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Drones, pendrives e cartões SD para levar conteúdos para a Coreia do Norte

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O contrabando de material para a Coreia do Norte não é uma novidade e, durante décadas, aconteceu por diversos meios, incluindo o envio de balões ou contrabandistas especializados. Agora, alguns ativistas estão aproveitando as novas tecnologias para introduzir conteúdos culturais ocidentais no pais.

A iniciativa ‘Flashdrivers for Freedom’, organizada pela Human Rights Foundation e pela ONG Forum280, tem como objetivo reunir 20 mil dispositivos USB que serão enviados para a Coreia do Norte. Nesse momento, um ex-cidadão daquele país e fundador do grupo ativista No Chain, reconhece que isso não é uma noividade. Desde 2012 eles despacham pendrives e cartões USB no país com a ajuda de drones.

Eles não deram muitos detalhes sobre os drones utilizados (tipo de modelo, origem do seu lançamento), mas explicam que os dispositivos podem carregar libras de componentes em cada voo. Também não revelaram os locais onde a carga é liberada, por motivos de segurança. O objetivo de tudo isso é incentivar outras organizações civis a se valerem das novas tecnologias.

Não são só os desertores do país que querem que de dentro se veja como é realmente o ocidente, mas também são muitos os cidadãos que reclamam de dentro, com fome de informação. Dentro dos dispositivos, são armazenados filmes ocidentais e sul-coreanos, séries de TV, música e informações da Wikipedia.

Essas operações não estão livres de riscos, como por exemplo a perda do próprio drone. Não sabemos se a Coreia do Norte já conseguiu ‘capturar’ alguns dos veículos. Um representante do país reconheceu que as autoridades detectaram balões aerostáticos com dispositivos USB, e afirma que o governo do país consegue interceptar antes. Mas não falou nada sobre os drones.

Via CNN

Esta é a aparência dos pendrives com Windows 10

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Paul Thurrott revelou qual será a aparência dos pendrives com Windows 10 pré-instalado. A unidade recebida pela fonte contrasta bastante com outras publicadas por veículos asiáticos, porém, Paul tem um elevado histórico de acertos nos vazamentos relacionados ao mundo Microsoft.

Em geral, o design do produto é simples, mas muito bonito e com cara de produto oficial. E, de novo, completamente diferente do produto fotografado na China, que é bem mais simples e genérico. As diferenças não se limitam ao externo, mas também nos detalhes de acabamento.

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Enquanto que a versão recebida por Thurrott só aparece o logo e a marca Windows, nas versões chinesas é possível identificar duas variantes diferenciadas pelas cores roxo e azul, além do nome completo do sistema operacional e uma indicação na caixa que diz ‘Pack de atualização do Windows 10. O dia 29 de julho chegou’.

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É possível que a Microsoft tenha optado por comercializar diferentes designs de acordo com o país em que o produto será comercializado, mas entendo que isso é algo muito difícil, ainda mais levando em conta as diferenças gritantes de design entre os dois produtos. Por enquanto, nada de concreto. Mas temos evidências bem claras de que a fonte americana estaria mais próxima da verdade.

Via WCCFTech

Microsoft pode oferecer o Windows 10 em pendrives

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A Microsoft vai apostar em uma distribuição híbrida entre formatos físico e digital para o Windows 10, mas uma nova informação indica que podemos ver o novo sistema ofertado via pendrives.

Um dos detalhes mais importantes dessa nova forma de distribuição seria o preço das versões, mas não foi comentado sobre o tamanho das unidades USB que servirão de suporte para o Windows 10. Na teoria, a versão Home via USB teria um preço sugerido de US$ 144, enquanto que a variante Pro custaria US$ 238. Nos dois casos estariam presentes as variantes de 32 e 64 bits.

Levando em conta que os preços não foram confirmados, vale a pena lembrar que eles quase se alinham com o que Paul Turrott comentou via Twitter na semana passada, onde ele afirmou que a Microsoft distribuiria o Windows 10 em unidades USB. Logo, a informação faz sentido e é crível, vindo de fontes bem confiáveis. Mas não custa ter um pouco de prudência, uma vez que não temos nada de oficial. Ainda.

