que vamos ter um céu virtual cheio de “nuvens”. Isso é, se os rumores forem confirmados. A Sony pode chegar para esse mercado cobiçado, uma vez que a fabricante japonesa registrou a marca MyXperia na Europa, através da OHIM (Office of Harmonization for the Internal Market), levantando assim todo o tipo de especulações.

Quem informa a descoberta é o site chinês Juggly, e como se fosse pouco, no registro dessa marca, podemos ler a existência de um serviço vinculado para “enviar, armazenar, recuperar, baixar e enviar conteúdo digital e multimídia”. Ou seja, tudo parece apontar que se trata de um serviço na nuvem, para a alegria dos clientes da marca.

Para quem acessar o endereço MyXperia.com, será redirecionado para uma tela que pede nome de usuário e senha para uma página hospedada nos servidores da Sony. Bom, se estavam faltando evidências para isso…

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Novas da Samsung: Samsung Display, e novos nomes para dispositivos Galaxy

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Temos notícias da Samsung para começar a semana. A primeira delas se refere a um dos segmentos da empresa de maior sucesso, a de fabricação de telas para dispositivos. A Samsung vai lançar amanhã (03/04) uma nova marca, a Samsung Display, que será apresentada ao mundo como “a maior fabricante de telas do mundo”. Ela chega ao mercado com aproximadamente 20 mil usuários e cinco fábricas de produção e desenvolvimento ao redor do planeta.

O novo presidente dessa empresa será Donggun Park, e a decisão da Samsung vai permitir que a empresa se posicione “um passo à frente das demais fabricantes”, mas sem especificar isso em valores. Vale lembrar que a Samsung não está sozinha nessa aventura, uma vez que a LG teve em suas mãos a LG Display desde 1999, fruto de uma parceria com a Philips. A LG desistiu do negócio em 2008, quando vendeu todas as suas ações.

A segunda notícia se refere a novos produtos que a fabricante sul-coreana pretende lançar na sua linha Galaxy. A Samsung registrou nomes de novos dispositivos na USPTO: Galaxy Grand, Galaxy Premier e Galaxy Next. Não há nenhuma informação sobre os novos modelos, exceto no caso do Galaxy Next, que pode ser uma variação de nome do Galaxy Mini para alguns países.

Rumores já surgem sobre os novos modelos. O site InToMobile especula que o Galaxy Premier pode ser um modelo top (por causa do nome), mas também alerta que pode ser apenas uma denominação regional, para diferentes operadoras ou versões de modelos já existentes.

A melhor parte da notícia é que não foram apenas esses nomes registrados. A Samsung também registrou as marcas Galaxy Thunder, Galaxy Express e Galaxy Accelerate. Por enquanto, só resta esperar para ver se teremos uma nova profusão de lançamentos de novos modelos da mais popular linha de dispositivos da Samsung.

Via InToMobile

[notícias] Apple solicita o registro da marca iTunes Live

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A Apple solicitou recentemente o registro da marca iTunes Live. A descrição designada por eles: “loja de venda de serviços online na área de entretenimento com música, áudio e/ou conteúdo audiovisual”.

Parece que a concorrência que está se criando no setor de músicas online incomoda o pessoal de Cupertino, uma vez que o registro do nome, acompanhado da compra do serviço Lala, parecem indicar que o futuro do iTunes passa por oferecer um serviço bem parecido a um concorrente de respeito, o Spotify, que oferece discos e conteúdos locais com cara de redes sociais. Bom, a WWDC 2010 está logo ali e, em breve, poderemos conhecer mais sobre as intensões da Apple sobre estas iniciativas de mercado.

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