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NFL quer ter o esporte mais tecnológico do mundo

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NFL bola tecnologia

Hoje (8), começa mais um campeonato de futebol americano da NFL. E, com isso, mais um show de tecnologia. Fora e, principalmente, dentro de campo.

Faz tempo que a NFL virou um capo de provas para novas tecnologias, com dados mais precisos e menor espaço para erros e falhas pela percepção humana, com os dados e informações ao alcance de qualquer pessoa e em tempo real.

Há dois anos a NFL fechou um contrato de parceria com a Microsoft, que resulta na oferta de tablets Surface 2 Pro para os treinadores. No ano passado, a parceria com a Zebra Technologies colocou dois sensores nas ombreiras dos jogadores, monitorizando suas atividades.

Agora, essa tecnologia chegará na bola, pare coletar mais dados de dentro do campo de jogo.

Quantificação, em todo o seu esplendor

 

dados nfl zebra

 

A NFL quer quantificar tudo.

Mais de dois mil jogadores enviavam dados do seu desempenho para os treinadores e canais de televisão, e não só suas atividades em campo foram monitoradas, mas também o regime de treinamento, para saber se é o mais adequado para cada jogador, analisando se os mesmos terminam os jogos muito cansados, ou se precisam mudar a sua participação nos jogos.

Esta tecnologia se baseia em dois sensores RFID instalados nas ombreiras de cada jogador, que ficam ativos durante os treinos também. Cada estádio conta com 20 receptores que recebem o sinal desses sensores, e os dados são enviados para os computadores que armazenam todas as estatísticas de cada jogo.

Agora, a NFL adota essa tecnologia nas bolas através de um acordo com a Wilson, que começou a instalar os sensores embaixo das cordas da bola.

É apenas um teste piloto que acontecerá em alguns jogos da temporada. Por esses sensores, será possível saber a velocidade, aceleração, a distância e a localização no campo de cada bola, o que servirá para ter estatística mais reais, tornando o jogo mais ágil e com menor número de revisões de jogadas.

Todos esses dados servem para juízes, treinadores e redes de televisão, além de alimentar os fantasy games.

Com tudo isso, ainda segue pendente o tema de colocar sensores nos capacetes dos jogadores, algo muito importante para a NFL, mas que ainda não encontra a tecnologia ideal para reduzir os danos por contusões.

Via Recode

O Super Bowl e o Microsoft HoloLens formam uma bela dupla

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As transmissões esportivas com o HoloLens serão algo alucinante. Pelo menos é o que a Microsoft promete em um um vídeo que mostra as possibilidades do seu sistema de realidade aumentada.

A Microsoft é parceira tecnológica da NFL, e aproveita a ocasião do Super Bowl 50 (final do campeonato de futebol americano e o evento mais visto pela TV dos EUA do ano) para mostrar as impressionantes possibilidades do HoloLens.

Com ele, é possível ver o jogo em 3D a partir de múltiplos ângulos de câmera, ter o estádio inteiro na mesa de café ou de centro da sala, selecionar replays de jogadas em vários ângulos, estatísticas de jogadores atualizadas e as últimas jogadas. Ainda vai levar tempo para que essa tecnologia chegue nas casas dos usuários, mas é uma experiência completamente nova. Já vimos as possibilidades do HoloLens nos videogames, mas nas visualizações de conteúdo multimídia não ficam atrás.

O Microsoft HoloLens é um dos projetos de realidade aumentada mais atraentes do momento. A última novidade sobre o projeto é que será totalmente sem fio, e que pode se conectar “a qualquer coisa” mediante WiFi e Bluetooth. Teria uma autonomia de 5h30 de uso básico, enquanto que o uso intensivo será reduzido para 2h30.

O campo de visualização do HoloLens será equivalente a uma tela de 15 polegadas a 60 centímetros de distância. Campo limitado por enquanto para reduzir custos e aumentar a autonomia de bateria, ainda que seja preciso ter em conta que, por enquanto, é a versão de desenvolvimento do produto, antes da v2.0, que será a versão comercial.

A versão de desenvolvedores erá distribuída nesse primeiro trimestre de 2016, com preço de venda de US$ 3.000.

Pela primeira vez, mais de 2 mil jogadores da NFL serão monitorizados em tempo real

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Hoje, 10 de setembro, começa a temporada 2015 da NFL. O confronto entre New England Patriotos vs Pittsburgh Steelers será o primeiro de uma temporada histórica, e não apenas por causa do Super Bowl 50. A partir de hoje, vamos conhecer detalhes e estatísticas mais precisas de cada um dos jogadores da liga profissional de futebol americano.