Via WinFuture

Kingston lança no Brasil três novos modelos da linha de pendrives DataTraveler, focados na segurança dos dados

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A Kingston anunciou no Brasil três novos modelos de pendrives, que são voltados para os usuários que priorizam a segurança, mas não abre mão de uma maior velocidade na leitura e gravação dos dados armazenados. Os novos modelos são o DataTraveler Vault Privacy 3.0 (e sua variante, com Anti-Vírus), o DataTraveler Mini 3.0 e o DataTraveler Generation 4.

O DataTraveler Vault Privacy 3.0 (DTVP) oferece uma proteção de 100% dos seus dados armazenados através do uso de uma senha reforçada, e um recurso que trava o dispositivo após dez tentativas erradas de inclusão de senha. Este é o primeiro pendrive USB 3.0 com hardware criptografado (segundo a Kingston), e para complementar o conceito de segurança máxima, o dispositivo possui uma estrutura de alumínio à prova d’água. Está disponível nas versões de 4, 8, 16, 32 e 64 GB de armazenamento.

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O DTVP 3.0 está disponível também na versão Anti-Vírus. O dispositivo conta com o antivírus ClevX DriveSecurity, que utiliza a tecnologia proativa NOD 32 da ESET, o que ajuda a proteger o usuário corporativo e o conteúdo do pendrive das diversas ameaças presentes na internet.

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O DataTraveler Mini 3.0 é o mais recente lançamento na família de pendrives USB 3.0 da Kingston. É um modelo compacto, com design moderno e alta performance de transferência de dados. É pensado para usuários que querem armazenar músicas, fotos, vídeos e documentos, sendo compatível com as portas USB 3.0 e 2.0. Disponível nas capacidades de 16 GB (R$ 82), 32 GB (R$ 148) e 64 GB (R$ 289).

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O último lançamento da Kingston é o DataTraveler Generaton 4 (DTIG4), que se destaca pelo design colorido e a mesma alta velocidade na transferência de dados das portas USB 3.0. Além disso, as cores ajudam a diferenciar as capacidades de armazenamento do produto: 8 GB amarelo (R$ 44), 16 GB azul (R$ 72), 32 GB vermelho (R$ 134), 64 GB violeta (R$ 282) e R$ 128 GB verde (R$ 558).

Via Assessoria de Imprensa

Kingston lança nova linha de pendrives que homenageiam as cidades brasileiras

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Recebemos da assessoria de imprensa da Kingston no Brasil duas unidades da sua nova linha de pendrives, a “Cidades do Brasil”. São unidades personalizadas do modelo DTSE9, que oferecem imagens gravadas a laser no seu corpo, homenageando quatro cidades brasileiras: Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Os pontos turísticos das cidades escolhidas foram a ponte Hercílio Luz (Florianópolis), o Pão de Açúcar (Rio de Janeiro), o Farol da Barra (Salvador) e o Monumento às Bandeiras (São Paulo). Esses pendrives comemorativos custam R$ 34,90, e estão disponíveis apenas na versão com 8 GB de armazenamento, com cinco anos de garantia.

Por ser uma edição limitada, os pendrives “Capitais do Brasil” da Kingston estão sujeitos a diferentes disponibilidades de unidades nas diversas regiões brasileiras.

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Mushkin Ventura Ultra, o autoproclamado “pendrive mais rápido do mundo”

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Não há muitas coisas que podemos pedir de um pendrive. Espaço e velocidade para armazenar com nossos dados é praticamente tudo o que queremos desses dispositivos, e se os dois aspectos são cruciais para você, a Mushkin pede os seus cinco minutos de atenção com o Ventura Ultra.

Sem ser o mais bonito nem o mais espaçoso pendrive do mundo, o modelo chega disposto a satisfazer as necessidades daqueles que buscam uma unidade externa veloz. Tanto, que o fabricante o apresenta com as credencias de ser “o mais rápido do mundo”, com os seus 455 MB/s de leitura, e 445 MB/s de gravação (como é de costume, esses são os valores máximos, que podem variar, dependendo da capacidade escolhida.

