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Fast: como é o teste de velocidade de internet da Netflix

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A alguns dias, foi descoberto que a Netflix tinha registrado um domínio e uma nova marca, conhecida como ‘Fast’. De acordo com os documentos do escritório de patentes dos Estados Unidos, a marca estaria focada em ‘prover um site web com software não descarregável para os testes e análise da velocidade da conexão à internet de um usuário’.

Pois bem, o Fast.com é uma nova ferramenta web criada pela Netflix, e serve para conhecer a velocidade de conexão do nosso provedor de serviços de internet, oferecendo um método simples e sem ruído para o usuário que só quer medir a qualidade de sua conexão. Algo essencial para poder usufruir do serviço de streaming sem cortes.

Não confunda o Fast.com com o índice de velocidade ISP da Netflix, que mede a velocidade média mensal e real dos provedores durante as horas de maior audiência da plataforma. O Fast é pensado no usuário comum, que só quer saber qual é a velocidade de sua conexão naquele momento.

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Para realizar a medição, o Fast.com faz vários downloads a partir dos servidores da Netflix para comprovar a velocidade de download que temos naquele momento, algo muito similar ao funcionamento de vários medidores de velocidade disponíveis em sites e aplicativos móveis.

A grande diferença do Fast.com para outros serviços é que a ferramenta da Neflix só mostra a velocidade de download, nada de Ping, velocidade de upload, latência ou outro dado. O objetivo aqui é ter uma ferramenta simples para todos os usuários, e não um programa de diagnóstico complexo. Para os mais avançados, há um link para o SpeedTest.net, onde é possível obter números detalhados.

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O Fast.com é simples, rápido e sem publicidade, com uma interface limpa, que funciona em desktops e smartphones, em qualquer parte do planeta. Pode oferecer em segundos a qualidade da conexão disponível e, se necessário, contactar o provedor de internet para detectar os motivos pelos quais não recebemos a velocidade contratada.

 

Para conhecer melhor o serviço, acesse: Fast.com.

Netflix já estaria oferecendo conteúdos em HDR

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Já era sabido que os planos da Netflix (e de outros serviços de conteúdo via streaming de vídeos) passavam por melhorar os conteúdos oferecidos para diferentes mercados, além de oferecer uma nova tecnologia que permitia uma nova experiência de visualização dos filmes e séries disponíveis na plataforma. Pois bem, parece que essa tecnologia desembarcou no serviço.

Tal e como alertam alguns usuários, parece que a Netflix ativou sem fazer muito barulho o suporte para vídeos de alto alcance dinâmico (ou HDR), e ainda que não haja um comunicado oficial até o momento em que esse post é produzido, a empresa confirmou para algumas fontes sobre a disponibilidade do recursos para as TVs compatíveis tanto com o formato HDR10 como com Dolby Vision.

Por outro lado, se você já está se perguntando se essa função de HDR vai chegar ao Brasil, outro responsável pela Netflix confirmou ao site Inside CI que a função estará disponível em todos os países onde o serviço está disponível. Por enquanto, a série Marco Polo é a única produção a oferecer o HDR, mas de acordo com o serviço de streaming, Marvel’s Daredevil será a próxima a se beneficiar das vantagens do novo formato.

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Via FlatpanelsHD, Inside CI

Descubra quem está utilizando sua conta do Netflix sem sua autorização

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A Netflix estreou nesse final de semana a produção original Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny, série que é a sequência do filme O Tigre e o Dragão. Logo, é normal que muita gente não queira perder tempo em ver a produção. Inclusive pegando a conta do amigo, que por sua vez, vai compartilhar com a galera, o que pode bloquear a sua conta para você mesmo, pelos acessos simultâneos.

Parece haver uma tendência maliciosa de roubar contas da Netflix e utilizá-las sem o consentimento do assinante. No final das contas, alguém está pagando por essa assinatura. Mas existe uma forma simples de verificar se você é vítima dessa trapaça. Basta entrar no seu painel de controle de sua conta na Netflix através de um navegador web, e acessar o item “Atividades de Visualização“, dentro da configuração “Sua Conta”. Clique então em “Ver os últimos acessos à conta”.