Pela primeira vez na história da NFL, os mais de 2 mil jogadores distribuídos entre as 32 equipes portarão dois sensores nas ombreiras, que vão enviar informações em tempo real sobre o seu desempenho em campo. Com isso, as análises por parte das equipes, fãs e comentaristas terão uma precisão nunca antes vista.

 

A tecnologia a serviço do esporte

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Na temporada de 2014, a NFL fechou um contrato com a empresa Zebra Technologies, com a ideia que alguns jogadores carreguem sensores que enviam informações sobre o seu desempenho durante os jogos. Um programa piloto entrou em ação em 17 estádios, e apenas alguns poucos jogadores testaram o sistema. Porém, os resultados foram tão impressionantes, que a NFL decidiu renovar o contrato e implementar a tecnologia em todos os jogadores e estádios.

Cada jogador carrega dois sensores com tecnologia RFID nas ombreiras, que coletam informações como a localização em campo, velocidade, distância recorrida e aceleração. Estes sensores estão conectados de forma permanente a 20 receptores instalados em cada estádio.

Uma vez coletada a informação, ela é enviada aos servidores da NFL, onde os fãs poderão acessar os dados via aplicativo de smartphone, ou no site da liga na internet, logo após o fim de cada partida. É claro que tudo isso não é pensado apenas nos fãs: os treinadores de cada equipe terão informações mais precisas de cada jogador, para assim criar novas estratégias.

Esse é um dos passos mais importantes dentro do campo da quantificação, já que em cada jogo serão coletados dados equivalente a 68 bilhões de bytes por jogador. Um volume enorme, o que nos faz imaginar a grande quantidade de dados que serão gerenciados a cada rodada.

Via CIO

A tecnologia no interior da sede do Super Bowl XLIX

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O Super Bowl XLIX já é passado. O New England Patriots venceu o Seattle Seahawks, em uma final emocionante, que teve como palco principal o University of Phoenix Stadium, em Gleendale, Arizona (EUA). E esse estádio é uma das jóias tecnológicas do país, se posicionando entre as dez arenas esportivas mais importantes do mundo, de acordo com a Business Week. Detalhe: é o único estádio norte-americano nesse top 10.

Esse estádio foi inaugurado em 2006, e é patrocinado pela universidade online de Phoenix, que não possui equipes esportivas. Foi o segundo Super  Bowl que esse estádio recebeu (o primeiro em 2008 – Super Bowl XLII).

O estádio possui um design modular, que pode receber um público que varia entre 63.4 mil e 73 mil pessoas, mas o mais interessante são o seu teto e gramado retráteis, algo exclusivo nos EUA.

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O teto é feito de uma grande superfície de fibra de vidro, e pode ser aberto em 12 minutos. Conta com janelas que permitem uma ventilação natural, reduzindo assim o uso do ar condicionado. Quando fechado, ele armazena energia e calor dentro do estádio, amenizando as noites frias do Arizona.

O gramado retrátil possui grama natural, com um sistema de irrigação e drenagem integrada com água reciclável, oferecendo uma economia de quase 80% em relação aos processos de irrigação dos demais estádios. O sistema retrátil permite a remoção do gramado do estádio, em um processo que leva 1 hora e 40 minutos, permitindo que outros eventos sejam realizados no local sem causar danos ao gramado.

O estádio também conta com várias soluções tecnológicas que o transformam no mais verde dos Estados Unidos. Por exemplo, a iluminação foi substituída por 312 lâmpadas variantes dos LEDs, mas com maior potência, oferecendo assim uma maior iluminação com baixo consumo. Antes, o estádio consumia 1.24 milhão de watts de energia (em média) e manutenção preventiva das lâmpadas a cada 18 meses. Agora, o custo de energia é de apenas 310 mil watts, com manutenção a cada 10 anos.

O University of Phoneix Stadium conta também com a sua própria fábrica de reciclagem, com capacidade para 120 toneladas por ano, armazenando e reutilizando garrafas, copos plásticos e placas de papel, sem a necessidade de transportar o material para outro local. O mesmo acontece com a água, que é reciclada para os banheiros e outras áreas úteis.