Apenas como comparação: o Corsair Voyager GT Turbo, que durante a última CES também se apresentou como “o mais rápido do mundo”, lê a 260 MB/s e grava a 235 MB/s. Logo, nada mal para o até então desconhecido Mushkin Ventura Ultra, não é mesmo?

O fabricante não revela o preço de venda do produto, nem a sua data de lançamento concreta, mas sabemos que ele estará disponível nas capacidades de 60, 120 e 240 GB até o final do mês de agosto. E estamos esperando pelos benchmarks para saber se os números estimados cumprem com a realidade.

Via Mushkin

Leef Bridge, o pendrive com conector duplo para compartilhar os arquivos de seu tablet ou smartphone

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A dificuldade para compartilhar arquivos com ou a partir de um tablet ou smartphone é um problema que nos deparamos todos os dias, principalmente quando estamos de férias. Pense no incômodo de sempre retirar o laptop da mochila, procurar um cabo USB, não ter um WiFi para acessar a nuvem (via Dropbox – thank God)… Ok, os cartões de memória salvam nossas vidas, mas… e quando o smartphone ou tablet não possui um slot para microSD? Bom, nessas situações, o Leef Bridge pode ser a solução definitiva.

Por excelência, o Leef Bridge não deixa de ser um pendrive tradicional, como outro qualquer. Mas com a importante diferença de contar com dois conectores USB para transferir dados entre dispositivos com um conector USB convencional e uma porta microUSB, que é hoje o padrão entre os dispositivos móveis.

A partir daí, você conta com uma porta para carregar os arquivos, e outra porta para copiar esses arquivos. Simples assim.

O Leef Bridge é compatível com dispositivos Android 4.0 Ice Cream Sandwich ou posterior, e está disponível nas versões 16 e 32 GB de armazenamento, por US$ 18 e US$ 28, respectivamente. Em breve, a Leef vai disponibilizar uma versão com 64 GB, para que você leve alguns filmes e episódios de séries em qualquer lugar, com maior comodidade.

Via Leef

Kingston lança no Brasil pendrive Data Traveler SE6, com um sistema de gerenciador de arquivos na nuvem

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A Kingston anunciou a chegada ao Brasil do pendrive Data Traveler SE6, que conta com uma boa variação de cores (três, preto, azul e rosa), além de um diferencial interessante: um gerenciador de arquivos na nuvem, com 6 GB de armazenamento de dados, para trabalhos escolares, músicas, fotos, vídeos e qualquer outro tipo de arquivos que o usuário deseja armazenar.

O benefício do produto é permitir que o usuário acesse o seu conteúdo de qualquer computador, não apenas aquele arquivo que está armazenado no dispositivo, mas inclusive o conteúdo que está na nuvem, inclusive naqueles momentos que o pendrive não está por perto. Além do usuário convencional, o pendrive Kingston Data Traveler SE6 também pode ser uma opção interessante para as crianças. O produto conta com o software uDrive, que permite esse gerenciamento de conteúdo na nuvem em um formato mais simples, oferecendo uma interface que entrega um visualizador de fotos, um MP3 player e um navegador de internet e redes sociais.

Para evitar que o usuário tenha os seus dados em risco, o uDrive conta com um verificador Norton PC Checkup integrado, e o browser FoozKids é totalmente customizado para uma navegação segura para as crianças.

Disponível na capacidade de 8 GB, o Data Traveler SE6 tem preço sugerido de R$ 29,90.

Via Assessoria de Imprensa

[Editorial] A lenta morte dos dispositivos de armazenamento externo

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No começo deste ano de 2012, abri mão da Campus Party Brasil 2012 para “me dar de presente” um ultrabook, que se tornou muito útil durante as viagens e coberturas de eventos de imprensa dos blogs. O modelo que escolho (Toshiba Portege Z835) possui pelo menos três portas USB (uma delas é uma porta USB 3.0), WiFi, Bluetooth, 6 GB de RAM, alguns GBs de armazenamento, e tudo o que um bom portátil pensado no trabalho pode me oferecer. Nem sinto falta do gravador de DVD, pois nos últimos 18 meses, pouco tenho utilizado esse tipo de mídia no meu trabalho.