Nesse item, é possível ver a data, a hora, os dispositivos, a localização e o IP. Se você encontrou algo anormal, basta entrar no gerenciador de dispositivos, feche todas as seções ativas e mude a sua senha imediatamente.

Afinal de contas, quem quer ver Netflix que pague pela assinatura. Ou que ao menos peça para você se pode utilizar a sua conta.

TargetHD Podcast | 220 | 20-01-2016 | Trump Louco, Netflix Bombando e Samsung Processada

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Nesta edição:

Donald Trump quer que a Apple fabrique tudo nos Estados Unidos
Processaram a Samsung por ausência de atualizações do Android
LG e Esporte Interativo fecham parceria, com conteúdos 4K
Netflix: 75 milhões de usuários no planeta, e um crescimento imparável
Motorola Moto G Turbo Edition começa a receber o Android 6.0 Marshmallow

 

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Netflix: 75 milhões de usuários no planeta, e um crescimento imparável

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A Netflix começou 2016 dando claras demonstrações de força. Os resultados financeiros correspondentes ao quarto trimestre de 2015 apresentam números impressionantes, que somados ao recente anúncio de expansão internacional, resultam em excelentes prognósticos para os próximos 12 meses.

O preço das ações da Netflix aumentou 130% em um ano, com ingressos totais de US$ 1.823 bilhão, com US$ 43 milhões em lucros e 74.762 milhões de assinantes totais no final do período. Porém, a empresa confirma que nos primeiros dias de janeiro eles já superaram os 75 milhões de usuários. Isso fez com que as suas ações aumentassem mais 10% até o momento.

A Netflix parece te encontrado a estratégia perfeita: o conteúdo. O principal diferencial deles para os seus concorrentes é o conteúdo original, que não está atrelado às restrições por região. O investimento em conteúdo original sofreu um importante aumento, passando de menos de US$ 6 milhões em 2012 para mais de US$ 10 milhões em 2015. Para 2016, a Netflix planeja uma agressiva estratégia ao ampliar o seu acervo de produções originais, com 60 novas séries (30 delas apenas para as crianças).

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Durante o último trimestre de 2015, a Netflix teve 5.59 milhões de novos assinantes, dos quais 1.56 milhão chegam dos Estados Unidos, e pouco mais de 4 milhões são assinantes de outros países. Algo que preocupava os investidores nos trimestres anteriores era a desaceleração de assinantes nos Estados Unidos, algo absolutamente normal por conta da saturação do mercado.

Porém, a Netflix soube lidar com este problema, já que a sua prioridade agora é crescer fora dos Estados Unidos. A previsão para o primeiro trimestre de 2016 indica um crescimento de 6.1 milhões de novos usuários. Um número arriscado, mas que o mercado vê com outros olhos.

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A missão da Netflix agora é entrar na China. Reed Hastings, CEO da empresa,  esclarece que, para o final de 2016, eles pensam em entrar no país asiático, mas isso não é algo simples, e por isso ele não pode garantir nada. Além disso, eles estarão trabalhando com as produtoras para negociar licenças globais, mais uma tarefa nada simples, mas que já é um dos propósitos mais firmes da empresa.

Via Netflix

Netflix vai bloquear o uso de proxies, evitando assim que usuários burlem o geobloqueio

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Depois de vários rumores sobre o assunto, a Netflix acaba de confirmar em seu blog oficial que seu objetivo agora é melhorar o seu sistema atual de detecção de proxies.

David Fullagar, vice-presidente da Netflix, explica: “alguns usuários usam proxies ou ‘unblockers’ para acessar títulos disponíveis fora do seu território. Para solucionar isso, adotamos as mesmas medidas ou similares a que outras empresas empregam. Essa tecnologia continua a evoluir, e nós estamos evoluindo com ela. Isso significa que, nas próximas semanas, quem utiliza proxies só poderá acessar o serviço do país em que se encontra naquele momento”.