Por último, mas não menos importante, o estádio possui uma grande rede WiFi de banda larga gratuita para todos os espectadores, que utilizando um aplicativo no smartphone, pode aproveitar dos replays instantâneos das jogadas, uma vez que o app está conectado às telas do estádio.

Quem dera ter tudo isso no Brasil algum dia… #SonhoMeu.

Via University of Phoenix Stadium

Simulador da EA Sports já definiu o vencedor do Super Bowl XLIX

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O Super Bowl XLIX, final do campeonato de futebol americano da NFL, acontece no próximo domingo (01/02). E como já é uma tradição, a EA Sports apresentou a sua previsão para o vencedor do jogo, baseado nos jogadores disponíveis para a final, nos itens de habilidades desenvolvidos por cada jogador ao longo da temporada, e o desempenho das duas equipes nesse período.

A final será disputada entre New England Patriots (campeão da AFC) e Seattle Seahawks (campeão da NFC), no estádio da Universidade de Phoenix, em Gleendale, Arizona (EUA). O que podemos dizer é que estamos na torcida desde já para que o simulador ao menos acerte na promessa de jogo disputado, com um placar apertado.

Para a simulação, a EA usou a última versão do seu jogo, o Madden 15. E o resultado do jogo simulado foi: New England Patriots 28-24 Seatte Seahawks, em uma partida decidida nos segundos finais.

Vale lembrar que, nas últimas 11 simulações, o game Madden acertou 8 vezes o nome do campeão do Super Bowl. Porém, no ano passado, eles erraram essa previsão, dando o título para o Denver Broncos (que foram espancados pelo Seattle Seahawks, por 43-8).

Confira o vídeo da simulação a seguir.

 

Via ESPN

EA aproveita falhas em seus jogos para fazer um novo vídeo promocional

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Nada como rir de si mesmo. O jogo Madden NFL 15 apresentou algumas falhas bem divertidas, como um dos jogadores em campo aparecendo com alguns centímetros de altura (mais precisamente o linebacker do Cleveland Browns Christian Kirksey). Pois bem, a EA decidiu tirar vantagem disso, e chamou o próprio Kirksey para protagonizar um anúncio do jogo, com uma suposta biografia do pequeno jogador. Quem sabe nos futuros jogos eles deixam essas falhas como uma opção permanente do jogo? Enfim, vídeo a seguir.

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NFL se prepara para a sua temporada mais tecnológica de sua história

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A pré-temporada da NFL começou, e com ela, a temporada da liga profissional de futebol americano mais tecnológica de sua história. Muitas novidades interessantes serão implantadas na temporada 2014-2015 da liga, que vai adicionar ao fã do esporte mais e mais informações do que está acontecendo em campo.

Duas mudanças merecem destaque. A primeira vem de um acordo com a Zebra Technologies, que vai adicionar novos sistemas RFID para quantificar os dados de cada jogador. A segunda novidade é que a Microsoft vai oferecer tablets Surface 2 Pro, que atuarão como “pranchetas virtuais” para todos os treinadores da liga.

Conhecer os dados do que está acontecendo em campo pode ser a chave para descobrir como extrair o melhor dos jogadores, otimizando as estratégias. Nós podemos fazer piadas com a detecção da movimentação do Fred, mas tal informação é muito preciosa para o treinador (bom… deveria, no caso do Felipão, mas a gente sabe bem o que aconteceu…).

A Zebra Technologies vai instalar sua tecnologia em 17 estádios da NFL, coletando novos dados e estatísticas que serão compartilhados em tempo real, com treinadores e torcedores no estádio e em casa, com a ajuda de aplicativos para smartphones e tablets. O objetivo aqui é aprofundar essa informação para os interessados.

A NFL é a liga esportiva que mais aposta na tecnologia pelo bem do esporte. Outra prova disso é que essa será a primeira temporada onde as pranchetas e playbooks impressos serão banidos da beira do campo, substituídos por tablets da Microsoft. A iniciativa é fruto de um acordo que vale US$ 400 milhões, e as unidades do Surface 2 Pro serão modificadas para o bom uso dos técnicos. Por exemplo as câmeras do dispositivo não poderão ser utilizadas da forma convencional, mas podem coletar imagens do campo de forma mais rápida.

Uma rede privada do estádio vai se encarregar de enviar essas imagens com maior rapidez, e em cores (antes eram em preto e branco). Os treinadores poderão realizar anotações sobre as imagens, ilustrando melhor as jogadas.