Hoje, eu vivo de escrever nos blogs. Literalmente. Para mim, o que eu queria encontrar em um equipamento como um ultrabook era um bom desempenho, um teclado confortável e uma tela com tamanho razoável para visualizar as informações na tela com maior clareza, e encontrei tudo isso nesse modelo. É claro que já começo a pensar em um modelo com uma capacidade maior de armazenamento de dados, mas por enquanto estou satisfeito com ele. Alguns me perguntam: “ah, mas se você está viajando e quer ver um filme no computador”. Eu respondo: “dou graças ao bom Deus pelo YouTube e Netflix existir, pois dessa forma, não preciso ficar me preocupando com CDs e DVDs”.

Não me lembro quantas vezes eu utilizei a unidade de DVD do meu outro notebook (o convencional, o que uso para editar os vídeos do blog). Mesmo. É algo que se tornou totalmente obsoleto no meu dia a dia. E, mesmo no caso de buscar arquivos do passado, ou “do tempo do onça”, não recorro aos velhos backups que fiz em 2008 ou 2009, que foram os meus primeiros anos como blogueiro. Por que? Não me perguntem. Nem eu entendo direito.

O mesmo exemplo está acontecendo com os meus discos rígidos externos. Tenho quatro unidades portáteis aqui em casa, com tamanhos que variam entre 160 GB e 500 GB, todas com finalidades específicas. Eu acreditava que elas seriam mais úteis no meu trabalho ou nas minhas atividades pessoais, mas no final das contas, elas se tornaram apenas o local onde vou salvar as séries e filmes que procuro na internet, e nada mais. No começo, até me animava levar esses HDs externos na mochila nas viagens de cobertura de eventos. Afinal de contas, vai que eu preciso daquele software que é impossível de fazer o download no local, naquele momento. Com o passar do tempo, você percebe que você sempre precisa daqueles mesmos programas para trabalhar: editor de texto, editor de blogs, editor de imagens, publicador, etc. Ou seja, a caixinha que armazena os seus instaladores se torna apenas um peso a mais para você levar nas costas.

Outro detalhe a ser observado: o mundo está na nuvem. Com recursos como o Google Drive e o Dropbox, você pode manter os seus arquivos online para serem acessados, na pior das hipóteses, pelo seu smartphone. Em qualquer lugar que você estiver do mundo, você pode ter um acesso à internet minimamente razoável (bom, quero dizer, isso também vai depender da sua operadora de telefonia móvel, claro). Muita gente optou por pagar por essas soluções porque são tão eficientes quanto HDs externos, mas com maior praticidade e preço muito menor. Tudo bem, tem aqueles que ainda não confiam no armazenamento em nuvem por completo. Para eles, um backup “físico” ainda é necessário. Mas, convenhamos, você não vai fazer isso em DVDs que podem se perder ao longo dos anos, certo?

Em um mundo onde as conexões de internet estão cada vez mais rápidas (na teoria; no Brasil, isso ainda demora um pouco, você sabe…), mesmo que ainda falta muito para que a velocidade seja a ideal como gostaríamos que fosse, armazenar um arquivo de 200 MB na rede, ou fazer o download desse mesmo arquivo, ou até reproduzir um vídeo por streaming se tornou algo relativamente simples. Antigamente, se você queria transportar um vídeo de um lugar para outro, ou até mesmo um arquivo que era grande demais para caber em um pendrive, você tinha que gravar esse arquivo em um CD ou DVD e entregar o material para seu amigo, para que aí sim ele pudesse utilizá-lo. Hoje, você pode fazer o upload desse arquivo em poucos minutos, e fazer o download desse mesmo arquivo em segundos.