Até agora, a Netflix nunca se mostrou muito interessada em bloquear tais práticas. Desde o começo deixou claro que era uma prática não permitida, mas não faziam muito para evitar isso. Porém, como recentemente o serviço se tornou (praticamente*) global, e após uma pequena mudança nos termos de uso no começo de 2015, a Netflix começa a levar a sério esse assunto.

*A Netflix está em quase todos os países do planeta, exceto naqueles que são proibidos pelas leis norte-americanas e na China. E a Netflix está interessado em chegar nesses mercados que faltam. Porém, os donos dos direitos das obras que abastecem o serviço insistiram na implementação de novas proteções contra esse tipo de acesso.

A Netflix segue insistindo que quer licenças globais, e não ter que negociar país por país. Seu objetivo a longo prazo é esse, e eles acreditam que eles vão alcançá-lo. Mas por enquanto não resta outra alternativa a não ser cumprir as restrições dos proprietários dos conteúdos.

Fato é que não sabemos quando as novas medidas serão implantadas. Não foram oferecidos mais detalhes sobre como o bloqueio vai funcionar, se eles vão bloquear os acessos via IPs que utilizam proxies e outros serviços habituais para saltar os bloqueios geográficos, ou se eles pensam em outras medidas mais avançadas e mais complexas.

Via Netflix

Netflix estreia aplicativo para Windows 10

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Aos poucos a Microsoft está enchendo a sua loja de aplicativos para o Windows 10, e a última adição é o serviço de vídeo por streaming da Netflix.

Os desenvolvedores melhoraram a versão anterior, incluindo melhorias que oferecem o novo sistema operacional, criando assim a chamada “aplicação universal”, para funcionar em PCs, tablets e smartphones, ainda que os dois últimos ainda não estejam finalizados por enquanto. A equipe de desenvolvimento está trabalhando para terminar a versão para Windows 10 Phone, de modo que os usuários terão que se conformar em reproduzir o catálogo da Netflix a partir de um PC.

A própria Netflix informa que o aplicativo usa a mesma biblioteca do Javascript do Facebook React, e o mesmo sistema de reprodução via HTML5 adotada pela maioria dos navegadores modernos. No Windows, o aplicativo da Netflix oferece efeitos Live Tiles, que mostram os títulos dos conteúdos que o usuário está visualizando no momento, além de oferecer controle por voz via Cortana. Basta dizer “Netflix” seguido do título do conteúdo que você quer ver, e o aplicativo fará uma busca, exibindo os resultados.

Para instalar o aplicativo da Netflix no Windows 10, clique aqui.

Netflix e Amazon acumulam 12 indicações ao Globo de Ouro

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O mundo do consumo audiovisual continua evoluindo, e uma clara prova disso está nas premiações de cinema e televisão. Os indicados ao Globo de Ouro 2016 foram anunciados, e serviços de streaming como Netflix e Amazon concentram nada menos que 12 indicações com suas séries.

A Amazon tem três indicações com Transparent, uma dramédia que estreou no ano passado, contando a vida de um pai de família, Mort (Jeffrey Tambor), que decide que vai assumir o seu lado feminino, mesmo com uma idade avançada.

Já a Netflix recebeu indicações com as já consagradas House of Cards e Orange Is the New Black, com duas menções cada. Além disso, a estreante Narcos foi indicada como Melhor Série Dramática e Melhor Ator em Drama, para o brasileiro Wagner Moura, que interpreta Pablo Escobar na série. Vale lembrar que House of Cards está indicada nas mesmas categorias (com Kevin Spacey como Melhor Ator em Drama).

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Por fim, Aziz Ansari também foi indicado como Melhor Ator de Comédia por Master of None, Lily Tomlin está na categoria Melhor Atriz de Comédia, por Grace and Frankie, e Ben Mendelsohn foi indicado como Melhor Ator Coadjuvante, por Bloodline.