É… alguns velhinhos na FIFA poderiam aprender um pouco com a moderna NFL…

Via Digital Trends, Bloomberg Business Week

Ex-funcionários do Facebook preparam um Wi-Fi para 68.500 pessoas em um estádio de futebol americano

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Os administradores de sistemas sabem o quanto é complicado instalar de forma adequada uma rede sem fio para milhares de pessoas, e só por isso já me parece interessante o projeto que um time de futebol americano da NFL, o San Francisco 49ers, desenvolve. Eles pretendem oferecer internet via Wi-Fi nos eu novo estádio em Santa Clara, Califórnia, com capacidade para atender todas as 68.500 pessoas que o estádio pode comportar.

A instalação da rede Wi-Fi foi considerada prioridade nesse projeto estimado em US$ 1.2 bilhão, e vão além de simplesmente permitir que todo mundo comente no Twitter quando Colin Kaepernick fizer mais uma corrida para marcar um ponto. Os 49ers pretendem oferecer simplesmente a internet mais rápida dos Estados Unidos.

Para alcançar essa empreitada, dois ex-funcionários dos sistemas do Facebook são os responsáveis pela instalação dessa rede, que vai incluir uma conexão com velocidade de aproximadamente 1 terabit por segundo, que eles acreditam que será suficiente para que cada torcedor possa se conectar à internet sem nenhum tipo de restrição em termos de largura de banda. A conexão estará disponível para dispositivos na frequência de 5 GHz, em redes 802.11ac, com suporte também para as redes n/b/g.

Se tudo isso não é suficiente para você, saiba que o sinal das operadoras de telefonia móvel também será mais forte na região do estádio, para que os usuários tenham a opção de escolher entre uma ou outra rede.

É bom saber que, pelo menos lá nos Estados Unidos, começam a levar a sério a questão de uma instalação de uma rede Wi-Fi em masse, e desejo que eles sejam bem sucedidos com o projeto. Afinal de contas, aqui no Brasil, se a internet simplesmente engatinha com tantos dispositivos no mercado, é lamentável constatar que foram raras as vezes onde uma rede sem fio pode conectar de forma decente uma grande quantidade de dispositivos de forma simultânea. Eventos de tecnologia, então… é melhor nem pensar nisso direito…

 

Via ArsTechnica

 

Escolha o astro da capa de Madden 25 em uma votação online

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O mais emblemático jogo de videogame focado no futebol americano da história vai completar 25 anos de vida em 2013. John Madden até hoje dá o tom (e as jogadas) para a bem sucedida série de jogos Madden NFL, e para comemorar a data, a EA, em parceria com a ESPN dos Estados Unidos, dá o poder para os fãs do game escolherem qual será o jogador que vai figurar na capa do próximo jogo da franquia, o Madden 25.

A dinâmica de votação é bem simples, e vai seguir o sistema de eliminação direta (ou playoffs). A novidade aqui é que, diferente dos últimos anos, onde um novato de destaque ou um veterano com uma excelente temporada no ano anterior eram escolhidos para a capa do jogo, dessa vez, a EA e a ESPN dividiu a lista de jogadores em dois grandes grupos: o Old School e o New School. O negócio é tão bem feito, que a ESPN disponibiliza um ranking dos jogadores, baseado em critérios como títulos, relevância para o esporte, estatísticas e performance geral. A prova disso é que Jerry Rice, considerado o melhor jogador de futebol americano de todos os tempos, recebe o #1 desse ranking.

Do lado Old School, temos jogadores veteranos em atividade, astros que já se aposentaram e grandes lendas da NFL. Exemplos: Joe Montana, Jerome Betis, Dan Marino, Reggie Wayne, Tedy Bruschi, LaDanian Tomilson, Ray Lewis, Jerry Rice, Kurt Warner, Chad Johnson, Troy Aikman, entre outros. Uma lista com simplesmente alguns dos melhores jogadores da história do futebol americano.

Já no lado New School, temos alguns novatos que foram de evidente destaque na última temporada da NFL, além de jogadores que se destacaram na liga nos últimos cinco anos. Exemplos: Colin Kaepernick, Arian Foster, Victor Cruz, Russel Wilson, Clay Matthews, Andrew Luck, Robert Griffin III, Matthew Stafford, Rob Gronkowski, Adrian Peterson, entre outros. É uma forma eficiente de mostrar o como o esporte se renova, e como essa nova geração contribui para o desenvolvimento do esporte.