O que falta ainda é a maioria das pessoas que não estão familiarizadas com tal tecnologia. Falta para os meus pais, que mal aprenderam a usar o Facebook, e ainda não conseguem buscar uma informação no Google com eficiência, entenderem que não é uma loucura enviar alguns arquivos para uma área comum na internet, para que outros possam fazer o download (como, por exemplo, as fotos das férias deles). Para eles, ainda é muito mais simples (ainda) perder um CD ou DVD, ou em alguns casos, gravar tudo em um pendrive para fazer o transporte desses arquivos. Mas, como tempo, como acontece com tudo nessa vida, a “nuvem” começará a ser utilizada como único meio de transmissão de arquivos.

Está claro que falo aqui no caso de dados de usuários domésticos. Os grandes servidores que prestam serviços online seguirão necessitando de áreas específicas para suas cópias de segurança, mesmo que, inclusive, isso seja apenas para os mais importantes dados dos seus servidores. Uma pequena empresa, tranquilamente, poderá fazer os seus backups em um servidor externo, como o Google ou o Dropbox.

Todavia, ainda falta para os usuários as velocidades de conexões mais velozes para que a “nuvem” seja predominante. Se temos um arquivo de 2 GB de dados (como a trilogia de filmes “O Poderoso Chefão”, por exemplo), fazer um download desses arquivos deveria levar vários minutos em um cenário ideal, e não várias horas, como acontece hoje. Seja como for, para pequenos arquivos, eu já deixei de utilizar o pendrive a algum tempo para armazená-los. Se eu vivesse na Suécia ou em Kansas (EUA), onde o projeto Google Fiber faz a alegria dos moradores da cidade, já estaria fazendo uma fogueira de todos os meus dispositivos externos de uma vez por todas.

Multilaser lança no Brasil o pendrive Twist, com 128 GB de armazenamento

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A Multilaser anuncia o lançamento do pendrive Twist, de 128 GB, para os usuários que querem transportar uma grande quantidade de dados em um pequeno dispositivo, facilitando o transporte. O produto se destaca também pela velocidade de transferência, leitura e gravação de dados (48 MB/s, 12 MB/s e 4 MB/s, respectivamente). É uma opção interessante para os usuários que querem armazenar fotos, músicas, vídeos, jogos, arquivos em geral e até instaladores de softwares e sistemas operacionais em um dispositivo bem mais leve que um disco rígido portátil, e que permite a conexão prática em qualquer computador. Preço sugerido de R$ 399,00.

Via Assessoria de Imprensa

Pendrive DataTraveler Elite 3.0 da Kingston promete rapidez e economia em um produto versátil

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A Kingston apresenta um pendrive que promete um excelente custo-benefício para o consumidor. O DataTraveler Elite 3.0 está no padrão USB 3.0, e possui taxas de transferência de dados de até 70 MB/s de leitura e 30 MB/s de gravação, o que é mais que o dobro da velocidade dos pendrives USB 2.0.

O novo pendrive da Kingston possui estrutura deslizante, que protege o conector USB. Além disso, conta com um prendedor de cordão ou chaveiro, para um transporte mais prático. Abaixo, uma tabela comparativa do desempenho de diversas modalidades de transferências de arquivos entre os pendrives no padrão USB 2.0 e o DataTraveler Elite 3.0.

Compatível com entradas USB 2.0, o DT Elite 3.0 funciona nos sistemas operacionais Windows® 7, Windows Vista®, Windows XP e Linux (a partir da versão 2.6). Está disponível nas capacidades de 16GB, 32GB e 64GB, com preços sugeridos de R$99,00, R$ 249,00 e R$ 489,00, respectivamente.

Via Assessoria de Imprensa

Concurso cultural “Herói da Terra” oferece quatro pendrives exclusivos da Kingston

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São Paulo, abril de 2012 – Participe da promoção “Herói da Terra Kingston” e concorra a um exclusivo pendrive Kingston (2GB) de madeira sustentável. Até esta sexta-feira (27), a Kingston irá selecionar quatro imagens que demonstrem a riqueza e a biodiversidade do Brasil, junto com as descrições sobre quais consequências poderemos sofrer se não cuidarmos do nosso planeta. Os autores dos quatro melhores registros receberão um exclusivo pendrive de madeira sustentável criado pelo designer Rafic Farah para a marca carioca Maria Bonita Extra.