No dia 10 de janeiro de 2016, serão revelados os vencedores do Globo de Ouro. Vale lembrar que, dessa vez, a Netflix recebeu mais indicações que a HBO, e isso não é pouca coisa. Aliás, é exatamente o contrário: não é à troco de nada que a mesma HBO se aventura em oferecer o seu conteúdo pela internet para uma assinatura individual, sem precisar passar pelos pacotes de TV por assinatura tradicionais.

É o sinal dos novos tempos. É a evolução do consumo de conteúdo. Simples assim.

Via VarietyGolden Globe Awards

 

YouTube: o próximo grande competidor da Netflix?

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Em outubro, a Google anunciou a criação do YouTube Red (por enquanto, apenas nos EUA), serviço de assinatura onde os usuários podem ver vídeos sem anúncios, além de acessar conteúdos exclusivos desenvolvidos especificamente para a plataforma, como séries, programas produzidos por YouTubers populares de todo o planeta, e outros formatos de mídia.

Mas… e se o YouTube Red decidisse competir com a Netflix, a Amazon, o Hulu e outros serviços de streaming, produzindo conteúdos próprios? Pois bem, é isso o que eles estão fazendo: o YouTube está negociando com redes de TV e produtoras para integrar alguns dos seus títulos ao seu catálogo.

A ideia é que, em 2016, o YouTube possa ter “uma robusta coleção de conteúdo original e licenciado”, sempre com exclusividade. O serviço de vídeo da Google está se concentrando em “conteúdos novos”, e não em filmes e séries já exibidas, como acontece hoje com os seus concorrentes.

Vale lembrar que nos últimos meses, o YouTube contratou executivos da MTV e da Netflix. Logo, os rumores se alinham de alguma forma. Aliás, é um passo bem lógico para a plataforma. A Netflix reina no mundo todo, e nos EUA, Amazon e Hulu fazem muito barulho. Mas nenhum desses serviços estão se expandindo com a mesma rapidez ou estabilidade esperada.

Se o YouTube quer se lançar nessa competição, precisa ter algo além do que as séries protagonizadas pelos YouTubers a oferecer. São populares? Sim. Mas… quantos usuários estão dispostos a pagar para ver o conteúdos deles? Outro atrativo é o Goolge Music entrar de presente na assinatura do YouTube Red, mas isso não é o suficiente para atrair o grande público e, por tabela, uma grande quantia de dinheiro.

O YouTube possui a infraestrutura de uma gigante como a Google por trás, e possui uma vantagem a mais: já possui contatos e até acordos com os estúdios e produtoras, com os conteúdos disponíveis via Google Play. Até agora, é possível comprar ou alugar os títulos disponíveis, mas será preciso renegociar com eles para integrar esse conteúdo dentro de um catálogo on-demand.

Será que o YouTube consegue tirar a Netflix do trono do mercado de vídeo on-demand por assinatura? É uma missão complicada, mas se alguém pode fazer isso, esse alguém é o serviço que tem a chancela da Google.

Via Wall Street Journal

Segunda edição do Fórum webOS debateu o consumo de conteúdo nas Smart TVs

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A LG realizou ontem (21) em São Paulo a segunda edição do Fórum webOS, um debate que reuniu alguns representantes do setor de imagem que visa apresentar ideias e avanços para que as tecnologias inteligentes estejam mais e mais presentes nas TVs dos brasileiros.

A LG aproveitou a oportunidade para apresentar as novidades do webOS 2.0, sistema utilizado em suas Smart TVs. Os compradores de uma Smart TV com webOS de 2014 receberão a nova versão de forma gradativa, e gratuita, com atualização do software pela internet.

O debate foi mediado pela jornalista e apresentadora Lorena Calabria, e participaram da discussão Renato Almeida, Gerente de Produto do segmento de TVs da LG Electronics do Brasil, Vinicius Losaco, vice-presidente de Marketing para a América Latina da Netflix, Leo Xavier, CEO e fundador da Pontomobi, e Cassiano Froes, Gerente de Tecnologia da Globosat.