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No final dos confrontos, fatalmente teremos um veterano enfrentando um novato na preferência da audiência. O mais estranho de tudo isso é que os atuais quarterbacks considerados “top” na NFL ficaram de fora da votação, como Peyton Manning, Tom Brady, Eli Manning, Aaron Rodgers e Drew Brees. Independente dos critérios adotados, são presenças sentidas.

O calendário de votação da capa do Madden 25 na internet é o seguinte:

  • Round 1: de 11 a 20 de março
  • Round 2: de 20 a 27 de março
  • Round 3: de 27 de março a 3 de abril
  • Quartas de Final: de 3 a 10 de abril
  • Semifinais: de 10 a 17 de abril
  • Final: de 17 a 24 de abril

Madden 25 tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2013. Ah, antes que eu me esqueça: a votação é aberta para todo o planeta. Você pode ajudar a escolher a capa do Madden 25, clicando aqui.

 

Google Maps entra em um estádio da NFL pela primeira vez

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A temporada da NFL acabou, com o Baltimore Ravens como o grande campeão do Super Bowl desse ano (tal como a simulação do Madden NFL feita pela Electronic Arts previu). Porém, o Google está dando aos seus usuários um pouco mais de ação esportiva, oferecendo pela primeira vez uma visão interna de um estádio da NFL através do Google Street View.

O estádio escolhido foi o Lucas Oil Stadium, em Indianapolis, Indiana. Esta é a casa do campeão do Super Bowl de 2006, o Indianapolis Colts. O Google chama essa experiência de “VIP”, permitindo que o internauta tenha uma visão de 360 graus do estádio, por diversos ângulos. O tour do Google leva o usuário para dentro do campo, para as arquibancadas e até mesmo os vestiários do Lucas Oil Stadium. Os fãs da NFL de todo o mundo poderão experimentar como é um estádio da liga, incluindo os locais VIP, que provavelmente a grande maioria de nós jamais vai chegar a ver um dia.

O Google diz que esse é só o começo, e que eles planejam adicionar mais estádios no projeto. Enquanto isso, ficamos apenas com esse preview do que pode ser um estádio de futebol americano por dentro. O Lucas Oil Stadium é um dos estádios mais novos da NFL. Foi construído em 2008, e foi a casa do Super Bowl no ano passado (2012, Super Bowl XLVI). Tem uma capacidade total de 62 mil espectadores sentados, mas pode receber um público maior em outros eventos, como no Final Four do basquete universitário, que foi assistida por mais de 70 mil pessoas.

Via Slash Gear

TargetHD Podcast | 169 | Especial: Sobre o Super Bowl XLVII

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Nesta edição:

– como nessa semana estamos envolvidos com as atividades da Campus Party Brasil 2013, deixamos um programa pré-gravado para vocês, fazendo uma revisão de tudo o que aconteceu durante a temporada 2012 da NFL, que chega ao seu final nesse domingo (03) com o Super Bowl XLVII, entre Baltimore Ravens e San Francisco 49ers. Saiba como foi a temporada regular, os destaques da temporada, os playoffs, a disputa pelo MVP e até o fim (em partes) da “maldição do Madden”.

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Simulação do Madden NFL 13 prevê Baltimore Ravens como campeão do Super Bowl XLVII

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Estamos na semana do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano da NFL, e mais uma vez, o pessoal da Electronic Arts fez a sua já tradicional simulação da final, com o objetivo de prever o vencedor do confronto. A final só acontece no próximo domingo, 03 de fevereiro, mas o jogo Madden NFL 13 já aponta um vencedor: o Baltimore Ravens.

O Super Bowl terá como finalistas as equipes do Baltimore Ravens e do San Francisco 49ers. Na simulação feita pela EA, os Ravens derrotam os 49ers por 27 a 24. E para aqueles que já estão pensando que essa simulação não serve para muita coisa, vale a pena registrar que esse é o décimo ano que a produtora do jogo mais popular de futebol americano dos consoles de videogames realiza essa simulação, e que nas últimas nove oportunidades, o simulador acertou o vencedor sete vezes.

Das duas vezes que o computador errou o resultado, uma podemos considerar como uma das maiores zebras da história dos esportes norte-americanos. Em 2008, no confronto entre o desacreditado New York Giants e o super favorito (e invicto) New England Patriots, o simulador apontou o resultado óbvio de vitória para New England, mas como todos sabem, em uma final histórica, os Giants venceram a partida nos últimos minutos.