Para participar, entre no mural do Facebook da Kingston Brasil (http://www.facebook.com/KingstonBrasil) e compartilhe a sua imagem; ou envie para o e-mail info@mundokingston.com. Os materiais vencedores serão ainda publicados na homepage do site oficial da marca (http://www.kingston.com/br/).

O concurso vale somente para residentes no Brasil e maiores de 13 anos. As fotos serão selecionadas mediante a adequação ao tema e a beleza captada pelo fotógrafo.

Reponsabilidade Social

A Kingston é a primeira fabricante de memórias a lançar um programa de reciclagem de produtos eletrônicos, em parceria com a ERI® (Electronic RecyclersInternational, Inc.), a maior empresa de reciclagem de produtos eletrônicos nos EUA. Além disso, está de acordo com a Norma ISO 14001, reconhecida para Sistemas de Gerenciamento Ambiental; e as diretivas RSP (2002/95/CE) – que restringe a utilização de elementos como chumbo, cádmio e mercúrio; e REEE (2002/96/CE), para controle e redução de resíduos provenientes de equipamentos elétricos e eletrônicos.

Para mais informações sobre os programas de responsabilidade social da Kingston, acesse: http://www.kingston.com/br/company/socialresponsibility

Via Assessoria de Imprensa

Sony Micro Vault MACH, pendrives USB 3.0 de até 64 GB, em um design moderno e robusto

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Você acabou de comprar um desktop ou notebook com uma porta USB 3.0, e é o primeiro do seu círculo de amigos que conta com tal tecnologia, e não tem nenhum produto para aproveitar essa velocidade toda? Pois agora, saiba que pode contar com um pendrive feito sob medida para esse perfil de produto. O novo Sony Micro Vault MACH é muito parecido com os demais pendrives da Sony, com a diferença que é feito em estrutura de alumínio e é compatível com o USB 3.0.

O pendrive pode ser encontrado em versões que variam de 8 GB até 64 GB, com velocidades de transferência que variam de 60 MB/s, na versão 8 GB, até 120 MB/s, nas versões de 16, 32 e 64 GB. A Sony não informou quando que os produtos estarão disponíveis, nem por qual preço serão comercializados, mas estima-se que sua chegada ao mercado será no mês de fevereiro.

Via Gizmologia

Sony volta a oferecer pendrives da marca Micro Vault no Brasil

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A Sony retoma as vendas de pen drives da marca Micro Vault no Brasil. A linha dispõe de três modelos, um com capacidade de 4GB, outro com 8GB e um com 16GB. Ideais para os consumidores que armazenam documentos importantes, fotos e vídeos, e querem levar esse material a qualquer local. Os produtos vêm com software gratuito de recuperação de dados, dando mais segurança para o armazenamento de informações. Os pen drives podem ser comprados nas lojas Sony Style ou nas revendas autorizadas. Os preços sugeridos são: 4GB por R$ 29,99; 8GB por R$ 49,99; e 16GB por R$ 89,99.

via assessoria de imprensa

O Exército dos EUA proíbe os sistemas de armazenamento móveis de forma definitiva

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Como você bem sabe, o vazamento de dados preocupa e muito o Exército dos Estados Unidos, e isso resulta em um verdadeira cruzada contra os pendrives e demais dispositivos de armazenamento (CDs e DVDs). Assim, o general Richard Webber deu uma ordem onde veta de forma imediata o uso de sistemas de armazenamento móveis em todos os sistemas e servidores. A medida não iria sair de graça aos militares, que poderão ver prejudicadas muitas de suas missões. Porém, fica a dúvida de como os telefones móveis, smartphones e palmtops ficam nesse assunto, já que também são dispositivos de armazenamento móvel. Saberemos disso com o tempo.

Fonte