Entre os temas abordados, muito foi dito sobre o novo papel da TV no consumo de entretenimento com a ajuda das TVs inteligentes, a produção de conteúdos em 4K e o aumento do consumo on demand. Não só apresentar as soluções adotadas por cada um desses grupos de mídia, mas principalmente em como a TV se reinventou ao longo desse processo, no lugar de ser substituída por outras ferramentas.

Durante o debate, alguns pontos muito interessantes foram discutidos. Um deles foi sobre a qualidade da internet brasileira, onde apesar da proposta do 4K ser uma das mais ofertadas pelos produtores de conteúdo (ou, nesse caso, pela Netflix), o Brasil ainda tem uma média de conexão muito abaixo daquela proposta como mínima para a reprodução dos conteúdos nesse formato (média do Brasil é de 3 Mbps, e velocidade mínima exigida pela Netflix para o 4K é de 25 Mbps).

Outro ponto abordado foi sobre a distribuição desses conteúdos nas plataformas inteligentes. A Globosat já se posiciona, afirmando que os seus conteúdos só estarão disponíveis nos formatos on demand para os assinantes da TV tradicional, sem uma oferta individual para quem só quer assistir aos seus canais.

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Para falar sobre a liderança em oferecer conteúdo 4K aos seus consumidores ao redor do mundo, o Vice-Presidente de Marketing da Netflix para América Latina, Vinicius Lossaco, mostrou a crescente demanda no consumo de séries e filmes em plataformas como a Smart TV e o pioneirismo em disponibilizar conteúdos em 4K.

A Globosat trouxe Cassiano Froes, Gerente de Tecnologia da empresa, que destacou os desafios do setor de TV por assinatura e como a indústria está se preparando para esse crescente aumento de conteúdo on demand e em alta resolução. Froes ressaltou os novos investimentos do setor e do novo aplicativo da empresa na plataforma smart webOS da LG.

A Pontomobi completou a mesa redonda com Leo Xavier, CEO e fundador da empresa, que destacou as novas oportunidades de negócios e os serviços que podem ser disponíveis. Leo também mostrou o quanto é fácil desenvolver aplicativos para Smart TVs e colocou essa plataforma como uma mídia a ser explorada por desenvolvedores.

Renato Almeida, gerente de produto-TV da LG Electronics do Brasil, foi a ponte dessas grandes empresas, destacando a importância do fabricante como educador neste cenário e a disseminação de uma plataforma como a webOS da LG, que está ainda mais rápida e fácil na versão 2.0, permitindo de maneira intuitiva a alternância entre a programação convencional de TV, aplicativos e navegação na internet.

Para finalizar, o gerente apresentou ao mercado o concurso “webOS Contest” que a LG está promovendo para desenvolvedores e programadores de aplicações. O objetivo é fomentar a criação de novos aplicativos e conteúdos para smart TVs, além de demonstrar a facilidade de trabalhar com essa plataforma.  As inscrições vão até o dia 13 de setembro.

Os interessados podem candidatar seus projetos para as Smart TVs webOS da LG no site www.concursowebosapp.com.br.  Um júri especializado vai escolher as 15 melhores ideias para serem desenvolvidas até o dia 30 de novembro com o suporte do time de R&D (Research & Development) da LG. Dos projetos desenvolvidos serão escolhidos três vencedores.

Os ganhadores do concurso serão anunciados em 15 de dezembro e terão seus aplicativos publicados nas Smart TVs da LG com webOS em 2016, além de ganhar mais de R$ 60 mil em prêmios. O primeiro colocado leva R$ 30 mil e uma TV com tecnologia orgânica OLED, o segundo R$10 mil e uma TV Super UHD 4K e o terceiro lugar, R$ 5 mil e uma TV LED Full HD.