O segundo erro aconteceu em 2011, quando o computador apontou como vencedor do Super Bowl o Pittsburgh Steelers, que no confronto da vida real, foram derrotados pelo Green Bay Packers. Segundo a simulação desse ano, o Super Bowl XLVII pode ser decidido nos minutos finais, com uma falha dos 49ers. Na simulação, foi uma interceptação que deu a vitória aos Ravens.

A simulação desse ano foi feita em um Xbox 360, devidamente atualizado, e no modo de jogo completo, ou seja, quatro tempos de 15 minutos. Os dois times foram controlados pelo computador, e os sistemas de inteligência artificial e faltas não sofreram nenhum tipo de modificação. As contusões foram ligadas, para que a simulação fosse a mais realística possível.

Madden NFL 13 vendeu 1.65 milhão de unidades ao redor do planeta na sua primeira semana

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O recém lançado (lá fora) Madden NFL 13, mais um jogo da franquia mais popular dos jogos de futebol americano do mercado, já registra marcas históricas de vendas. De acordo com a EA, o novo jogo estabeleceu um novo recorde de vendas dentro da janela da primeira semana de lançamento, que compreendeu entre 28 de agosto e 3 de setembro, alcançando a marca de 1.65 milhão de unidades vendidas, ou um crescimento de 8% em relação à versão anterior do jogo.

Esse é o lançamento que mais rápido se vendeu dentro da sua geração de console (os consoles em HD), algo que que a própria EA afirmou que o título poderia fazer. O número de jogadores online também aumentou se comparado com a ocasião do lançamento de Madden 12: 31% a mais de jogadores estão jogando o game na internet.

A EA já tem salvo mais de 24 milhões de jogos online, o que equivale a mais de 47 mil temporadas regulares da NFL, ou sete dias de jogo ininterrupto. Segundo dados da Labor Day, uma média de 3 mil jogos dentro do Madden 13 são iniciados por minuto, e a EA afirma que durante a primeira semana de vendas do jogo, mais de 1.4 milhão de fãs se conectaram na internet para acessar o site do game.

Além disso, o modo de jogo Madden Ultimate Team teve mais de 702 mil visitantes únicos em uma semana, com mais de 2.6 milhões de pacotes abertos por jogadores, que competiram em mais de 2.2 milhões de desafios. A EA também observa que a página do Madden NFL no Facebook recebeu mais de 1.3 milhão de visitantes únicos, e que a franquia Madden recebeu aproximadamente 450 mil menções no Twitter nesse período.

Via SlashGear

[TV] FanView: replays e estatísticas em detalhes para os fãs da NFL

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A temporada 2010/2011 da NFL começou, e não é segredo para ninguém que o futebol americano é um dos esportes que melhor recebe a tecnologia para benefício do jogo, tanto para quem está em campo levando pancadas por causa de uma bola oval, quanto para quem está do lado de fora, se enchendo de cerveja e frango frito. Um belo exemplo disso é o FanVision, que é um dispositivo que foi anunciado por Stephen Ross, dono do Miami Dolphins.

Ross também é fundador da empresa Kangaroo TV, e o FanVision é um monitor portátil que será oferecido aos torcedores de 12 times da NFL que já adquiriram o equipamento, que tem como objetivo oferecer replays instantâneos de diversos ângulos, jogos que acontecem em outros estádios, estatísticas em tempo real, atualizações dos seus “fantasy games”, vídeos on demand e até uma câmera especial que filma apenas as cheerleaders (se você ficar de saco cheio do jogo, pode ver as cheerleaders durante as 3 horas de partida). E estas são apenas algumas possibilidades do produto.

Fato é que a Kangaroo já oferecia um monitor parecido para as câmeras da F1, mas podemos dizer que esta é a primeira vez que vemos o seu invento em estádios. Será que vai funcionar? Podemos dizer que sim. Mas que os árbitros se preparem desde já para sair com escolta policial do campo. Preço: US$ 199 (depois, vai para US$ 259, mas sem nenhum custo de ativação durante o primeiro ano). Os times que aderiram à novidade: Arizona Cardinals, Buffalo Bills, Chicago Bears, Cleveland Browns, Miami Dolphins, Minnesota Vikings, New York Jets, Philadelphia Eagles, Seattle Seahawks, St. Louis Rams e Washington Redskins.


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