Eduardo Moreira viajou para São Paulo a convite da LG do Brasil

GVT oferece a melhor experiência ao cliente que assiste Netflix no Brasil

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A GVT é líder na última medição realizada pela Netflix pelo desempenho da banda larga, com a maior velocidade de streaming de vídeo do mercado latino americano. A avaliação, que mede o índice de velocidade das operadoras na América Latina referente ao mês de junho, foi divulgada esta semana. A velocidade da GVT é superior a das operadoras analisadas no México, Chile e Argentina.

De acordo com a Netflix, velocidades mais rápidas permitem uma melhor imagem, início da exibição do vídeo mais rápido e um menor número de interrupções durante o filme. O desempenho superior da GVT reflete investimentos em infraestrutura, inovação e constante atualização de tecnologias.

Com mais de 3 milhões de clientes de banda larga em 156 cidades brasileiras, a GVT tem a maior adesão à internet no mercado de telefonia fixa do país, de 95%. Esta é a quinta vez que a GVT lidera o ranking da Netflix.

Via assessoria de imprensa

Netflix e as séries da HBO superam o BitTorrent nos EUA

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A empresa Sandvine publicou os resultados do seu último estudo sobre o uso da web, e eles detectaram que, hoje, o Netflix acumula até 36.5% do tráfego de banda nas horas de maior atividade de internet durante a noite, subindo em 1.6% em relação a segunda metade de 2014.

A HBO também experimentou certo crescimento, muito em parte por conta do lançamento do seu novo serviço de streaming, o HBO NOW, além da popularidade de Game of Trones. Durante as cinco primeiras temporadas da série, os serviços HBO GO e HBO NOW representaram 4.1% do tráfego das redes físicas dos EUA, aumentando em 300% os seus números anteriores.

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Antes do lançamento dos seus serviços, a HBO acumulava apenas 1% do tráfego de banda dos EUA pela manhã. Hoje, o HBO GO acumula 3.7%, e o HBO NOW 0.7%. Leve em conta que o NOW só está disponível através de produtos da Apple e de alguns provedores de TV a cabo.

O aumento do tráfego da Netflix e da HBO bate de frente com a redução do uso do BitTorrent, que representa hoje apenas 6.3% do total dos dados nos EUA, e 8.5% na América Latina.

Nas plataformas móveis, a Sandvine informa que, na América Latina, Google e Facebook (através dos serviços que estão sob o seu domínio) concentram mais de 60% do volume total, enquanto que nos EUA o entretenimento em tempo real recebe o primeiro posto, seguido pelos aplicativos de redes sociais. O YouTube também obtém uma boa porcentagem, acumulando 21.2% do volume total de dados.

Os vídeos que se reproduzem de forma automática no Facebook gerou um notável aumento de tráfego médio por usuário de 60% em média.

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Via TechCrunch

Amazon, Netflix e outras gigantes norte-americanas serão investigadas pela União Europeia

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O Financial Times garante que a Comissão Europeia quer iniciar ‘antes do final do ano’ uma investigação exaustiva em cima das empresas Google, Amazon e Netflix. Essa investigação seria fruto da pressão exercida pela França e Alemanha, para que a Comissão siga analisando o papel das gigantes norte-americanas de tecnologia na Europa.

Sobre o Google e a Amazon, a investigação se centraria na forma que essas empresas devolvem os seus resultados de busca. Mais concretamente, sobre o papel que tem os links pagos e os anúncios. Além disso, eles observarão como eles utilizam os dados dos seus usuários, e a possibilidade (ou falta dela) de migrar de uma plataforma para outra se o cliente quiser. No caso do Google, é uma investigação independente e diferente daquela que já está em curso.

Sobre a Netflix, de acordo com a Comissão, os serviços de vídeo sob demanda estão ‘submetidos a menos obrigações’ do que as redes de TV tradicionais. Seria algo parecido com o que acontece hoje com o WhatsApp: eles querem colocar as alternativas digitais no mesmo patamar das soluções já estabelecidas, colocando as mesmas regras para todos.

Em todo o caso, ainda não temos uma investigação iniciada, e não temos nada além do que os detalhes compartilhados pelo Financial Times. Na semana que vem veremos se o assunto prossegue, já que espera-se que a União Europeia torne público os seus planos para o ‘mercado único digital’, onde se falará sobre regulamentação, fim das fronteiras no e-commerce e temas de copyright, com a ideia de criar as mesmas condições para todos os países do continente.

Via Financial Times

Netflix quer unificar catálogo acabando com o bloqueio de conteúdo por país

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Durante o evento de lançamento da Netflix na Austrália, o CEO e fundador da empresa, Reed Hastings, falou sobre um dos principais problemas que o serviço enfrenta: o bloqueio de conteúdo por país. E ele quer acabar com isso.

Hastings falou sobre o hábito dos usuários utilizarem as VPNs para acessarem os conteúdos da Netflix em outros países, principalmente a versão norte-americana do serviço, que possui um conteúdo mais completo. A ideia do executivo é que o Netflix se torne ‘um serviço global’, unificando o serviço ao redor do planeta, ou seja, oferecendo o mesmo conteúdo para todos os países onde o serviço está presente.

O grande obstáculo para as aspirações de Hastings é que tal medida não depende exclusivamente do Netflix. Os estúdios de Hollywood dificultam o processo, com contratos de distribuição específicos para diferentes regiões do planeta. As regras são tão rígidas, que agora o próprio Netflix é pressionado a bloquear o acesso de usuários via VPN, alegando quebras de contrato com os estúdios.

Hastings defende seu ponto, alegando que a questão da VPN é pequena se comparado ao da pirataria, via downloads ilegais. O executivo alega que boa parte dos usuários que apelam para o Torrent é porque não podem acessar ao conteúdo em seus respectivos países, algo que é contornável com novos contratos que unificam esse conteúdo. Porém, uma grande parcela de usuários simplesmente não querem pagar pelo o que vão assistir. E no entendimento de Hastings, o ideal é ‘consertar o conteúdo global’, conquistando a turma do primeiro grupo.

Como lado positivo para o Netflix, representantes da comissão europeia que cuidam do mercado digital já se manifestaram sobre a questão do bloqueio geográfico, e entendem que tal medida é considerada como uma ‘discriminação’.

E, convenhamos: não faz o menor sentido um ‘bloqueio geográfico’ em um serviço oferecido via internet. É contraditório demais em tempos de comunicação global.

Via Gizmodo Austrália, TechCrunch

Série House of Cards foi gravada em 6K

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A Netflix quis ir um passo adiante, e gravou a terceira temporada da série House of Cards integralmente em 6K (6144 x 3160 pixels), ou 19.415.040 pixels.

Algumas câmeras são capazes de alcançar essas resoluções, como a Epic Dragon da RED. A Netflix optou pelo 6K para os seus arquivos ‘master’, os originais que serão armazenados nos seus quartéis generais. Os assinantes poderão ver a série em 4K, resolução máxima que o serviço estreou no ano passado, com a segunda temporada de House of Cards.

A resolução 6K e suas mais de 19 milhões de pixels por cada frame tem como resultado dados que assustam. Por exemplo, cada episódio de uma hora de duração ocupa aproximadamente 5.5 TB, contra 2.5 TB de um arquivo 4K, ou os aproximadamente 600 MB em Full HD. E esses são os dados para o arquivo bruto que, uma vez passado pelos sistemas de codificação e decodificação (o mais comum da atualidade é o HEVC), ocupam uma menor largura de banda nas transmissões.

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Recentemente, foi divulgado que a série House of Cards fez com que a Netflix ocupe 30% de toda a largura de banda de internet nos Estados Unidos, e com a estreia da terceira temporada, eles elevaram ainda mais os seus limites. Podemos então prever um crash da internet quando eles oferecerem a série em 6K.

Via Boy Genius Report